quarta-feira, 31 de julho de 2013

Johnny vai à guerra - 1971



Por Jason

Vítima da primeira guerra mundial, o soldado Johnny é encontrado entre a vida e a morte e levado aos cuidados médicos. As ordens são claras: dado o estado do corpo do rapaz, não há interesse em mantê-lo vivo a menos que seja por razões de estudo. Isso porque Johnny, acertado por uma bomba, perdeu os braços e as pernas. O rosto foi desfigurado, o cérebro teve hemorragias e ele é incapaz de falar, de ouvir, de se alimentar. Cego, surdo e mudo, é um resto humano, que respira sobre uma maca sem que possam reconhecê-lo por não ter uma identificação nem um rosto.

Sobrevivendo sob os cuidados médicos, o que sobrou de Johnny passa então a delirar, sonhando com sua vida antes daquela situação e se lembrando dos momentos em que estava vivo, de seus relacionamentos amorosos, de sua família, a relação com o pai, até o conflito. Tudo o que ele sabe e sente vem de sua cabeça: agonizando sem poder falar e se comunicar, o rapaz tenta entender a sua condição e se sacode sobre a maca, o que é entendido pelos médicos como espasmos musculares, uma vez que eles não acreditam que ele possa estar consciente. A enfermeira que cuida de Johnny e começa a se comunicar com ele, entendendo suas necessidades, tenta acabar com tamanho sofrimento, mas é impedida, deixando-o em um martírio eterno sabe lá Deus até quando. 

Não a toa, a representação dessas lembranças conscientes e seus delírios são coloridas, ao passo que a realidade amarga na qual figura o que lhe restou do conflito foi filmada em preto e branco, um grande acerto da direção de Dalton Trumbo (que nunca mais dirigiu nada). Trumbo é também autor do livro que inspira o filme, que se transformou num manifesto contra a guerra e um estudo sobre as possibilidades físicas, mentais e emocionais humanas. Trumbo é certeiro na forma como embaralha as memórias e alucinações de Johnny, de forma que as vezes soa impossível saber o que realmente aconteceu com o rapaz e o que é ilusão fruto de sua cabeça atormentada pelos acontecimentos. Mas sua execução como diretor soa falha, uma vez que o ator principal é fraco e parece não ser bem dirigido, uma total nulidade emocional. 

Não ajuda em nada também o ritmo do filme, que é um sonífero. A parte dramática é relacionada ao diálogo OFF do personagem, deixando os coadjuvantes completamente soltos dentro da trama e basicamente sem importância - a exceção parece ser o pai e a namorada, o qual ele a procura na sua mente como uma visão de conforto para sua situação. Ninguém - nem a enfermeira - e nada, além da situação em si de Johnny, porém, inspiram drama e isso acaba pesando no saldo final. 

Os letreiros finais, em que vemos o saldo de tantas mortes, feridos e desaparecidos durante tantos conflitos armados -, e a mensagem de morrer pela pátria -, não poderia soar mais cínica e irônica depois de acompanhada toda a agonia de alguém que não morreu, mas também não vive. Johnny vai a Guerra é assim uma obra interessante, e corajosa, um grito contra a guerra; uma produção que nos alerta para o fato de que não importa de que lado se esteja dentro do conflito, vivos e mortos, ao final todos saem perdendo. 

Cotação: 3/5

O filme está disponível legendado, no link abaixo.


terça-feira, 30 de julho de 2013

Sebastian - 1995







Por Tia Rá

Resolvi me arriskar em mais uma produssaum com tematchica gay em homenage a todas as minhas amygas bees deewas e as minha leitoras que naum gostam de se revelarem, mas a tchia ama todas elas! Mesmo aquelas mais osadas, aquela mais discretas, aquelas dadeira que num podem ver um maxo que daum até nas eskinas, aquelas que casam com mulhé pra se esconderem eternamente no armário até que um dia descobrem akele bophe mara e saem por aí serelepe viveno a vida, neam gente, naum importa... a tchia acolhe todas, sou mãe, sei que num é faceooo pra ninguém!



