quinta-feira, 7 de março de 2013

Moonrise Kingdom - 2012




Título Original: Moonrise Kingdom
Ano de lançamento: 2012

Direção: Wes Anderson
Roteiro: Roman Coppola, Wes Anderson
Elenco: Bill Murray, Frances McDormand, Tilda Swinton, Harvey Keitel e Edward Norton

Sinopse: A história se passa nos anos 1960, quando um jovem casal se apaixona e decide fugir. Os líderes da cidade começam a disseminar a ideia de que eles foram sequestrados e iniciam uma busca.

Por Tia Rá


Assim, não curto muito o Wes Anderson, mas a tia tem que reconhecer umas coisas né... ele tem uma qualidade de extrair o melhor de seu elenco - e atrair gente boa para o seu projeto - nuns filmes bem podrinhos que só os alternativos curtem eçaspohas né, povo? Podemos dizer que aqui o Sonifero Kingdom traz ótimas atuações - até John McLaine, não compromete - com Bill Murray, Frances McDormand, Tilda Swinton, Harvey Keitel e Edward Norton, além das crianças, todas muito bem dirigidas - o destaque fica por conta do casal Suzy - uma Uóma Watson piorada - e Sam (Kara Hayward e Jared Gilman).

A minina toma gardenal porque é depressiva e deslocada, incompreendida pelos pais porque é meio loka das ideias, sabe gente? Ele um órfão escoteiro bem nerdinho e ambos com tendências agressivas, quase dois psicopatinhas RISOS. Os dois trocam cartas de amor (CEJURA?) e decidem fugir para viverem juntos (OI?), mobilizando os adultos em suas buscas (OH REALLYYYY?). A partir dos cinquenta minutos, quando os dois são capturados - depois de muito lenga lenga que a tia quase dormiu -, o filme deixa perder o interesse do espectador e desce ladeira abaixo, com os adultos tentando ajeitar as coisas para as duas crianças, enquanto os dois dialogam para a câmera de Anderson sobre um processo de amadurecimento, de liberdade de decisões, de amor bla bla bla (e o filme é sobre isso em resumo, basta notar a relação deteriorada dos pais de Suzy, FIM). Os escoteiros decidem ajudá-los e os dois fogem novamente, começa toda uma dramatização brega sobre o caso.

O filme tem a assinatura do diretor, seja na montagem, correndo os cenários como se eles estivessem lado a lado, seja na fotografia colorida, ou naquele tipo de ironia, um humor negro, uma estranheza, personagens desajeitados, ou desequilibrados, procurando seu espaço - ou tudo junto, é um carnaval né... O problema é que Mun-Rá-ise indicado ao Uóscar de Melhor Roteiro, passa aquela sensação de que sai do nada prapoha de lugar nenhum. O filme é meio travesti, indeciso entre fantasia e evento real, quase como um esquizofrênico, e com uma lentidão de causar sono. Se optasse por enveredar pelo lado fantástico, podia dá o que preste - repare que o filme tenta quando a personagem Suzy lê os livros que roubou da biblioteca, mas morre na praia e no ideal de amor das duas crianças desajustadas.

Assim, pra coroar a bagaça, Tia Rá torceu MUITO pra os mininus pularem no final e se esbagaçarem lá no chão.  Tipo, pulou, AI, pá, chão, sangue. Fim corajoso, todoschora, dramatização, todo mundo arrependido, todo mundo se culpa, mas tudo volta ao normal. E que tal se os minino pulassem e todo mundo resolvesse pular também, todo mundo morrenu, num ia ficar legal e causativo esse final? Sou normal? Sei que não. Wes Anderson é o Nolan das viadas indies né... ele caga, faz aquele toletão, aí a crítica abre a boca e lambe como se fosse sorvete de chocolate, né povo? MENOS! Não sou obrigada. Dipois falam que a tia é insensível. Aff... Vááááá... tou ficando véia demais pra isso!

Cotação: 1/5

Ótimo elenco em uma tortura sem razão alguma de existir.


2 comentários:

  1. Puxa, eu gostei da sinopse. E da paleta de cores. Vou procurar só pra averiguar, rsrs.

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    Respostas
    1. Menino, deu um sono dos diabos que vou te contar viu... Eu toda empolgada e o troço quase parando... Mas assim, tem quem goste, né... rs Espero que você aproveite melhor, amor!

      Bjs da tia!

      Excluir

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