terça-feira, 26 de março de 2013

Pra virar filme... ou não! - Prometheus² - Capítulo 16 - Metamorfose


16. METAMORFOSE


Quando George adentrou a enfermaria, carregado por James e Yamato, Shaw percebeu que o estado dele era crítico: sua condição era tão grave que ele não conseguia ficar de pé.

Foram necessários três homens — James, o oriental e o jovem — para o colocarem sentado sobre a maca. Com força extra, puseram as pernas sobre ela, de forma que ele pudesse se deitar. Nesse momento, David adentrou a enfermaria. Os olhos estavam fixos em George.

— O que houve? — perguntou James. — O que aconteceu com ele?

Shaw estava afastada, em um canto da sala, observando tudo. Recusou-se a se aproximar, para não atrapalhar aquela verdadeira operação de salvamento. Ela e David se entreolharam.

— David... O que aconteceu?

David tinha feições de uma expressão perfeitamente humana. David parecia em estado de choque.

— David, responda...!

David virou-se para ela e balançou a cabeça lentamente em negação.

Yamato explicou o que tinha incidido rapidamente e afirmou, por ora, que George demonstrou reagir a estímulos externos durante o percurso até a enfermaria.

— As pupilas reagiram à luz.

Logo, James praticamente se deitou sobre o corpo do homem e avaliou novamente as pupilas de George. Elas respondiam a luz, abrindo e fechando. Um claro sinal de que o que o asiático dizia era correto.

— Ele desmaiou na nossa frente — contou o Bispo. — Ele tossiu muito, uma tosse seca... como um cachorro engasgado com um osso... Eu não sei explicar, doutor. Faça alguma coisa! Deus do céu!

— Tenham calma, ele está só com uma febre, não parece ser nada demais — relatou James, verificando o pescoço e os braços do homem: — Febre branda ainda... Mas a temperatura está subindo...

  George fez um movimento brusco, saindo daquele transe, e todos se assustaram. Finalmente, reclamou de dores, na cabeça, alvo de uma enxaqueca: sua voz era pastosa, arranhada. Reclamou também de dores no peito, na região dos pulmões. Mal conseguia respirar de tão febril e desfalecido. Mas afinal tinha despertado, o que, para James, já era um bom sinal. Mal sabia ele do horror que passaria naqueles momentos seguintes.

  A esta altura, o comentário de que havia um doente na colônia se espalhou na velocidade da luz, de maneira que era impossível controlar o alvoroço em torno do assunto. Os colonos se comprimiram na porta da enfermaria, pedindo por respostas. Na concepção deles, George fora envenenado. Logo, haveria um assassinato. Conspiração.

O Bispo, então confirmando sua “autoridade”, ordenou que isolassem a área, de forma que todos os internos deveriam retornar para seus alojamentos — ou receberiam a punição máxima por ele estipulada: retornar para o caos da Terra. Temendo serem banidos e voltarem ao planeta natal, punidos por este que seria o maior de todos os castigos, os homens concordaram em voltar para os alojamentos, até obterem uma declaração em retorno do Bispo. 

  Esta era uma espécie de acordo, feito de boca. Se se comportassem, o Bispo contaria tudo e esclareceria o sucedido. Não ficariam tão satisfeitos facilmente, com toda aquela loucura e agitação na colônia, como nunca havia advindo anteriormente. Mas o grupo de Shaw ganharia tempo para agir nos cuidados de George, sem se preocupar com a interferência daquelas pessoas.

Ali, naquela enfermaria, naquele momento, a situação era crítica. O lugar possuía boa iluminação, mas algumas lâmpadas, no entanto, piscavam, para horror dos que ali estavam. 

  O doutor correu pelos armários, pegou um termômetro e, enfim, mediu a temperatura de George. Com espanto, gritou que a temperatura passava dos 40 graus (!). Se a temperatura continuasse subindo, George morreria devido a um choque de uma infecção. Começaram então os procedimentos para baixar a febre.

