segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Mama - 2013 (Mama - 2013)


Título Original: Mama
Ano de lançamento: 2013
Direção: Andres Muschietti
Roteiro: Andres Muschietti, Barbara Muschietti, Neil Cross
Elenco: 
Daniel Kash (Dr. Dreyfuss)
Isabelle Nélisse (Lilly)
Jane Moffat (Jean Podolski)
Jessica Chastain (Annabel)
Julia Chantrey (Nina)
Maya Dawe (Young Lilly)
Megan Charpentier (Victoria)
Morgan McGarry (Young Victoria)
Nikolaj Coster-Waldau (Lucas)

Sinopse: Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe algo errado. As duas conversam frequentemente com uma entidade invisível, que chamam de "Mama". Lucas e Annabel não sabem se acreditam nas meninas, ou se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na casa.



Por Mama Rá

Criancinhas lindinhas da Tia Rá...
cute cute...
awrrrrrr
AAAAAAAAAAAAAAA
Já cansei de dizer aqui nessa zona que eu dou a Cesar o que é de Augusto né, produção? Então.... eu já tinha falado que estava interessada em ver a atuação de minha irmã Lady Rá na autobiografia "Mama", que conta a história desse exu psicopata e sua filha Hanni com produção do meu querido Del Toro (que já cometeu aquele suicídio Não tenha medo do escuro, com a insossa Katie Holmes). Mama Mia é um daqueles filmes cujo argumento e ideia para existirem eram interessantes sabe, gente, mas o resultado... pfff... 

SOBE

Na trama, que não contaremos detalhes preguiça duas crianças perdem a mãe e o pai, que matou a coitada, fugindo, acaba cometendo um acidente mas todos ficam bem (só Deus sabe como e que milagre foi aquele daquele Mercedes voando e rodando a trezentos por hora numa curva e se espatifando numa ribanceira de trocentos metros de altura, MAS TUDO BEM né... a gente releva). Depois do acidente, ele leva as guria pruma cabana próxima, onde pretende dar fim na vida das meninas também. Acontece que elas são salvas por um exu e serão encontradas muito tempo depois em estado selvageria tipo a Nell, entendem? Com comportamento muito anti social e muito mal educadas (não pode bater em guri, agora é lei! RISOS). As duas são levadas a ficarem com o tio totoso Lucas e sua mulher Annabel (a inexpressiva Xessica Xatissima), uma guitarrista de uma banda de rock de fundo de quintal. Aos poucos, as meninas vão revelando um comportamento estranho, evocando um tipo de entidade que elas chamam de... Rá! Mama.

Malditos paparazzis!!!
Na real? Enquanto se mantém no mistério em torno da Mama do título, o filme se segura bem. Annabel, sem experiência, vai ter que lidar com a situação - ou seja, se transformar em uma mãe para as meninas - enquanto o exu caboclo espirito ebó atormentado de Mama tenta recuperar as meninas para si, uma vez que "cuidou" das meninas até então. Até a Xessica não compromete o filme até a metade - nem ajuda em nada, uma vez que não ri, não chora, não sensualiza, mas tá lá né gente? - e a direção faz uma cena bacana aqui (a cena em que a menina está puxando um lençol no quarto como se estivesse brigando com a irmã - mas a irmã é mostrada no mesmo plano, em outro lugar) outra ali (quando Annabel entra no quarto achando que está falando com a menina e é Mama, um sinal do que o filme poderia ter sido). As gurias são boas atrizes, boas escolhas e convencem mais do que os atores adultos. MAS...

DESCE!

E desce até o nível trash, porque NÃO SOU OBRIGADA A ESTA LÁSTIMA!

