quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Resident Evil 2 Apocalipse - 2004 (Resident Evil Apocalypse - 2004)



Título Original: Resident Evil: Apocalypse
Ano de lançamento: 2004
Direção: Alexander Witt
Roteiro: Paul W.S. Anderson
Elenco: Milla Jovovich, Sienna Guilory, Thomas Kretschman
Sinopse: Desde que foi capturada pela Corporação Umbrella, Alice (Milla Jovovich) passou por várias experiências biogênicas. Ela teve seus genes modificados, o que fez com que adquirisse poderes, sentidos e agilidade sobre-humanos. Agora ela precisa retornar à cidade de Racoon, onde recebe o apoio de Jill Valentine (Sienna Guillory) e Carlos Olivera (Oded Fehr) para eliminar um vírus mortal que ameaça fazer com que todo ser humano retorne como morto-vivo.


Por Tia Rá


Resident Evil 2 Aporcalipse já começa errado, recapitulando desnecessariamente o primeiro filme, com Milla Xoxovixe explicando tim tim por tim tim o que aconteceu com sua personagem Alice no filme anterior, afinal, os espectadores dessa bagaça não são apenas crianças, são pessoas burras que provavelmente não compreenderão nada do que tio Paul W S Anderson mostrará no roteiro do filme (sim, porque aqui ele é o roteirista da bagaça, não o diretor, passando a cadeira para um desconhecido inexpressivo Alexander Witt saravá meu pai).

Acontece que, tirando essa parte ordinária, o filme começa desenrolando bem pelo menos nos primeiros quinze minutos - um milagre divino em se tratando de um filme com roteiro de Paul W S Anderson, lembremos - em que vemos a Raccon City antes da epidemia zumbi e a entrada de Jill Valentine (Suína Guilory) nessa zona quando todo mundo começou a se contaminar com o T virus. O problema é que Paul não sabe dirigir um filme de terror - ele não sabe dirigir um filme, na verdade RISOS - e, incrementando o filme com uma barulheira ensurdecedora de uma trilha sonora vagaboonda gritando nos nossos ouvidos, tenta apostar em um filme de ação em detrimento de horror. Só que Resident Evil 2 tem, além de sua direção caótica, uma aberração de roteiro e personagens rasos como um pires. 

Alice aqui já dá sinais da heroína parapsicóloga médium cabocla ninja mutante XMEN que viria se tornar, talvez um sinal de que Paul tenha problemas sexuais porque neam... vamo' combiná. Capaz de piruetas que desafiam a gravidade, saltos ornamentais com motocicleta e duplos twists carpados de deixar Daiane dos Santos morrendo de inveja, Alice é um contraponto completo com a personagem Jill Valentine, mais sólida e roubando a atenção do filme (será que foi isso que fez com que Paul deixasse a personagem de fora da série até o último filme? REFLITAM); Alice é tão rápida nos seus golpes que emite sons guturais girando seus bracinhos e suas pernas MORRI - uma situação constrangedora da equipe de som do filme. COMOLIDAR com os personagens que entram e saem apenas como desculpa pra encherem a barriga do roteiro flopado da produção, como o padre que mantém uma irmã zumbi e de repente é morto por ela?!  É uma verdadeira anomalia de script (não bastante, Paul mostra o restante dos cadáveres que a zumbi está comendo e faz Jill Valentine repetir para o público bull-ro "você está alimentando ela, você é louco). 

Pausa dramática: OOOOOOOOOOOOOIIII?

Mas a gente tem que aturar os monstros zumbis linguarudos, feitos por computação vagaboonda que ninguém sabe de onde vem nem como chegaram, porque caem de paraquedas na trama - quem se importa neam...? Na cabeça de Paul, quem joga o jogo vai curtir o filme LOL. Os monstros, aliás, são importados dos jogos (não que isso importe) e parecem ter sido recortados dos jogos do Playstation tamanha precariedadchy. Há o personagem contaminado, que todo mundo sabe que vai virar zumbi, mas fica ali no grupo mesmo pra posar de herói né gente, Deus sabe o motivo porque nem eu mesma entendi... 

A gente também tem que suportar o coadjuvante negro engraçadinho com piadinhas ordinárias que ajuda a salvar o time no final, né povo? MAS COMO ASSIM, Tchio Paul, explica melhor esse brega? Mas o cúmulo do absurdo nisso tudo ainda é o programa "nemesis", aquele personagem de borracha que quando apareceu, a tia aqui quase tem um AVC por tamanha podreira. A briga sentimentaloide de Alice com o bichinho fofíssimo que me deu tanta vontade de colocar no meu colinho e dar de mamar sou doente? Sei que sim! é uma das coisas mais ordinárias que Paul Anderson poderia imaginar - depois da bomba fenomenal AVP né gente, claro! - uma vez que não acrescenta nada na trama (só volume) tipica descaração para encher linguiça e agradar a criançada que procura cenas de lutas. E se Milla Xoxovixe own millaaaa mil e uma noites de amor com você... aparecer em mais um filme pra dizer MEU NOME É ALICE, juro que mato o tio Paul, viu? Eu sei que você é Alice, sua anta, todos nós, que estamos suportando essa porcaria de série por cinco volumes JÁ SABEMOS!!! É demais para o meu coração, povo! Amadorismo total, MORRE DIABO!.

De bom, assim, tou me esforçando pra ser uma menina melhor, tá gente... DE BÃO com MUITO ESFORÇO, tem os dogs zumbis, né, que podiam matar todo mundo e estrelarem o filme sozinhos, que tal? Mas tem o bônus, porque o tchio ainda deixa algumas coisas pra gente no final... Tio Paul e a direção deçapoha desperdiçam o belo e bom Thomas Scratman, que além de pegar o Adrien Brody por uns tempos, fez o ótimo O pianista, a refilmagem de Peter Jackson para King Kong e ficou ali, pagando micaço nessa porcaria como um vilão fuleiro de quinta categoria:

- Me matar não vai resolver nada...
- Mas já é um começo.

HAHAHAHAHAHAA MORRE DIABO! 
É demais pra tia, gente. NÃO SOU OBRIGADA.

Cotação: 1/5

Assim, os quinze minutos do começo, tá, porque sou muito boa! Vá jogar Playstation minino e chuta essa bomba que é macumba da pesada.

Um comentário:

  1. Quando eu vi esse filme há 1 bilhão de anos eu até que achei legal! (não que eu me lembre de alguma coisa) (na verdade eu me lembro do Nemesis) (na verdade muito pouco).

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