George se adiantou e reclamou de dor no ombro. Afirmou que sentia dores abdominais e James percebeu que o nariz dele estava mudando de cor para o vermelho, como se ele tivesse alergia ou uma reação alérgica a alguma substância. As veias pulsavam histericamente. Shaw deu um pulo, já nervosa. 

— Está acontecendo... de novo...

— O que você quer dizer com “de novo”?

James rasgou parte da túnica que George usava e, no exato momento em que os outros avaliaram o local, logo empalideceram. Não havia palavras capazes de descrever as expressões incrédulas daquelas pessoas ali dentro diante do que viam. Menos David, mantendo-se impassível ante o horror daqueles momentos.

Havia um buraco, como que provocado por mordidas semelhantes à de uma pessoa, no ombro de George. As marcas eram profundas: numa rápida avaliação, James reparou que a pele dele tinha sido rasgada de dentro para fora, em torno de cinco centímetros de profundidade. O mais surpreendente era que, anestesiado e febril, George nada sentia.

— Vocês viram essa coisa nele? — interrogou James, para Yamato e Arthur. — Vocês viram antes de trazê-lo para cá?

— Não, não vimos! — respondeu o bispo, inconclusivo: — Deve ter aparecido do templo para cá, James...! 

— O que diabos é isso? 

James precisava limpar o local, livrá-lo de um choque e fechar a ferida. Parecia simples para quem passou por momentos de horror durante as guerras no planeta Terra, mas não era: o buraco no ombro de George pulsava, estranhamente, e parecia necrosar aceleradamente. 

Shaw, mesmo mais recuada, percebeu que a abertura crescia mais e mais, caminhando na direção do peito de George. Adiantou-se, alguns passos, por detrás dele, e reparou que tinha um mau cheiro, tal qual carniça. Sim, a pele de George estava podre, exalando um odor nauseabundo. E estava ganhando uma cor cada vez mais negra.

— Está cheirando mal. Isso é necrose. Vamos precisar operá-lo e eu terei que remover a pele doente. 

— Essa não, doutor James... por favor...!

— Eu vou lhe anestesiar, não se preocupe! Está sentindo o ombro? — questionava o doutor — Está sentindo, George?!

— Não... Urgh... Deus... Não consigo mexer, doutor! — George gemeu, naquela tentativa inútil de mexer o ombro.

— Está doendo?

— Não dói... Argh... Está começando a arder...

De repente, George paralisou-se de tanta dor. A sensação era descrita por ele como se o ombro começasse a pegar fogo. A queimação era de dentro para fora. 

— Quem fez isso? — questionava o Bispo. — Quem fez isso? Diga, quem fez, George? Diga quem fez e nós tomaremos a providência necessária para tirá-lo daqui agora!

— Eu não sei o que é isso!

— Eu não sei que doença é essa — reclamou James —, nem quem passou para ele, Arthur!

— Está entrando em choque, James... O rasgo está abrindo e está apodrecendo! — alertava Shaw, indicando o buraco. — A infecção está se espalhando...!

— Tenho que procurar por antipirético e um analgésico na prateleira, rápido! 

 Precisavam baixar a febre, controlar a infecção e aliviar as dores do paciente. Tarefa simples, mais uma vez. Não, não era. James estava nervoso e impreciso demais. Transpirava excessivamente. No auge da confusão, ele pediu que Shaw ficasse com George, mas ela não deu um passo sequer. 

Shaw não teria coragem, naquele instante, de cuidar de uma pessoa que a queria ver morta. Em seu íntimo, por mais doloroso que fosse, tão magoada e ressentida que estava, preferia que George morresse naquela agonia. Todos ao redor observavam aquelas reações de frieza de Shaw, tão chocados quanto ouviam os gemidos de agonia de George. 

O Bispo se apressou, ignorou o pedido para Shaw e deu um passo adiante. Deu a volta na maca e segurou a mão direita de George, com força, fazendo o que um bom religioso da colônia faria. 

