quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O projeto Filadélfia - 1984 (Philadelphia Experiment - 1984)


Título Original: Philadelphia Experiment
Ano de lançamento: 1984
Direção: Stewart Raffill 
Elenco: Nancy Allen, Michael Paré, Eric Christmas, Bobby Di Cicco, Louise Latham, Kene Holliday e Stephen Tobolowsky.
Sinopse: No ano de 1943, a marinha americana está pronta para executar o ambicioso Projeto Filadélfia, onde sofisticadas técnicas são empregadas na tentativa de evitar a detecção de sinais por radar. Um erro faz com que David Herdeg (Michael Paré) e Jim Paker (Bobby Di Cicco), membros da tripulação do destroyer Eldridge, viajem pelo tempo sofrendo os efeitos terríveis e letais causados pela alteração de eletro-energias e são perseguidos pelos que não crêem em sua versão fantástica dos fatos. Tentando mudar o rumo da história e do tempo, o Dr. Longstreet (Eric Christmas) tenta salvar o universo ameaçado pelo audacioso projeto científico.



Por Jason

Filme com Nancy Allen no elenco, muito conhecida na década de 80, em que foi filmado, e traz até uma ideia interessante, desenvolvida de modo ordinário com efeitos de quinta categoria e atuações precárias. A produção é de John Carpenter, que já tinha criado o clássico "O enigma de outro mundo" em 1982.

A ideia é interessante por se basear vagamente em um evento real. O Experimento Filadélfia (que deu o nome em inglês ao filme) foi um projeto naval que supostamente transformou um navio militar invisível aos olhos de um público, através de uma tecnologia que visava curvar a luz em torno do objeto para torna-lo invisível. O projeto, no entanto, teria dado errado, com o navio desaparecendo em um flash para outro local e retomando ao mesmo tempos depois (como num teletransporte). Ocorre que a tripulação acabou adoecendo e, como mostrado no próprio filme, outros membros teriam desaparecido e tripulantes acabaram se fundindo ao metal do navio devido a energia liberada para o tal projeto.

Como visto, isso daria um filme intrigante, em que realidade e ficção se uniriam para contar uma história fascinante e ao mesmo tempo assustadora. Alguns julgam o acontecimento como sendo uma farsa, outros alegaram ter visto o ocorrido e a história ganhou ares de lenda. O filme, no entanto, envereda pelo lado trash, evocando um tipo de Terminator (1984) mal acabado - Nancy Allen, reparem, tem os mesmos trejeitos da doce e desajeitada Sarah Connor no citado filme de James Cameron.

Na trama, o péssimo Michael Paré sai da década de 40 graças ao experimento e cai no ano de 1984, onde é caçado pela polícia, exército, marinha, Deus e o mundo; acaba fugindo, se envolve com a personagem de Nancy no meio do engodo. Só que um vórtice temporal foi criado depois que um envelhecido doutor responsável pela primeira empreitada tenta abrir novamente o vórtice e ele consegue, mas o troço acaba ficando aberto ligando as duas eras, e Michael precisa voltar a ele e desligar a máquina do navio, com a finalidade de cortar o túnel que liga as duas épocas (e, claro, ele é enviado para fazer isso, numa das sequências mais bizarras do cinema).

Lá, ÓBVIO, ele tomará uma decisão que afetará não só a vida do personagem - mas o final horroroso do filme também. As cenas de perseguição são sofríveis e os efeitos especiais são medonhos. Nessa mistura de De volta para o futuro com Exterminador do futuro e outra tonelada de filmes do gênero, a direção é triste de amadora e há cenas de vergonha alheia total por parte dos atores - principalmente na cena em que Allen e Paré discutem dentro de um quarto, ele se irrita, começa a quebrar tudo, tenta saber mais sobre o ano em que está vivendo e ela decide ir embora, mas é impedida por ele. O drama do personagem é resumido ao fato de que os efeitos dessa viagem temporal causam queimaduras, pois o personagem está deteriorando, sumindo da linha temporal. Há buracos notáveis no roteiro, como no reencontro mal elaborado de sua família - ele só tem a ideia de procurá-la muito tempo depois (!) - e na linha de roteiro que dita as normas das viagens temporais (o personagem é peça fundamental no processo e deve ficar VIVO para poder reverter a situação, mas o povo não para de perseguir para matá-lo, rs). 

Tudo dá ao filme cara de sessão da tarde, com seus cenários plásticos baratos e situações que despertam risos involuntários. É trash.

