segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Musos e Musas do Horror: Kate Winslet, a deusa.


Em primeiro lugar, peço desculpas pelo atraso. Era para esse post ter saído ontem, mas Lady Rá anda num inferno astral que não é brincadeira, mas isso não vem ao caso. Essa semana eu escolhi uma musa. Uma musa que faz os homens babarem e mulheres sentirem inveja ou cogitar uma mudança de time (risos). Ou seja, a Kate Winslet. Porque amamos essa DIVA? Porque é linda, talentosa, inteligente e inglesa (ok, isso é por minha conta, rs).

Kate Elizabeth Winslet, nasceu em Reading, no dia 5 de outubro de 1975. Filha de atores, Kate estreou no cinema aos dezessete anos em “Almas Gêmeas” de Peter Jackson (que tem um faro especial para descobrir talentos) e já despertou atenção pelo seu talento, além de ganhar o Urso de Ouro no Festival de Berlim. A partir daí a carreira foi crescendo. Ela ganhou o papel da emotiva Marianne em Razão e Sensibilidade de Ang Lee. Dizem por aí que ela ganharia um papel pequeno, mas fez de tudo para ganhar um dos papéis principais.


Kate sempre foi determinada, e no início de carreira lutou muito para conseguir bons papéis, hoje eles chovem na horta dela é claro. Ainda nos anos 1990, Kate conseguiu o papel de Rose em Titanic, ela não era a primeira escolha, por não ser muito conhecida, mas conseguiu convencer James Cãomeron. Filme que se tornou um dos maiores sucessos da história, não só em bilheteria, mas quem viveu aquela época sabe do que estou falando. Neste filme ela ficou amiga de Leonardo Dicaprio e a amizade dura até hoje. Eles viriam a atuar juntos novamente em “Foi apenas um sonho”, outro filme pelo qual Kate foi muito elogiada e indicada a prêmios.

Ela coleciona várias indicações a prêmios importantes. É a mais jovem atriz a conquistar 5 indicaçõs ao Oscar antes dos 31 anos, sendo que hoje ela possui seis indicações, por Razão e Sensibilidade, Titanic, Íris, Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, Pecados Íntimos e O leitor e ganhou a estatueta pelo último, em 2009. Nessa época Kate recebeu também dois Globos de Ouro, como atriz dramática por Foi apenas um sonho e como atriz coadjuvante por O leitor (ela é protagonista, mas abafa), além de levar ums Baftas, prêmios da crítica, etc.

Kate costuma atuar em filmes mais dramáticos (sendo meus preferidos Em Busca da Terra do Nunca e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças), como todos esses pelos quais ela foi indicada a prêmios, mas também provou ter charme e carisma necessário para comédia-romântica com o bonitinho “O amor não tira férias”, que alguns chatos (gente tipo minha irmã Tia Rá) criticam, mas cumpre bem o que promete. Ou mesmo como dubladora em Por Água abaixo (eu amoooo essa animação). Alem disso, ela também andou dando o ar da sua graça na TV, mais recentemente estrelando a minissérie Mildred Pierce, que lhe rendeu prêmios Emmy, Globo e Ouro e SAG Awards.

Kate teve vários relacionamentos e tem dois filhos, uma menina de seu relacionamento com o diretor Jim Threapleton e um menino de seu casamento com Sam Mendes. Discreta e focada na família e na carreira, Kate é o que Jennifer Lawrence pode vir a ser algum dia, o que Scarlett Johansson bem que tentou, mas (ainda) não conseguiu: uma atriz respeitada por sua carreira sólida, que reúne talento verdadeiro e beleza. Kate é maravilhosa, está sempre bem. É o que se pode chamar de GRANDE ATRIZ! Já entrou para a galeria das grandes divas do cinema e com certeza, quando estiver mais velha, será como Meryl Streep, outra diva que amamos muito e que  um dia falarei dela aqui.



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