 Mesmo confiando no poder de Deus — e tendo visão de que os problemas de saúde física e espiritual eram uma única coisa apenas —, era notável a sensibilidade e a crença do Bispo de que James, um médico, pudesse fazer algo de bom por aquele pobre homem. 

— Eu não quero morrer, Bispo! Eu não quero morrer! —George desmaiava, vendo tudo rodar em torno dele, e começou a chorar desesperadamente. Já não enxergava direito, tonto. Parecia dopado por droga. Sentia vontade de vomitar, nauseando. E a temperatura do corpo subia velozmente. Repentinamente, alucinado, começou a gritar: — Não! Você quer me matar... Você quer me matar... Mas eu não estou morto ainda... Eu não estou morto! Não me deixem aqui... Não me deixem, preciso de remédios...! Preciso me confessar, Bispo! Eu preciso me confessar!

— Tente ficar calmo! — bradou Arthur. — Você não vai morrer, irmão. O demônio está em você, mas vamos expulsá-lo. Reze comigo: Pai nosso que estais no céu, santificado...

— Foi ela! Ela libertou o mal! Ela libertou os demônios! — Shaw entrou no campo de visão de George e ele enfureceu. — Tirem essa vadia do demônio daqui! Tirem! 

— Pare de gritar e responda: você esteve na nave em que eu estava?! 

A pergunta fez com que todos parassem. Todos olharam para a figura intimidadora e olhos congelantes chamada Elisabeth Shaw. Todos bestificados, ali, tentando ajudá-lo e Shaw sem expressão de preocupação por George. Seu olhar glacial dizia que ela não possuía sentimento algum por ele. A preocupação dela era com ela mesma e com sua segurança, sua saúde.

— Responda, droga! — ela persistiu. — Você teve contato, George? Se você teve contato, você vai morrer, seu filho de uma mãe!

— Tirem essa mulher daqui!

— Diga, seu infeliz, você teve contato com a carga?! Você manteve contato com a carga?!

— James, ela precisa sair daqui AGORA! — ordenou Arthur.

James parou o que fazia e discordou.

— Não, Bispo. Nós precisamos saber para tomar as medidas cabíveis!

— Ele esteve na nave, conosco, no momento em que resgatamos Shaw — confessou Yamato, agoniado. Virou-se para ela: — Mas ele não pegou nada ou manteve qualquer contato sem proteção, Shaw. 

David demonstrou hesitação.

— Isso não tem nada a ver com você, mulher — desfez o Bispo, irritado. 

— Por favor, se afaste daqui e deixe que cuidemos disso!

— David, está acontecendo de novo! — reclamava ela. — Faça alguma coisa!

— Não há mais o que ser feito, Doutora Shaw.

George hesitou até a dor aumentar e dilacerar sua cabeça como se esta fosse explodir. As veias do pescoço pulsavam, indicando aceleração brusca nos batimentos cardíacos. Segundos depois, já se debatia sobre a maca. 

Não bastasse o Bispo segurar suas mãos, James e Yamato também tentaram acalmá-lo, o primeiro agarrando-o pelos braços e o segundo pelas pernas. Pressionavam seu corpo mirrado contra a maca e a mesma se movia, se arrastando ruidosamente pelo piso em detrimento da força daqueles homens. Tentavam mantê-lo estirado, mas George, cheio de dor, não parava de se contorcer: ele parecia mais forte do que os três homens juntos!

— Que doença é essa, meu Deus?! — James tentava raciocinar, mas o estresse de todos dentro da sala o impediam. — Ele está tendo espasmos musculares, convulsões...

— Os batimentos cardíacos sobem e descem! Deve estar a duzentos batimentos por minuto, James! Não tenho como precisar — avisava Yamato —, mas o coração dele não vai suportar se não reduzirmos!

— James, agora não é hora para buscar explicações, ande rápido se quiser salvá-lo ou faça um favor para todos nós e deixe esse infeliz morrer! — gritou Shaw, enfurecida. — O abcesso está crescendo rapidamente! Ele está em choque!

