domingo, 24 de junho de 2012

Imortais (Immortals) - 2011



Sinopse: O Rei Hipérion (Mickey Rourke) declarou guerra contra todo o mundo grego e, para reforçar seu exército, ele tentará libertar os Titãs presos por Zeus (Luke Evans) no Monte Tártato. A fim de detê-lo, Zeus escolhe Teseu (Henry Cavill), um mortal que, com a ajuda de uma bela sacerdotisa (Freida Pinto), comandará o exército grego nessa batalha épica.


Por que ver?

Um bom desempenho da barriga de Mickey Rourke como o vilão sinistrissimo Hyperion, uma direção de arte, cenários e figurinos lindos; há uma ou outra cena legal e de violência gráfica interessante, como na cena da morte da mãe de Teseu ou das oráculos queimadas dentro do touro (tinha que aparecer mais queimada, torrada que nem churrasco, para causar mais impacto, mas não aconteceu, enfim….). 


Orgia no céu! Tem deuses e mortais brincando de come-come!



Por que não ver?


Porque tudo é desperdiçado em um filme de efeitos vagabundos, fotografia podre, escura, de cansar os olhos e atuações bagaceiras. Tem aquela luta bagaça dos deuses e titãs e aquele final vagabundo ao cubo. É um filme incrivelmente trash, de visual sujo, trilha sonora imunda, como se fosse poluído para esconder os descuidos da produção (um wannabe 300 + Fúria de Titãs + Gladiador e tudo que é filme do gênero, entendem?). E que diabo de deuses são esses que só tem corpo bonito? Parece que os atores foram escolhidos dentro de uma academia fitness pra atuar ou se prostituíram com os executivos para ganharem uma vaga sem ter que passar por teste de cena - o famoso teste do sofá hein, garantindo vagas na telona desde que cinema é cinema…. enfim… porque todos os que fazem papel de deuses tem corpos bonitos mas são fraquíssimos onde deveriam realmente prestar. Todo fracasso é pouco para esse mitológico desastre. 



A escola de samba se preparando para entrar na Sapucaí… 



Ah ainda tem a linda da Freida Pinto, que tá mais perdida que cego em tiroteio (e o corpo nu quando o Teseu tira a virgindade dela não é o dela, só eu que percebi isso?) e o trash Stephen Dorf (que nunca prestou), além de outros desconhecidos que nem interessam. Mas é Henry Caveira (apelido carinhoso para o Henry Cavill, ok? Não reclamem, estou fazendo o melhor que eu posso!) o maior incômodo do filme. O cara é uma porcaria, véi…. Não sabe atuar, não tem simpatia, carisma, nada. É uma porta, um ornamento, fica bem de enfeite de cenário e só. Ele deixa o filme mais insuportável. Chegar ao final deveria ser épico - mas é uma tormenta.



- Não aguento mais essa vida, tô morta, bicha!



Preste atenção:

Nos cenários e nos figurinos exóticos, trabalho de qualidade. Ah, na martelada nos ovos do personagem traíra também e nas mortes, claro.

1/5
Um mítico desastre. Mas Jason gosta de uma morte ou outra. E quase dorme no meio porque o filme é um sonífero.






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