domingo, 24 de junho de 2012

O bebê de Rosemary (Rosemary's Baby) - 1968






Sinopse: Rosemary e seu marido se mudam para um novo apartamento em Nova York, onde passam a conhecer um casal de idosos que mora logo ao lado. Esse casal logo invade a privacidade de Rosemary de forma que começa a incomodá-la. Mais tarde, após um pesadelo em que é possuída por um demônio, Rosemary está grávida e começa a desconfiar das pessoas, enquanto tenta proteger seu futuro filho.


Porque ver?
Porque é clássico, obrigatório, não perdeu o impacto com o tempo. E é sinistro.

Porque tem todo o elenco em excelente atuação de Mia Farrow, deixando o espectador tão doido quanto ela. Ela, toda inocente e tapada, não sabe o que é real e o que é imaginação, nem mesmo o espectador sonha que tem coisa bizarra no angu, quer dizer, na vida da coitada, que vai secando, perdendo peso, tomando chá de macumba, na tentativa de proteger o filho enquanto na verdade está morrendo. Macumba, satanismo, ocultismos, magia negra, fé, religião, bizarrices, tudo se mistura nesse bolo. O roteiro é crítico a sociedade americana, machista, que tem a mulher como objeto submisso de uma relação. É até cínico, no sentido de dar o tratamento real a uma fantasia macabra. A montagem garante bom ritmo e a direção de Roman Polanski é afiadíssima.

O filme também é ótimo para aloprar aquela tia chata neurótica religiosa falsa pregadora.

Tou toda metralhada pela noite selvagem que a gente teve, bora fazer reprise hoje…


Porque não ver?


Passe longe daqui se você for uma dessas pessoas religiosas extreme hardcore, do tipo que quer converter tudo e todos na base da força ou de um perfil no Facebook —, e ainda por cima sonha em evitar o nascimento do tal anticristo como missão designada a você pelo próprio Deus e essa baboseira toda.


- Meu bêbê lindo, coisa fofa da mamãe, a mamãe aqui vai proteger você, viu?!


Preste atenção!
No filme todo, mas, principalmente, nos vizinhos intrometidos que ficam “cuidando” da aloprada da Rosemary, naqueles que passam de um lado para outro pelos cenários, por trás das cenas, e no final, um dos melhores e mais surpreendentes da história do cinema. Perturbador é pouco. 

5/5 EPIC!!! 
Jason adora o sobrinho!!!

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