Cotação: 1/5

Tosqueira Classe A. A ideia rendeu uma porcaria ainda maior, feita pelo canal Syfy em 2012. Mas fiquei com a sensação de que o argumento do filme de 84 renderia um filme excelente nas mãos de pessoas habilidosas.

Filme completo no Youtube:




quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Resident Evil 2 Apocalipse - 2004 (Resident Evil Apocalypse - 2004)



Título Original: Resident Evil: Apocalypse
Ano de lançamento: 2004
Direção: Alexander Witt
Roteiro: Paul W.S. Anderson
Elenco: Milla Jovovich, Sienna Guilory, Thomas Kretschman
Sinopse: Desde que foi capturada pela Corporação Umbrella, Alice (Milla Jovovich) passou por várias experiências biogênicas. Ela teve seus genes modificados, o que fez com que adquirisse poderes, sentidos e agilidade sobre-humanos. Agora ela precisa retornar à cidade de Racoon, onde recebe o apoio de Jill Valentine (Sienna Guillory) e Carlos Olivera (Oded Fehr) para eliminar um vírus mortal que ameaça fazer com que todo ser humano retorne como morto-vivo.


Por Tia Rá


Resident Evil 2 Aporcalipse já começa errado, recapitulando desnecessariamente o primeiro filme, com Milla Xoxovixe explicando tim tim por tim tim o que aconteceu com sua personagem Alice no filme anterior, afinal, os espectadores dessa bagaça não são apenas crianças, são pessoas burras que provavelmente não compreenderão nada do que tio Paul W S Anderson mostrará no roteiro do filme (sim, porque aqui ele é o roteirista da bagaça, não o diretor, passando a cadeira para um desconhecido inexpressivo Alexander Witt saravá meu pai).

Acontece que, tirando essa parte ordinária, o filme começa desenrolando bem pelo menos nos primeiros quinze minutos - um milagre divino em se tratando de um filme com roteiro de Paul W S Anderson, lembremos - em que vemos a Raccon City antes da epidemia zumbi e a entrada de Jill Valentine (Suína Guilory) nessa zona quando todo mundo começou a se contaminar com o T virus. O problema é que Paul não sabe dirigir um filme de terror - ele não sabe dirigir um filme, na verdade RISOS - e, incrementando o filme com uma barulheira ensurdecedora de uma trilha sonora vagaboonda gritando nos nossos ouvidos, tenta apostar em um filme de ação em detrimento de horror. Só que Resident Evil 2 tem, além de sua direção caótica, uma aberração de roteiro e personagens rasos como um pires. 

Alice aqui já dá sinais da heroína parapsicóloga médium cabocla ninja mutante XMEN que viria se tornar, talvez um sinal de que Paul tenha problemas sexuais porque neam... vamo' combiná. Capaz de piruetas que desafiam a gravidade, saltos ornamentais com motocicleta e duplos twists carpados de deixar Daiane dos Santos morrendo de inveja, Alice é um contraponto completo com a personagem Jill Valentine, mais sólida e roubando a atenção do filme (será que foi isso que fez com que Paul deixasse a personagem de fora da série até o último filme? REFLITAM); Alice é tão rápida nos seus golpes que emite sons guturais girando seus bracinhos e suas pernas MORRI - uma situação constrangedora da equipe de som do filme. COMOLIDAR com os personagens que entram e saem apenas como desculpa pra encherem a barriga do roteiro flopado da produção, como o padre que mantém uma irmã zumbi e de repente é morto por ela?!  É uma verdadeira anomalia de script (não bastante, Paul mostra o restante dos cadáveres que a zumbi está comendo e faz Jill Valentine repetir para o público bull-ro "você está alimentando ela, você é louco). 

Pausa dramática: OOOOOOOOOOOOOIIII?

Mas a gente tem que aturar os monstros zumbis linguarudos, feitos por computação vagaboonda que ninguém sabe de onde vem nem como chegaram, porque caem de paraquedas na trama - quem se importa neam...? Na cabeça de Paul, quem joga o jogo vai curtir o filme LOL. Os monstros, aliás, são importados dos jogos (não que isso importe) e parecem ter sido recortados dos jogos do Playstation tamanha precariedadchy. Há o personagem contaminado, que todo mundo sabe que vai virar zumbi, mas fica ali no grupo mesmo pra posar de herói né gente, Deus sabe o motivo porque nem eu mesma entendi... 

