domingo, 31 de março de 2013

Oz Mágico e Poderoso - 2013




Título Original: Oz, the great and powerful
Ano de lançamento: 2013
Direção: Sam Raimi
Roteiro: David Lindsay-Abaire, L. Frank Baum, Mitchell Kapner
Elenco: James Franco, Mila Kunis, Michelle Williams, Rachel Weisz 
Sinopse: Quando Oscar Diggs (Franco), mágico de circo de ética discutível, é carregado do poeirento Kansas para a vibrante Terra de Oz acha que tirou a sorte grande – teria fama e fortuna ao seu dispor. Até que ele encontra três bruxas, Theodora, Evanora e Glinda, que não estão convencidas de que ele é o grande feiticeiro que todos imaginam. 
Relutantemente tragado pelos épicos problemas em que a Terra de Oz e seus habitantes estão enfrentando, Oscar tem que descobrir quem é bom e quem é mau, antes que seja tarde demais. Colocando em prática suas artes mágicas da esperteza e do ilusionismo – e até um pouco de feitiçaria – o personagem se transforma não apenas no grande e poderoso Mágico de Oz como também em um homem melhor.



Por Tia Rá, a bruxa má do oeste

Posso fazer a Dorothy, povo?

"A luz do arco iris 
me fez ver, 
que eu vi esse filme e 
tive vontade de morrer" 

Ok, parei! Assim, eu tarra resistinu a tentação de ver esse desastre épico e tive todas as desconfianças do mundo quando minha querida sóquenão irmã Lady Rá disse que era bom, sabe? Porque Milady Rá é daquele tipo que vê coisa boa até em dor de dente, entendem povo da Terra? kkkkkkkk EU SOFROOOOO!!!

Eu não sei o que deu na cabeça desse povo de escalarem alguém tão sem carisma, sem talento e insosso quanto o James Franga para sustentar uma superprodução como esta (Hello, Disney! você não aprendeu nada com o seu passado?). Aqui, Franga tá apresentação do Oscar, tá maresia, tá a cara da maconha. Péssimo, caricato, lendo o roteiro no automático, Franga não consegue passar nenhuma verdade com seu personagem. Não consegue entreter, não consegue se destacar. Seu personagem é um mágico fuleiro fumambentu passa o tempo dando em cima das assistentes e fazenu números baratos em um circo de quinta categoria. Um dia, é arrastado por um tornado, enquanto fugia de tomar porrada, dentro de um balão e vai parar num reino encantado onde vai fazer parte de uma profecia macarronica tosca e ali mostrar que realmente pode fazer a diferença na vida de alguém.

Dói ver a diva Rachel Weiz cujo talento foi atirado no lixo, vestida pronta para desfilar num carro alegórico de escola de samba. Mila Kunis, fazenu o que sempre fez - cara de Lolita pronta pra dar pro primeiro que aparecer na frentchy. Sua versão mulher hulk de chapéu e vassoura é a cara da mágoa de caboclo, uma verdadeira exu macumbeira de terreiro de candomblé com direito a lente de contato de drag queen!!!! UA-TA-RRREEEUUUUU? Mas sabem, ela é até mais animadinha assim verde musgo, mas é tosca de d-o-e-r. PAUSA DRAMÁTICA: não pude me conter quando a vi montar em uma vassoura com problema de motor, fumaçanu que nem chaminé, vai numa oficina, mocreia! hahahaha L-I-X-O. E Michele Williams, C-O-M-O-L-I-D-A-R com essa aloprada, povo? Mulher dá sono só de olhar pra ela. Preguiça dessa mulher, gente. Me cansa.

Aí, a gente tem que aturar cenas do tipo menina de porcelana conhecendo os poderes milagrosos de uma boa super bonder e um macaco de asas cuja função é... carregar uma mala, fazer umas piadinhas sem graças, enfim... Aliás, o filme todo é uma super bonder mental, vamo' combiná? Porque faltou muito LSD pra tchia embarcar nessa podreira toda, engessada em tanta coisa programada pra se criar uma franquia (as bruxas vivem no feen, REFLITAM) e vender para a Disney (sempre ela, né gente...). 

Trilha sonora xoxa, colada de restos de outros trabalhos de Danny Elfman, que fica se repetindo quando tá com preguiça de fazer algo que preste e dá nisso daí. E assim como aconteceu com Burton em "Alice no brega das maravilhas", Sam Raimi dirige o filme como se tivesse sendo ameaçado de morte pelos executivos da Disney, que transformam tudo em porcaria do jeito que querem para virar um parque temático, sem sequer deixar o homem trabalhar pra dar uma nota autoral. E olha que de bruxa e trasheira pra gente rir horrores, Tio Raimi entende, né...? Que o diga nossa diva absoluta Sylvia Ganush, que faz uma participação pequena aqui no filme tentando se revelar na pele verdadeira da bruxa de Rachel Weiz kkkkkkkkkkkkk Já imagino Sam Raimi dizenu "deixa a Sylvia se revelar só um tiquinho? Por favor, por favorrrr" e o executivo reclamando "NEEEEEEEEEEEEEEEEMMMMM"

Aqui procê, óh Disney!



Momentos fails épicos: o filme prepara para a plateia um número de anões dançarinos cantores de corar a alma e um combate final histérico neurótico cheio de explosões e efeitos especiais - eu até esperei que a Katy Perry entrasse num palco ali dublando "Fireworks". Porque se é pra avacalhar eçapoha, vamos fazer direito né gente? Mas, OHWAIT! A horrível música tema tem a Moreia Carey, já tá de bom tamanho mesmo!

Assim, embala esse troço, joga no mar e sai correndo porque é capaz de ele fazer a fada do rio com cara de piranha - e cuspir de volta na sua cara.

Cotação: 1/5

Com muito esforço, cheguei ao final depois de roncar horrores, porque a direção de arte é criativa. Mas pra mim é e sempre vai ser um dos piores e mais descartáveis filmes de todos os tempos. Pronto, já podem queimar a tia bruxa aqui na fogueira HAHAHAHAHAHHAHA

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