Eu acharra que esse filme era toda uma sensibilidadchy, magya, belezan e emossaum e que ia me faser xorar e derramar muintas lágrimash por cinco dias seguidos, ma gente... alguém me socorre? Quase entrei em coma e hibernei com a sonolenssia da história ROINC de Sebastian (favor naum confundir com o Sebastian da Abuse e Use C&A, ok?). 

tem mãe que é cegannnn riariariaria
Na trama, Sebastiannnn tá loka da piriquita pra dar. Tá nakela fase pertubada sexualmentchy, olhano pra o amiguinho de forma diferentchy e com akela regiaum PISCANO, entende? Tipo, Seb #INTIMIDADCHY tem cabelos grandes like Pocahontas, parese uma DEEWA porn gay, mas a pobre aloprada coitada da mãe não soma o 2 +2 e acredita que o fio tá se drogano. OI LERDA? 

Prela descobrir o que tá aconteceno com Seb, que fica muito tempo isolado de todo mundo e num tem uma namoradan pra apresentar pra papai e mamãe  a mulhé num para de ficar pressionano o minino. Um dia, ele leva pra casa seu amigo Ulf, rola quase uma sacanage entre os dois, mas tipo, fica nesse meio termo mermu. 

Abaladan com a situassaum, Seb faz a terceira revelassaum de Fatchima (- Mae, quero dar!) e tipo rola toda uma comossaum, mulé chora, pai diz que tá tudo bem mas vai pro banheiro xorar e tals. Daí pra frentchy, Seb, revelada pra todas, axa que tem uma possibilidadchy de ficar com o amigo que é home mas JA DORMIU COM OUTRO HOMEM quando era uma child indefesan loka para fazer troca troca (refletino, apenax). Mas os dois não ficam juntos, feen do film.

mãe, num sô gay, só tou confusan
Naum sei comolidar com o ator principal, que fas akela cara de MAE QUERO DAR desde quando aparesse em sena e fika assim paralizada jogano cabelo que nem comercial de xampool até o final. Naum sei comolidar com o ritchmo disso, sonolento, com toda aquela vibe podreira brega de filme francês/italiano/holandes/russo/japones alternatchivo que num anda e o povo rotula de tudo quanto é elogio! Aposto toda minha vida que minha irmã Lady Cão adoraria essa podreira. Eu num posso e naum acredito que o amigo de Seb com toda akela cabeleira de beesha dadeira de quem já tá maish esburacada que BR 101 em época de choova, naum quis fazer troca troca com o meninus, gente... num dá praceitar neam... 

QUEDE BARENECA MOUNTAIN? QUEDE A JAKE DANO DENTRO DA CABANA, PRODUSSAUM? 

# ÉDEMAISHPRAMEUEU!


AIN MINHA TCHIA COTA PRA MIM!!!


Coto sim, pomba gira, pra tu sambar e sair girano pros infernos! kkkkkkkkkk



Cota: 0/5

Preguiça. Sem maish.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A fúria - 1978




INCORPORA ESSE EXU, MOCREIAAA!!!
Brian De Palmas teve aqueles anos dourados né gente... quando ele fazia coisa boa... mas tipo, teve as cagadas também, vamo combinám como essa daki. Taí um filme trash pobreza que eu num suporto dele: A fúria. A coisa toda mistura tragédia, comissidade, macumbaria, transplantes mentaish, XMEN, assaum e emossaum SQN e noonca decola eçapoha!!!

A trama envolve o véio Kirk Douglas que quase é despachado pro além logo no começo do filme, rola de uns aitolás alibábas tentar matar o home e acaba capturano seu filho. O menino é meio Jean Grey cheio dos poderes psicotelecineticos mutantes (O_O). Do lado oposto, temo a Amy Irving (OI FLOP COMOVAI VOCÊ, tá bem flor?), aquela que era casadan com o Spielberg, se separou, levou uma grana boua e foi dar pra um brasileiro careca e pobre (se mata, amigan kkkkkkkkkkkkkk). A Amy faz a Gil, uma garota paranormal médium espirita cabocla filha do exu mutante telepata capaz de se conectar com a mente do filho do home lá. 