Quando precisa fazer terror, Mama apela para a clicheria do gênero  com gritaria, ruídos  e todo um arsenal clássico desse tipo de filme, sem acrescentar absolutamente nada de interessante e completamente previsível. É porta de quarto que bate, é porta de armário que bate, é porta de cozinha, é janela, panela, vozes, barulho, tudo ao som de trilha sonora histérica subindo O TEMPO TODO sem necessidade - coisa de amador mesmo. Para completar, temos a Suga Mama, um espirito troll que, depois de trollar Annabel, ainda trola a tia delas, deixando-a a cara do Mr Krypta GARGALHADAS DIABÓLICAS. Em determinada cena, Mama, que é brasileira e não desiste nunca, antenada com os aborrescentes da nova geração que jogam PS3 e XBOX, invoca recursos de jogos de vídeo game, (quase chorei de emoção com o doutor responsável por ajudar as meninas usando uma máquina fotográfica para revelar a aparência da entidade, recurso chupinhado de outros filmes e games). Quando vi mariposas voando só lembrei de outro trash recente - o péssimo A possessão, que fui obrigada a aturar.

Bitch, Mama num tá a cara da Lady Gaga?
riariaria
COMOLIDAR com o fato de que o tio das meninas se arrebenta na escada como se fosse quebrar o pescoço, a coluna, a cabeça, os dois braços, duas pernas e uma alma, deveria ficar tetraplégico no mínimo - mas tem só um coma rapidinho básico)? PIOR: porque o espírito do pai das meninas vem dar o recado para que ele proteja as gurias se ele queria matar - arrependimento? - e a alma da mãe verdadeira das meninas, fica onde, produçãoooooo?. A revelação da trama envolvendo a tal Mama com uma hora de filme tira o total impacto do que se desenrola durante os quarenta minutos restantes, uma vez que Mama é chegada a sensualizar num flash de uma câmera, né povo? E porque o doutor foi pra cabana de Mama sozinho tirar fotos, se sabia quem era ela, alguém EXPLICA ISSO? E se Xessica Xatissima não era relevante nem atrapalhava nada, dramatizando um dos finais mais vagaboondos dos últimos tempos que eu já vi em um filme, a pobre não convence ninguém - Mama é mais expressiva que a Xessica. Vamo dar uóscar pra essa nossa nova diva exu no lugar da Xatissima, gentem? Quem concorda levanta a mão! \O

Mama Mia também apela para uma fotografia xoxa e efeitos especiais toscos: o final só me recordou o tragicômico "Exus", de Peter Jackson, com direito a Mama dando voo pra lá e pra cá toda descabelada, trilha sonora tocando feito um trio elétrico, braços pra cima e "mama" sacode, com o perdão do trocadilho. Um verdadeiro carnaval de mediocridade.

Cotação: 1/5

Mais do mesmo. Veja se tiver tempo.


2 comentários:

  1. Eu ainda vou ver o filme, mas adorei a sua review. Super divertida e mostrou bem a sua opinião sobre o filme.
    Adorei o blog e a maneira como escrevem os posts. Vou voltar sempre, :D

    ResponderExcluir
  2. Eu gostei muito do filme, não só pelo fato do terror estar em baixa hoje dia, mas também a mistura de gêneros que aconteceu.
    Causou surpresa e deixou a história emocionante no final.
    Adorei o tema do instinto maternal forte de ambas as partes.
    Tu viu o filme pelo lado pior, sem notar que teve, sim, o seu lado bom. Sei que é questões de gosto, então, respeito.
    Foi como Atividade Paranormal: Muitos odiaram, mas muitos amaram. E aí, como analisar e chegar a uma conclusão a não ser totalmente pessoal, né? :S
    Claro que as produções de hoje em dia, ainda mais de terror, andam sem criatividade e isso as deixam em baixa. Infelizmente não existe mais aquela magia que os filmes antigos tinham. Aquele esforço na produção, que os deixavam com maior veracidade.
    Quase nem os remakes se salvam mais... Vamos esperar agora "A morte do demônio" e "Carrie".

    ResponderExcluir

Gostou? Não gostou? Sugestões? Críticas? Essa é a sua chance de dar a sua opinião porque ela é muito importante para nós! Seja educado e cortês, tenha respeito pelo próximo e por nós, e nada de ofensas, tá? Esse é um espaço democrático, mas comentários ofensivos serão excluídos.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...