A infecção era tamanha que, de dentro da mordida, um líquido purulento escorreu. Os olhos do Bispo não desgrudavam daquele ferimento. Parecia que ia crescer como uma bolha cheia de pus e estourar aquele caldo amarelado em seu rosto.

A garganta de George se estreitava, de maneira que suas cordas vocais mudaram de espessura e sua voz ficara ruidosa: George rosnava tal qual um cão doente de raiva. O timbre vocal, no entanto, lhe dava ainda mais a bizarra aparência de possessão demoníaca. Para o bispo, era a prova de possessão. Para James, a prova de uma doença que ele desconhecia.

George passou a salivar, a babar, soltando espuma por um dos cantos da boca de maneira que, ao ver aquilo, todos ficaram ainda mais apavorados. Havia mais medo por ter contato com aquilo do que pela possibilidade de que George morresse. 

Sendo assim, os homens procuravam, desesperadamente, evitar respingos de secreções sobre eles. Mas com a agitação descontrolada do corpo do paciente sobre a maca era quase impossível. Os gânglios, no pescoço, por exemplo, fistularam, e deles saiu uma substância viscosa negra, resultante da infecção.

O doutor continuava na sua busca por salvá-lo, agora procurando pelos remédios e ignorando os chamados. Revirava as prateleiras. Mesmo tendo visto os horrores da guerra na Terra, e com toda a sua experiência, Shaw podia notar que James era afobação em estado bruto.

Havia um pote plástico marcado como “ácido”. Ele incrivelmente o deixou cair no chão, não manifestando qualquer cuidado ou zelo por uma substância perigosa como aquela. O pote não quebrou, James o ignorou. David foi até o pote e o apanhou. Percebeu também que James deixou de lado os instrumentos cirúrgicos, mas em um local visível. Shaw notou que David estava tramando algo.

James era um retrato de conflito interno. Passou como que em câmera lenta, aos olhos, agora saltados, de Shaw. Estava com uma expressão de fraqueza. Não de medo que todos ali sentiam, por se contaminarem com aquela estranha doença, mas o medo de, simplesmente, não conseguir evitar que George morresse. O medo que o transformava em um ser impotente e que Shaw resumiu em um grito. 

— ISSO NÃO VAI DAR CERTO, JAMES!

— Mas temos que tentar salvá-lo! 

O medo que o fazia temer a morte daquele homem, sob sua responsabilidade, era o que o fazia enfrentá-lo: se George tentasse atacá-los, James não pensaria duas vezes em usar uma serra contra ele para se defender. 

Continuou procurando, jogando potes de medicamentos para fora do armário.

— Deus está nos protegendo! — dizia o Bispo, repetindo sem parar. — Deus está nos protegendo! 

— BISPO...

E Arthur orava:

— Deus vai lhe perdoar porque você tem problemas mentais, George. Pessoas com problemas mentais precisam de ajuda e nós estamos aqui para lhe oferecer ajuda mental e espiritual! Eu posso vê-lo! Deus está nos protegendo! Repita comigo!

George deu um berro, sacudindo o corpo como se possuído pela força de todo o inferno dentro dele. Sentia palpitações dolorosas na goela, como se esta quisesse estourar, sem saber que ali se faziam bolas de sangue. Fez um ruído, um rosnado animal, e quase vomitou sobre todos eles. 

— Eu não consigo achar o remédio! — gritou ele. — Espere, encontrei!
Os olhos de George arderam como se estivessem no meio de labaredas. George não parava de gritar e a voz, enrijecida pelo esôfago deformado, era assustadora. Ele quase não tinha ar. 

Acometido por espasmos musculares nas pernas, George não conseguia mais senti-las, embora, mesmo com tanto sofrimento, elas se movessem desordenadamente sobre a maca de maneira que era quase inviável segurá-las. Isso se devia ao fato de que os músculos estavam pulsando violentamente sem que ele pudesse ter controle sobre eles.