A gente também tem que suportar o coadjuvante negro engraçadinho com piadinhas ordinárias que ajuda a salvar o time no final, né povo? MAS COMO ASSIM, Tchio Paul, explica melhor esse brega? Mas o cúmulo do absurdo nisso tudo ainda é o programa "nemesis", aquele personagem de borracha que quando apareceu, a tia aqui quase tem um AVC por tamanha podreira. A briga sentimentaloide de Alice com o bichinho fofíssimo que me deu tanta vontade de colocar no meu colinho e dar de mamar sou doente? Sei que sim! é uma das coisas mais ordinárias que Paul Anderson poderia imaginar - depois da bomba fenomenal AVP né gente, claro! - uma vez que não acrescenta nada na trama (só volume) tipica descaração para encher linguiça e agradar a criançada que procura cenas de lutas. E se Milla Xoxovixe own millaaaa mil e uma noites de amor com você... aparecer em mais um filme pra dizer MEU NOME É ALICE, juro que mato o tio Paul, viu? Eu sei que você é Alice, sua anta, todos nós, que estamos suportando essa porcaria de série por cinco volumes JÁ SABEMOS!!! É demais para o meu coração, povo! Amadorismo total, MORRE DIABO!.

De bom, assim, tou me esforçando pra ser uma menina melhor, tá gente... DE BÃO com MUITO ESFORÇO, tem os dogs zumbis, né, que podiam matar todo mundo e estrelarem o filme sozinhos, que tal? Mas tem o bônus, porque o tchio ainda deixa algumas coisas pra gente no final... Tio Paul e a direção deçapoha desperdiçam o belo e bom Thomas Scratman, que além de pegar o Adrien Brody por uns tempos, fez o ótimo O pianista, a refilmagem de Peter Jackson para King Kong e ficou ali, pagando micaço nessa porcaria como um vilão fuleiro de quinta categoria:

- Me matar não vai resolver nada...
- Mas já é um começo.

HAHAHAHAHAHAA MORRE DIABO! 
É demais pra tia, gente. NÃO SOU OBRIGADA.

Cotação: 1/5

Assim, os quinze minutos do começo, tá, porque sou muito boa! Vá jogar Playstation minino e chuta essa bomba que é macumba da pesada.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Looper Assassinos do Futuro - 2012 (Looper - 2012)


Título Original: Looper
Ano de lançamento: 2012
Direção: Rian Johnson
Roteiro: Rian Johnson
Elenco: Bruce Willis, Joseph Gordon Levitt, Emily Blunt
Sinopse: Kansas City, 2044. Viagens no tempo são uma realidade, mas estão apenas disponíveis no mercado negro. Seu principal cliente é a máfia, que costuma enviar ao passado pessoas que deseja que sejam eliminadas, já que é bastante complicado se livrar dos corpos no futuro. Os responsáveis por estes assassinatos são os loopers, organização a qual Joe (Joseph Gordon-Levitt) faz parte. Um dia, ao realizar mais um serviço corriqueiro, ele descobre que seu alvo é a versão mais velha de si mesmo (Bruce Willis), trazida em viagem no tempo por ter se tornado uma séria ameaça à máfia no futuro.



Por Jason

Looper tem um argumento interessante: homens do futuro mandam condenados para o passado de 2044, para que agentes eliminem-os e se livrem dos corpos. O trabalho é como se fosse uma rotina, mas viagens no tempo são ilegais, então tudo é feito as escondidas. Os homens responsáveis pela eliminação são conhecidos como Loopers. O ritual não permite que os condenados vejam os algozes, pois eles vem amarrados, amordaçados e com um capuz na cabeça. Acontece que um desses homens acaba tendo contato com um dos condenados, deixando-o escapar. O condenado conta o que está acontecendo no futuro - os próprios loopers estão sendo enviados ao passado para serem mortos por eles mesmos.

É quando a trama do filme realmente embala. Num determinado dia, no local indicado, um homem é enviado para o agente Joe (Joseph Gordon Levitt) para que seja morto. Ele não sabe, mas o homem é ele mesmo, já velho (Bruce Willis) que escapa da morte e consegue fugir dele mesmo. A trama avança no tempo, e entendemos o que houve para que o personagem de Bruce fosse mandado para o passado para ser morto. Essa parte, a de duas visões de um mesmo personagem sobre um mesmo acontecimento em uma mesma vida, é o mais interessante do filme, uma prova da habilidade do roteiro até ali. Ambos deveriam unir forças agora para desarmarem o sistema e descobrirem quem está por trás dos assassinatos dos loopers - mas o personagem Joe, de Bruce, se revela na verdade o maior problema para o Joe jovem de Joseph. 