EXORCIZAMEUPAI!!! OH GLORIAN!!!
Claro que ela é capturada e mantchida em catchivero, entaum o Kirk vai atrás do filho. Com a ajuda de uma piri que dá pra ele nas horas vagas, ela consegue tirar a menina do catchy, mas burra e inútil como é, morre atropelada logo depoish, numa dessas senas mais WTF que a gentchy naum se esquesse jamais. Maish tarde, os dois invadem a casa onde o menino tá revoltado e mata a mulher num pirocoptero, o pai encontra ele e ao invés de o menino axar mara que o pai tá vivo naum, tenta matar o cara IDIE!! Mas aí vem o melhor, você espectador idiota que perdeu tempo veno o filme vai se delissiar com o final, com o menino morreno depois de cair do telhado da casa - e o pai se matano do mesmo telhado em seguida. 

UATARREEEUUUUUU??????????

minha passienssia com o filme
Num dá pra falar da cara da flopada Amy, que na hora que tem que fazer cara de terror ela meia que fas akela cara quando a gente tá com diarreia entende? Spartacus tá a cara da canastrisse, atuano taum bem quanto um bebo tentano voltar pra casa de carro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk AFF. 

O resto do elenco é resto, serve pra nada. Nada funssiona no filme, tudo paresse deslocado, desde personage que entra pra nada (a vóvó Matilde que ajuda o home, os policia, as amiga de Amy, tudo descartaveu, meio Zorra Total). Mas num dá pra deixar de elogiar aquela SENA maravilhuosa que todas nóis amamos eternamentchy. O FINAL DO FILME. Naum só porque o filme é uma bomba horrorosa, mas porque vem dali o melhor take: Amy revoltada toda cheia do exu fazeno aquela dramatizassaum no final e com seus poderes mutantchys de Fenics Negra fas um Mortal Kombat e EXPLODE o vilaum. 

Eu num guento... É DEMAISH PROMEU EU!

Cotassaum: 0/5

Sou analphabetizada mas num meresso tamanha podridaum naum, meu povo! Afe.

domingo, 28 de julho de 2013

Delicada Relação - 2002



Por Tia Rá

awnnn <3
Me deparei com este filme chamado Delikada Relassaum, de Israel/Jerusalem/Madagascar/BelemdoPará, que é tudo ali mermu um perto do outro, e até axei interessantchy. O filme fala de duas gays, Yoki e Jegue, que saum apaichonadas mas taum no meio de uma base militar lá nos infernos gelados num alto de uma montanha. Ma eis que a chefona do crime lider capitã comandante baixa no local que nem a Madonna chegano pro show ETA DELS!!! e aí elas recebem um xamado pra se protegerem de uma emboscada.

#piranha
Duas biskatchys desembarkam na base com esta deewa. Uma é a versaum afegã talibã muçulmana ou qualquer coisa parecida da Anna Hathazana, porque tem cara de rata. Ela tá apaichonadan pela viada Jegue e axa que tem possibilidadchys com o cara porque ACREDITA que ele goste da fruta HAHAHAHA. ADOREI ESSA PARTE GENTE! E ela no final, toda iludida, axano que ele amava a pomba giran?! SOFRI com a cara da mocreia e o TOMANACARAPIRANHA que a Yoki deu ao revelar que o Yoki gostarra da Madonna das arabias. Naum posso, ri demaish!

A outra mulé é tipo pedaço de carne de bandejaum de 1 real, é meio mocreia, num fas o requisito, mas todo mundo come! Ela é poota de home casado, só pensa naquilo a minina gente... o tempo todo a perereka dela pisca pisca pisca! Ma elas num são importante. Yoki e Jegue brigam porque Jegue quer sair dali e casar, viver feliz pra sempre num conto de fadas, apresentano o marido pra todas e todos, até o dog, mas Yoki num quer. Rola uma missaum e Jegue morre com uma bomba, aí Yoki fica comovidan porque ela morreu. Enfim... o filme é isso daí e mais nada #aceita

#iludidah
O filme é bem piqueno, bem pobre tamem, entaum num espera nada disso, parece um conto de amor gay feito por quem num entende da coisa, entende? É taum fantazia que num convensse, tipo capitulo de novela merricana. Depois que Jegue morre,  rola da comossaum com familia no velorio da beesha. O pior é que o filme é taum rapido que num desenvolve os dois, entaum num dá pra proseçar muita coiza deles, num dá pra sentir os feelings que eles tinham, é toda uma coisa superfissial e num dá pra torcer pra eles ficarem juntos, só pra todo mundo morrer mesmo.

