quinta-feira, 21 de março de 2013

Exterminador do futuro 4 - A salvação - 2009 (Terminator Salvation - 2009)



Título Original: Terminator Salvation
Ano de lançamento: 2009
Direção: McG
Roteiro: John D. Brancato, Michael Ferris
Elenco: Christian Bale, Bryce Dallas Howard, Anton Yelchin, Helena Bonham Carter, Sam Worthington, Moon Bloodgood

Sinopse: 
No tão aguardado filme da franquia O Exterminador do Futuro, ambientada no ano pós-apocalíptico de 2018, Christian Bale faz o papel de John Connor, o homem destinado a liderar as forças de resistência humana contra a Skynet e seu exército de Exterminadores. 
Mas o futuro o qual Connor foi criado para acreditar foi alterado em parte pela aparição de Marcus Wright (Sam Worthington), um estranho cuja última lembrança é de estar no corredor da morte. 
Connor precisa descobrir se Marcus foi enviado do futuro ou se resgatado do passado. 
Enquanto a Skynet prepara seu ataque final, Connor e Marcus embarcam em uma odisséia que leva ambos ao centro de operações da Skynet onde eles descobrem um terrível segredo por trás da possível aniquilação da raça humana.


Por Tia Rá Connor

Tem certos filmes que gritam para mim: Tia Rá, me xoxa por favor? Me dá uma surra, gata, acaba comigo! Pois bem! Sobe Shakira? Y agora estoy aqui, querendo esculachar, mas não sou obrigada mássss! Ok, parei. 

Eu não sei o que deu na cabeça de Christian Bale, que errou de set, errou de filme e foi fazer voz de Batman e pagar de John Rambo Connor nessa produção uó do borogodó. Mas teve coisa pior né gente? Porque a coisa já começou aloprada aquela bomba atômica Terminator 3, uma das maiores comédias de todos os tempos SÓQUENÃO

Assim, não posso falar nada da ação e dos efeitos especiais, porque o filme é tão bem servido disso que chega a enojar. Só que nada se compara a cabeça mutante de Helena Boham Carter, perdendo seu tempo nesse samba de crioulo doido com um personagem completamente inútil! Pense bem: alguém aqui se interessou em saber quem era a doutora Serena? Ah pois, ninguém quis entrar nos detalhes, ir além, querer mais. Porque pouco I-M-P-O-R-T-A! Aliás, tarra linda ela de careca né?! SÒQUENÃO! 

Eu tenho que aguentar a dublê de Xessica Xatissima, a Bryce Dallas Uó, outra inútil que tá lá pegando checão pra pagar as contas fazendo papel de prenha com cabelo bom e maquiagem Avon em pleno futuro apocalíptico, vocês entendem a situação? Cadê a cara suja, fia?  Tá todo mundo na lama e você com esse baton Reese Witherspoon fazendo a Xessica inexpressiva? Cadê coerência, POVO? ALGUÉM ME SALVA? 

E a Blair, a personagem de Moon Sangue Bom? Assinalem a alternatchiva correta sobre ela (vale um beijo de língua da tia com dentadura, viu?):

A) É apenas uma inútil
B) É apenas uma inútil, mas serve de interesse amoroso pra o Marcus.
C) É apenas uma inútil, mas serve de interesse amoroso pra o Marcus e para mostrar os peitos em uma cena deletada do filme.
D) T.R.A.

Num seria mais polêmico se ela fosse homem e o Marcus fosse gay, gente? E se colocassem John Connor pra se apaixonar por Marcus e os dois tivessem um romance? OI? Porque se é pra avacalhar eçapoha, que façam logo a merda toda e botem um Brockeback Mountain meets Terminator pra causar, bando de lesmas marinhas! LOL 

Comolidar com Sam Worthington, a versão australiana de uma porta dupla que precisa de botox nos olhos porque tem mais rugas que a tia aqui que, olha só, no filme tem papel mais interessante e tá melhor do que o Batman, gente? Não que isso queira dizer muita coisa RISOS. Porque em termos de atuação, não temos aqui nossa mama quebra tudo cospe na nossa cara, a diva da escopeta na mão Sarah Connor.  A exceção boa elenco é o fofinho Anton Yelchin, que prometia eu pegava mas é a cara do flop, né povo? Temos androides que são mais expressivos do que os atores e isso só pode ser sintoma que a coisa tá preta. 

Preta aliás é a fotografia, suja e porca, que quase ninguém consegue enxergar nada nas cenas noturnas. Mais porca é a trama do filme, que já começa com um prólogo tão mastigadinho que não deveria existir - ele poderia ser inserido no meio, lá naquele momento em que John encontra Marcus, ou retirado mesmo pra manter algum mistério nessa joça, mas alguém achou por bem colocar no começo mesmo pra ensinar as crianças por antecipação quem é Marcus, entendem? McG, a direção caótica neurótica e sem estilo dessa merda, tem síndrome de Michael Bay e adora uma destruição a cada dois minutos de filme, porque pra quê colocar algum drama se você pode fazer cair dois helicópteros, cinco naves, um batalhão de gente e a paciência do espectador, né mesmo?  E vamos falar dos furos?

Porque aqui os personagens atiram antes para conversarem depois e resolverem seus problemas? OI? Eu adoro a anaconda robô. Sério! Ela é a prova que a Skynetch também erra a mão na hora de fazer seus produtos que não vingam nas prateleiras RISOS. E ela grita! GRITA! Só falta falar! Vamos refletir? Um robô. Anaconda. Que grita. "Isso deve vender boneco pras criança aloprada", alguém deve ter pensado. Porque Terminator Salvation foi criado pra vender quinquilharia, de bonecos a jogos de vídeo games, passando por cuecas, camisas, bonés, entradas pra parques de diversões e modelos de motocicletas "iradas" e no momento em que estavam criando alguém realmente deve ter obrigado a criarem todo tipo possível de coisas que fossem capazes de ser vendidas como marca.

É por essas e outras que eu amo o transformer gigante e a cena em que ele chega, sabe? Porque o bicho faz mais barulho do que torcida do Flamengo em dia de clássico no maracanã, vem acompanhado de uma nave carroça barulhenta como o inferno mas todo mundo é pego de surpresa porque NINGUÉM ESCUTA NADA! E o que dizer das motos? Desculpa esfarrapada para uma sequência de perseguição, sim ou com certeza? A superação vem na forma da central da Skitnet, com a cabeçuda da Helena fazendo aquela dramatização lixo de corar a alma num telão - e na pele do T-800, o ciborgue assexuado de Arnold Schwarza criado digitalmente (ele não tem piu piu).

Mas tem o final. Gente, O F-I-N-A-L. Tomei todos os Omeprazol que tinha na bolsa, porque até aquele monólogo me deu azia. Me dá um L, me dá um I, me dá um X, me dá um O, que eu grito LIXOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!

Cotação: 0/5

Para uma fã da série like me, fiquei chocada por três gerações seguidas como isso pode ter saído do papel. Ânsia de vômito define.

2 comentários:

  1. Qual a utilidade de uma crítica "Revista Contigo" destas? E ainda vem criticar o trabalho dos outros...

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  2. resenha fantástica!!
    na época que vi, não gostei e até fiquei um bom tempo sem revê-lo, mas depois do "genesys" esse até melhorou...

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