Looper mexe também com uma premissa básica de viagens no tempo, uma vez que o personagem do futuro acaba alterando eventos no passado vivido por ele mesmo, para criar uma linha alternativa. Ao alterar o seu passado, mudam também as pessoas envolvidas em sua vida - e é nesse mote que entra a personagem de Emily Blunt, que é mãe adotiva de uma criança que pode vir a ser o Rain Maker, um personagem que está assassinando os Loopers no futuro. E aqui, Looper chupinha premissa de Terminator, ao tratar de um personagem enviado do futuro para dar cabo de outro no passado, o que é bom como referência.

Mas tem os problemas. Difícil aturar o garoto dublê de Jean Grey mutante capaz de explodir gente com seus poderes telecinéticos,  com direito a câmera lenta e efeito especial de gente flutuando e explodindo dentro de casa, alá Charles Xavier em Xmen O confronto final. Bruce Willis, eternamente canastrão, faz aqui o seu John McLaine do futuro chutando bundas com suas armas e, como herói,  não acrescenta nada  em termos de atuação ou emoção ao gênero, é mais do mesmo - quase um robô exterminador do futuro vindo de outra época para matar John Connor. 

Já Joseph Gordon Levitt, apesar de mimetizar os trejeitos de Willis, é prejudicado pela maquiagem bizarra e pelos efeitos especiais em sua cara, que o deixam completamente sem expressão. Há alguns momentos de vergonha alheia - na motocicleta voadora trash - e sem Blunt no elenco, o filme carece de estofo dramático. A sequência dentro da lanchonete se estica demais desnecessariamente e ocupa boa parte do filme em uma situação tragicômica - mas é o final do filme que, embora se encaixe dentro da premissa, deixa o filme tão fácil, raso e superficial - um verdadeiro tiro no próprio pé.

Cotação: 3/5

Funciona num Super Cine, quando não tiver nada para fazer num sábado a noite.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

UÓSCAR 2013 - Peores momentos




Por Tia Rá

Bom, o Uóscar passou, com toda a sua trollagem, seus dramas pessoais, suas beldades, seus vestidos glamourosos que nós mulheres pobres mortais jamais vestiremos, seus ouro e suas joia, toda a pompa do maior sonífero do cinema mundial, né gente? Mas Tchia Rá, que acompanhou toda essa cafonice tinha que ganhar seu direito de resposta, porque né... coopera aí com a tia... Vamos ver o lado bom da vida, produção? SÓQUENÃO!

COMOLIDAR com a Tia Rá aqui, que jogou a macumba para acertar a Annal Retaway, mas olha o que deu...


É-P-I-C-O

Merece replay! LOL



Pra ETERNIZAR numa moldura! Jamaish esqueceremos do seu tombo histórico! CAUSOU! RISOS

COMOLIDAR com aquele momento doce e mágico sóquenão de Os miserentos, em que meus ouvidos começaram a sangrar e eu comecei a pedir perdão a Deus por todos os meus pecados nessas e nas outras vidas passadas, gente? MEUS TÍMPANOS! ALGUÉM ACODE MEUS TÍMPANOS! TÔ SURDA, POVO! 

Mas ainda teve o bônus treco, aquele momento em que começou a tocar "luz na passarela que lá vem ela... a nova loira do tchan... PÁ!" E me entra Russel Créu no palco soltando a sua voz de pata choca com diarreia se sentinu o Pavarotti e achanu que tá abafanu ?

MEU PAI ETERNO! Jesus opera um milagre e explode o Uóscar.... num guento... DEUS! ALGUÉM ME SALVA DESSA TORTURA!!!
UATARREEEEEUUUUUUUUUUUUU??

E os momentos épicos, gente? Vamos contabilizar juntos?

Crista Stewart, premiadíssima com todo merecimento por Apodrecer Parte 2 e seus Framboesas de Ouro, entrando t-o-d-a 
c-a-g-a-d-a no tapete vermelho. Quem viu?

Emocionante essa minina gente. SÒQUENÃO

A mãe do boneco Chucky fazendo aparição na festa...


Hugh Jackman em breve na superprodução "Indiana Jones, o caçador de múmias"



...e um dos maiores momentos gays do Uóscar...


Maior estoque de viadas unidas num palco. A cara de "dei mas tou arrependida" do Joseph diz tudo, neam, gente? SEM MAISHHHH

RÁ! Jennifer Aniston vinda do futuro! LOL

E muito recalque, né J-Hud...