David não conseguia compreender tanto temor da morte, se aquele homem era tão temente e dedicado a Deus e se acreditava na evolução espiritual e na vida pós-morte. 

— Você não vai morrer! — discordava o Bispo. — Você não vai morrer!

— Oh meu Deus! Oremos todos juntos por esta alma — aconselhava Yamato. — Vamos orar ao Senhor para que ele nos guie para a cura disto! Nós precisamos de orações para que Deus nos ajude ou ele não vai nos escutar!

— É melhor se afastarem dele — recomendava Shaw, — AFASTEM-SE!

— Não abandonarei um dos meus homens assim como Jesus não abandonou a humanidade — retrucou Arthur, cheio de estupidez. — Você não está nos ajudando! Saia daqui, mulher! SAIA! 

James correu até uma bandeja mais afastada em um canto do lugar, sobre uma cômoda. Estava emocionado de tal modo que não estava encontrando o que tanto procurava antes bem debaixo do seu nariz. Pegou um pano, dobrou até que ficasse com a espessura de dois ou três dedos, e colocou sobre os olhos de George, impedindo que ele se incomodasse com a luminosidade. 

Voltou. Agarrou uma seringa, uma ampola do remédio e sugou o líquido. Correu até George e, habilmente, os homens estiraram o braço direito para que ele aplicasse o remédio diretamente nas veias. Depois de tanta agonia e sofrimento, George, enfim, recebera o remédio.

— Vamos controlar a infecção! Ufa... Vai ficar tudo bem — dizia James, em um tom esperançoso. — Ele vai ficar bem. Não se preocupem... Ele vai ficar bem. 

— Ele está delirando, doutor... — bradava Yamato. — Vamos perdê-lo!

— James, eu não sinto mais o pulso! Ele não está comigo, estamos perdendo! 

— Ele está queimando — bradou Yamato, segurando-o. — Meu Deus, ele está quente demais! Estou sentindo mais nódulos no pescoço e embaixo do braço! 

O pescoço do infeliz inflava como se por ali tentasse passar uma bola de basquete. George tirou o pano de cima dos olhos. Os olhos já eram, a esta altura, duas bolas feitas de uma cor branca translucida, fantasmagóricas. O rosto dele enegrecia e parecia deformar. Shaw deu um berro.

Yamato tentava virar o corpo de George. Passou as mãos pelas costas dele, rapidamente, e concluiu: — Doutor, ele... está cheio de caroços nas costas também!

— Oh meu Deus! Faça alguma coisa, James! — insistia o Bispo. — Você é o médico! Você é o médico!

Boquiaberta, Shaw não conseguia mais falar nada. Os homens, ao redor da maca e de George, se destruíam na procura de uma solução para aquilo, sem conseguirem. Shaw sabia que a morte viria, mas não imaginava que viria de uma forma tão bruta, dolorosa e visceral. Seus olhos não piscavam. Recuou dois ou três passos, imaginando que ali ocorreria algo pior. 

Aos poucos, George foi tomado por hemorragias na camada inferior da pele, que começou a escurecer. Ele perdia as forças para falar. Arfava, mergulhado em uma poça de suor e no pus negro que descia pelo seu ombro. A mão não soltava o Bispo, que sentia o corpo do homem paralisar e incendiar como todas as flamas do inferno. Era desesperador.
James se confundia, como se não soubesse corretamente que atitude tomar. Lançou-se sobre o corpo, em desespero, tentando escutar o bater do coração: — O que aconteceu?! Ele ainda tem pulso! O coração está devagar, ele vai ter uma parada cardíaca!

— Está ficando inconsciente — disse David. — Uma metamorfose!



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Gostou? Não gostou? Sugestões? Críticas? Essa é a sua chance de dar a sua opinião porque ela é muito importante para nós! Seja educado e cortês, tenha respeito pelo próximo e por nós, e nada de ofensas, tá? Esse é um espaço democrático, mas comentários ofensivos serão excluídos.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...