quinta-feira, 25 de abril de 2013

Evocando Espíritos - 2009



Título Original: The Haunting In Connecticut
Ano de lançamento: 2009
Direção: Peter Cornwell
Roteiro: Adam Simon, Tim Metcalfe

Elenco: Amanda Crew (Wendy)
D.W. Brown (Dr. Brooks)
Elias Koteas (Reverend Nicholas Popescu)
Erik J. Berg (Jonah)
Kyle Gallner (Matt Campbell)
Martin Donovan (Peter Campbell)
Sophi Knight (Mary Campbell)
Ty Wood (Billy Campbell)
Virginia Madsen (Sara Campbell)

Sinopse: Uma família é forçada a se mudar para perto de uma clínica, na qual o filho adolescente recebe tratamento contra o câncer. Porém, eventos sobrenaturais e violentos começam a aterrorizá-los em sua nova casa.


Por Tia Rá

Vamo' chamar os caça fantasma?
Jamaish me vi bocejanu tanto num filme de terror quanto esse que acabei de ver, Evocando Exus. Tanta ladainha no filme, tanta comoção neçapoha, tanto argumento cagado e tanta cena trash me deixaram totalmente com sono. Foi difícil, mas óh, Tia Rá é brasileira e não desiste nunca!

Assim, não adianta ter Virginia Madsen (OI, CANDYMAN! TU TÁ BEM?) e Elia Koteas acreditando no filme, se todo o resto tá caganeira né... mas eles são flopados... Tem que ralar mermu se quiserem pagar as contas porque, olha... te contar viu... que direção vagaboonda dos infernos é essa, meu povo? Choca ver o quanto tudo é precário nesse filme, desde a trilha sonora trash subinu demasiadamente até o nível insuportável, às situações criadas para dar o clima de horror chegando ao plot do menino doente que se perdeu no meio da bagaceira e ninguém deu mais importância antes do final. 

Corte essas unha,
tu quer virar drag poha?
O roteiro precisa apelar pra tudo, de porta batendo a prato caindo e reflexo no espelho. Ele tem que tentar fazer dar sustos no espectador a cada dez segundos, né gente,  pra ver se mantém o interesse na produção... Tipo: música subiu, vou botar um exu ali no canto do cenário e você grita de medo, ok? Me lembrou os clássicos podreiras de filmes de fantasmas dos anos 80 que a gente via quando era criança e achava tudo muito aterrorizante, mas depois que cresce vê o quanto tudo é pobre, entendem? Pobreza, a gente vê por aqui também. Com a diferença que aqui tem defeito especial melhor e make menos barato.

Como todo horror trash, nesse engodo tem padre pra fazer reza brava dentro da casa amaldiçoada. A casa tem gente morta? Sim ou com certeza? Tem cadáver escondido? Sim ou com certeza? A diferença é o ectoplasma, que resolve sair daquele menino numa sessão espírita, eu axei bapho! Ectoplasma podia atuar o filme todo que, óh, ia ficar mais interessante. Já imaginaram gente? Menino tá lá no médico tratando da doença e de repente... ARGH! VOMITEI UM ECTOPLASMA! Menino tá lá brincando com as children e de repente... PÁ! VOMITEI UM ECTOPLASMA! Menino tá almoçando e grita MÃE, VOMITEI UM ECTOPLASMA! E aí o ectoplasma vai viver a vida dele, claro né gente, vai casar, ter filhos, estudar num colégio, ser universitário, montar uma funerária que nem a casa do filme onde tinha gente morta. Olha que plot mara? OK, parei. 

Toma seu buscopan, minino,
e para de vomitar o Geleia!
Mas sério... comolidar com a menina que, além de detetive do CSI Miami, Los Angeles, Nova York e Assunção do Paraguai se torna expert em fantasmas e ectoplasma do nada porque, óh, ela é atriz ruim e não serviu pra nada - só ir em uma biblioteca fazer consulta, já que os outros personagens é tudo burro! Dizem que foi baseado em fatos reais! E...?

E o final, produção, comexplicar aquele papo daquele menino senu salvo do incêndio e depois voltanu do mundo dos mortos de onde ele nunca deveria ter saído com esse filme porco?

Cotação: 0/5

Poltergeist de quinta categoria eu num aceito naum...

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