Comolidar com Nicole Kidman, vestida num tubo de ensaio de Prometheus?


Mas o Uóscar tem o poder de ressuscitar gente do flop, né povo? Gente que um dia brilhou na festa e de repente flopou amargamente na carreira PARANOSSAALEGRIAAAAAAAAAAA!!! 
Vamos a lista?

Marcia Viada Garden, que chegou, ganhou um Oscar um dia e sumiu. Uma reprodução futurista da nossa querida Annal Retaway RISOS


Frida, que resolveu dar pra milionário porque é mais fácil do que ser atriz em Hollywood.


Halle Berry, vendendo DVD de A viagem na promoção por 1,99 na porta do Teatro.


Shirley Bassey, que tchia Rá pensou que já era morta - e ela voltou do mundo dos mortos achando que tinha 102 quilos a menos


E a Reese, gente, fazendo cara de choro e implorando por emprego na fila? COMOLIDAR COM TAMANHO FLOP?


Friends, gente! "Au be dere for iu" QUE ANO É HOJE? huahauhauauhuauhaa

Não tá faceeoooo pra ninguém!!!!


Mas o melhor de tudo foi depois do Uóscar, né... comofas com a minha cara de felicidade depois de assistir a trocentas horas de tédio, gente, tenu que aturar papo de velhote? 




Lástima define.


Mama - 2013 (Mama - 2013)


Título Original: Mama
Ano de lançamento: 2013
Direção: Andres Muschietti
Roteiro: Andres Muschietti, Barbara Muschietti, Neil Cross
Elenco: 
Daniel Kash (Dr. Dreyfuss)
Isabelle Nélisse (Lilly)
Jane Moffat (Jean Podolski)
Jessica Chastain (Annabel)
Julia Chantrey (Nina)
Maya Dawe (Young Lilly)
Megan Charpentier (Victoria)
Morgan McGarry (Young Victoria)
Nikolaj Coster-Waldau (Lucas)

Sinopse: Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe algo errado. As duas conversam frequentemente com uma entidade invisível, que chamam de "Mama". Lucas e Annabel não sabem se acreditam nas meninas, ou se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na casa.



Por Mama Rá

Criancinhas lindinhas da Tia Rá...
cute cute...
awrrrrrr
AAAAAAAAAAAAAAA
Já cansei de dizer aqui nessa zona que eu dou a Cesar o que é de Augusto né, produção? Então.... eu já tinha falado que estava interessada em ver a atuação de minha irmã Lady Rá na autobiografia "Mama", que conta a história desse exu psicopata e sua filha Hanni com produção do meu querido Del Toro (que já cometeu aquele suicídio Não tenha medo do escuro, com a insossa Katie Holmes). Mama Mia é um daqueles filmes cujo argumento e ideia para existirem eram interessantes sabe, gente, mas o resultado... pfff... 

SOBE

Na trama, que não contaremos detalhes preguiça duas crianças perdem a mãe e o pai, que matou a coitada, fugindo, acaba cometendo um acidente mas todos ficam bem (só Deus sabe como e que milagre foi aquele daquele Mercedes voando e rodando a trezentos por hora numa curva e se espatifando numa ribanceira de trocentos metros de altura, MAS TUDO BEM né... a gente releva). Depois do acidente, ele leva as guria pruma cabana próxima, onde pretende dar fim na vida das meninas também. Acontece que elas são salvas por um exu e serão encontradas muito tempo depois em estado selvageria tipo a Nell, entendem? Com comportamento muito anti social e muito mal educadas (não pode bater em guri, agora é lei! RISOS). As duas são levadas a ficarem com o tio totoso Lucas e sua mulher Annabel (a inexpressiva Xessica Xatissima), uma guitarrista de uma banda de rock de fundo de quintal. Aos poucos, as meninas vão revelando um comportamento estranho, evocando um tipo de entidade que elas chamam de... Rá! Mama.

Malditos paparazzis!!!
Na real? Enquanto se mantém no mistério em torno da Mama do título, o filme se segura bem. Annabel, sem experiência, vai ter que lidar com a situação - ou seja, se transformar em uma mãe para as meninas - enquanto o exu caboclo espirito ebó atormentado de Mama tenta recuperar as meninas para si, uma vez que "cuidou" das meninas até então. Até a Xessica não compromete o filme até a metade - nem ajuda em nada, uma vez que não ri, não chora, não sensualiza, mas tá lá né gente? - e a direção faz uma cena bacana aqui (a cena em que a menina está puxando um lençol no quarto como se estivesse brigando com a irmã - mas a irmã é mostrada no mesmo plano, em outro lugar) outra ali (quando Annabel entra no quarto achando que está falando com a menina e é Mama, um sinal do que o filme poderia ter sido). As gurias são boas atrizes, boas escolhas e convencem mais do que os atores adultos. MAS...

DESCE!

E desce até o nível trash, porque NÃO SOU OBRIGADA A ESTA LÁSTIMA!

Quando precisa fazer terror, Mama apela para a clicheria do gênero  com gritaria, ruídos  e todo um arsenal clássico desse tipo de filme, sem acrescentar absolutamente nada de interessante e completamente previsível. É porta de quarto que bate, é porta de armário que bate, é porta de cozinha, é janela, panela, vozes, barulho, tudo ao som de trilha sonora histérica subindo O TEMPO TODO sem necessidade - coisa de amador mesmo. Para completar, temos a Suga Mama, um espirito troll que, depois de trollar Annabel, ainda trola a tia delas, deixando-a a cara do Mr Krypta GARGALHADAS DIABÓLICAS. Em determinada cena, Mama, que é brasileira e não desiste nunca, antenada com os aborrescentes da nova geração que jogam PS3 e XBOX, invoca recursos de jogos de vídeo game, (quase chorei de emoção com o doutor responsável por ajudar as meninas usando uma máquina fotográfica para revelar a aparência da entidade, recurso chupinhado de outros filmes e games). Quando vi mariposas voando só lembrei de outro trash recente - o péssimo A possessão, que fui obrigada a aturar.

Bitch, Mama num tá a cara da Lady Gaga?
riariaria
COMOLIDAR com o fato de que o tio das meninas se arrebenta na escada como se fosse quebrar o pescoço, a coluna, a cabeça, os dois braços, duas pernas e uma alma, deveria ficar tetraplégico no mínimo - mas tem só um coma rapidinho básico)? PIOR: porque o espírito do pai das meninas vem dar o recado para que ele proteja as gurias se ele queria matar - arrependimento? - e a alma da mãe verdadeira das meninas, fica onde, produçãoooooo?. A revelação da trama envolvendo a tal Mama com uma hora de filme tira o total impacto do que se desenrola durante os quarenta minutos restantes, uma vez que Mama é chegada a sensualizar num flash de uma câmera, né povo? E porque o doutor foi pra cabana de Mama sozinho tirar fotos, se sabia quem era ela, alguém EXPLICA ISSO? E se Xessica Xatissima não era relevante nem atrapalhava nada, dramatizando um dos finais mais vagaboondos dos últimos tempos que eu já vi em um filme, a pobre não convence ninguém - Mama é mais expressiva que a Xessica. Vamo dar uóscar pra essa nossa nova diva exu no lugar da Xatissima, gentem? Quem concorda levanta a mão! \O

Mama Mia também apela para uma fotografia xoxa e efeitos especiais toscos: o final só me recordou o tragicômico "Exus", de Peter Jackson, com direito a Mama dando voo pra lá e pra cá toda descabelada, trilha sonora tocando feito um trio elétrico, braços pra cima e "mama" sacode, com o perdão do trocadilho. Um verdadeiro carnaval de mediocridade.

Cotação: 1/5

Mais do mesmo. Veja se tiver tempo.


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Do além - A indicação ao Oscar de Anne Hathaway


Annal Retaway, nossa musa do dia

Por Tia Rá

Vamos as baboseiras, gente? Uóscar chegando neste domingo, todas chora emocionadas com aqueles vestidos que nunca usaremos porque samos probes, né amigas? E os bofes que não teremos, e o dinheiro que não conseguiremos juntar em nossas vidas, com muito luxo, glamour, muita tensão, muita frustração e muita xoxação, é claro, pra você que não tem TNT em casa nem net superpoderosa e tem que acompanhar por canal aberto! SOFRI! LOL

Como já visto no post anterior em homenagem a maravilhuósa Xessica Xatissima, indicada ao Uóscar 2013 por sua excelente performance de cruzar os braços em A horta mais escura, estamos homenageando sóquenão nossas musas indicadas ao prêmio deste ano - e não poderíamos deixar de prestar nossa homenagem a essa diva absoluta que, depois de muitos anos se oferecendo para um Uoscar, agora parece ter mesmo a chance de levar pra casa o cobiçado troféu pela sua autobiografia Os miserentos: Annal Retaway.

Annal e esses olhares
zenzuais dela...!
No filme, Annal interpreta uma tuberculosa prostituta cantora chamada Susan Bolha RISOS, canta "I dreamed a dream" como se estivesse rinchando que nem uma égua parindo e arraZZZZZZZZZZZZZZZZZZZzzzzzza ROINC sensualizando com os piolhos e pulgas enquanto se esfrega nas parede. Annal tem muitos fãs xiitas, daqueles que não suportam a ideia de chamarem a pobre coitada com cara de dálmata de SUPERESTIMADA, mas a gente compreende, né produção? 

COMOLIDAR com a carreira in-relevantchy de Annal? Annal teve papel de destaque ao mostrar os peitchinhos caídos em O segredo de Bareback Mountain. Serviu de bagaço de laranja em O diabo veste pra dar, onde foi humilhada, mastigada, pisada, consumida, vomitada e depois regurgitada pela diva das divas absolutas, a lenda, o mito, Meryl Streep. Fez uma coisa ali e aqui pra pagar as contas - vida de atriz não é faceeeoooo e conseguiu indicação ao Uóscar no irrelevante O parto de Raquel, filme que realmente é um parto e que ninguém viu nem quis ver. 

Tá gatan, tá diva, nós te amamos!
SOQUENAO
Mas Annal é das minhas, é brasileira e não desiste nunca. Ao chegar no Brasil, subiu favela querendo ser "gente como a gente" pra divulgar o desenho Risos pedindo votos e fazendo política de boa vizinhança para conseguir uma vaga na cobiçada Academy Awards de Hollywood. E, por fim, conseguiu seu auge, fama e poder, ao interpretar a Mulher Rato, cujo nariz era tão grande que não cabia na mascara em "Batman O cavaleiro do brega ressurge" (um minuto de silêncio em nome das noletes, vitimadas pelo Oscar mais troll de todos os tempos, que não indicou o filme a nenhuma categoria RISOS DIABÓLICOS). No papel totalmente esquecível - alguém se lembra, gente? - Rataway acabou com o icônico personagem, posando de fodona, lendo o roteiro no automático e zenzualizando com aquela buzanfa seca em cima de uma moto. TEM COMO NÃO AMAR ESTA MULHER?

Agora, a nossa queridinha das Américas, com esses olhos de boi penetrantchys de tão zenzualizadores, tem essa chance milagrosa de sair do limbo do qual estava destinada a ficar anos atrás, como uma atriz de segundo escalão ou de filmes disney inúteis que não divertem nem crianças. Desta vez, Annal está preparada para ganhar a tão preciosa estatueta e, quem sabe, sumirá de vez das nossas vidas, né estranha? 

Tia Rá está TORCENDO por isso! VAI QUE É TUA AMIGA!!! HAHAHAHAHHAHAHA



PS: Estaremos na nossa página do Facebook mais tarde, comentando ao vivo o uóscar - mas se tiver muito chato essa porcaria, a gente vai dormir antes do final, ok, produção? Não sou obrigada. Bjs

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Recadinho do Além - A indicação ao Oscar de Jessica Chastain



Por Tia Rá

Olha gente, todo mundo sabe que a tchia aqui é um amor de pessoa, né? Tchia Rá, por exemplo, tolera uma péssima atriz como a Megan Foca,  porque ela é daquele tipo de atriz que você lê na testa que se esforçou deu muito pra subir de vida, né gente? Foca é atriz classe Z, uma pobre coitada que tava lá num calçadão qualquer de Los Angeles, aí o Tio Michael Bay parou sua Lamborghini porque não conseguia engatar umas marchas e a fofuxa da Megan foi lá resolver o problema. E daí, de repente, virou estrela de um filme dele, entende como funciona a coisa por lá? Vamos todas pra lá que dá certo, amigas! LOL

Mas enfim..., a coisa fofa sóquenão da Foca comercial de cerveja não é o motivo desse recado amoroso que tenho para dar para essa nossa NOVA diva absoluta ruiva e branquela que nem um papel A4 e seus fãs. Sim, porque pior que estrela superestimada, meu bem, são os fãs xiitas, que inventam uma pessoa e a gente tem que suportar né, amores? O motivo do post é essa coisa fofa, linda, zenzual e insuportável chamada Xessica Xatissima.

Enfim... antes de me dar conta da existência desse gasparzinho ruivo, o pobre do Jason já tinha me dado uns pitacos sobre ela nesse filme de superestimado da Kath Banguelona, aquela que foi torturada por uns tempos pelo tio James Cameron, num casamento fofo de mil anos atrás sóquenão RISOS. Kath, que nunca fez coisa digna de Oscar, mas faturou o seu com o horroroso e superestimado Brega ao terror, por um desses motivos que a gente finge que entende, nos ajudou a ter entre nós, pobres mortais, a presença sonolenta da nossa querida Jeremy Rena, que hoje tá ali coadjuvando Vingadores e acha que tá abafando. Tem como não amar a Kath, gente?

Mas, recapitulando eçapoha... Muita gente elogiando a atuação da Xessica no filme A horta mais escura, como se fosse a última bolacha daquele pacote, a última coca-cola do Saara, a bala que matou John Lennon! LOL Eu pensei, tipo, eu tenho que ver isso, porque né.... estamos diante de um fenômeno atmosférico neurológico, um twister cinematográfico, e a tchia não pode ficar de fora disso!!! TENHO QUE CONFERIR com esses olhos de 15323210 graus de miopia que um dia a terra irá rejeitar!!!

E então, lá vai eu conferir a pestilenta. Yes, eu vi o filme. Eu vi a Xessica atuando no filme. E agora, a única coisa que eu posso fazer é lamentar por vocês e perguntar:

VOCÊS BEBERAM MEU ESTOQUE ANUAL DE CERVEJA TODO, REBANHO DE GENTE LOKAAASSS? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ai gente, saudades de minha irmã sóquenão... o que esse povo anda ingerindo? Vamos aos fatos, produção?! Descruza os braços, cruza de novo e VEM COMIIIGGGOOOO para analisar essa atuação flopada e insossa que ganhou milagrosamente Globo de Ouro e indicação ao Uóscar.

- Posso cruzar meus bracinhos enquanto você disserta, tchia Rá?

Não pode, gata. Você tem que gesticular um pouco! Lembre-se, comofas se você ganhar o Uóscar, não pode ficar com os braços cruzados comofes o filme todo, né amiga? Quem vai segurar a estatueta? Não aprendeu a rinchar com sua amiga Annal Retaway, toda esbaforida, cantando alfabetizada em inglês? 

Descruza os braços pra eu poder avaliar sua atuação, amiga!


Mas num fica boladona, minina! É faceeeooo... faz um esforço.... Descruza esses braços!


Why so serious, Xessica?



Que houve nesses braços, passaram super bonder neles?



Será que é CC, gente? Fiquei bolada!
AIMINHANOSSASINHORADOPERPETUOSOCORRO!!! Não pode, você é nossa nova diva! Vamos de Rexona Women 48 horas, gatan!



Amigan, vamos resolver isso juntas, coopera com a tia! Um, dois, três e...



Dramatiza, mas descruza esses braços porque tá me danu agonia dus inferno, minina!!!


Vamos, você consegue, SÓ MAIS UM POUCO! Força na peruca, amiga!


FAZ OUTRO GESTO PELOAMORDEDEUS QUE EU NAO TOU GUENTANU MAIS ISSO!


Ok, ok... tá com raiva de sua tchia neam... 


Pode dar as costas... vai... MAS DESCRUZA EÇAPOHA DESSES BRAÇOS!



Masquipoha, como você irá pra Turquia ser modelo de funerária, amiga, se não descruzar essas patchinhas? Batch! \O



Vai me deixar no ar??? UATAREEEEUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU


RÁ! Não adianta tentar esconder, porque EU VI SEUS BRAÇOS CRUZADOS!!!


Larga de ser Xatinha e.... 
DESCRUZA ESSES BRAÇOSSSSSS POR FAVOR AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!


TOU CHOCADA!!! Nossa diva Xessica Xatissima ganhou indicação ao Uóscar por bater o recorde de...


BRAÇOS CRUZADOS EM UM FILMEEEEEE!!! 
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Adorei isso, gente... mas ainda tem o bônus, neam...


Só a Xessica Xatissima consegue tomar uma dose com os braços cruzados!!! LOL. Me ensina o truque, amiga? Já sou fã! SÓQUENÃO!

Bjs a todos e claro, já podem jogar a tchia troll na fogueira que voltarei linda e esbelta novamente como uma fênix para aterrorizar os xiitas, porque num mundo em que uma atriz ganha indicação Uóscar pela quantidade de cruzadas de braços num filme não merece a minha presença. Sorry, NÃO SOU OBRIGADA!!!

RISADA MALÉFICA

FUI!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...