Cota: 0/5

É bem xoxo, superficial e sem inspirassaum.

Universidade Monstros - 2013



Por Jason

No prólogo que vemos no filme, Mike, a "bola" verde de um olho só, era rejeitado pelos colegas de escola. Curioso, foi o primeiro de sua turma a presenciar uma sessão de sustos na fábrica, quando decidiu realmente o que queria ser. O filme então avança para Mike chegando a Universidade Monstros realizando o seu sonho de se tornar um monstro assustador.

A universidade ensina como assustar criancinhas para formar monstros, desde o desenvolvimento de portas para o mundo humano até testes em uma competição; os grupos são os mais variados e todos são apresentados a lendária monstrenga que bateu recorde de sustos, uma mistura de alien com lacraia e asas de dragão. Foi ela quem criou a competição para revelar os monstros. Em seguida Mike acaba conhecendo Sully. Sully é um monstro popular da universidade, filho de um monstro conhecido, folgado e cabeça oca; os dois passam a se estranhar porque Mike precisa mostrar seu valor - e se usa de sua inteligência e dedicação ao estudos para conseguir isso - ao contrário de Sully que não quer saber de nada a não ser adorar sua popularidade. 

Logo, ao contrário do que poderia supor como vemos n primeiro filme, Mike e Sully não são amigos, eles se tornarão, vencendo suas diferenças, limitações e se apoiando em suas qualidades. Enquanto um é o cérebro  o outro representa a força. É em virtude de uma briga que os dois são afastados do programa de formação de monstros. Para voltar, eles precisam ganhar então a competição - e se juntam a uma fraternidade de loosers que é esnobada e acaba humilhada por todos mas acaba contando com a sorte e vencendo os desafios.

Universidade Monstros traz um roteiro esquemático, o velho exercício de superação para vencer os obstáculos. Tudo é muito colorido e bem elaborado. Há diversos tipos de monstros cheios de formas e cores das mais variadas (muito mais pensados, claro, para venderem quinquilharias para as crianças do que para serem úteis ao filme). Mas o mais interessante é a opção da Pixar por mostrar o começo da relação dos dois personagens, focando no desenvolvimento dos dois na forma como eles se encontraram e como superaram as dificuldades e diferenças. O filme então dá boa lições para as crianças - há mensagens de aceitação das diferenças, de se redimir dos erros pedindo desculpas, da importância da amizade - e não sacrifica os adultos, que se divertem do começo ao fim com um filme compacto, básico, sem arrombo, mas seguro e eficiente. 

É a Pixar que o público realmente gosta, criativa, com personagens divertidos, uma trama bem elaborada e cativante. 

Cotação: 4/5

Simples, bonito e eficiente para todas as idades, é louvável que a Pixar tenha voltado ao básico, na contramão do que seria óbvio. O filme só não é perfeito porque o primeiro é mais criativo e a parte cômica não funciona 100%.



sábado, 27 de julho de 2013

Circulo de fogo - Pacific Rim - 2013



Por Tia Rim

Atenssaum, o texto tá xeio de spoile, se num se importam mermu com essa porcaria, apertem os cintos, faz cara de lagaticha, chama o Papa pra exorcizar essa macumba porque o roteiro sumiu e VEM COMEEEEEEGGGOOOOOOOO! 

Assim, Circulo do Flop comessa fazeno toda uma intro bem podre sobre os ploc monsters, que vieram de uma profunda vagina interdimensional no fundo do meio da garganta da profundidade do Pacifico e desembarcaram em Sao Francisco (QUEDE NOVA YORK???) sapateano que nem a Godzila do Emmerich meets Monstros vs Aliens meets Michael Bay em dia de menstruassaum. Aí rola da humanidade construir uns Transformers pra lutar contra as lagartichas atômicas vitaminadas que cagam toneladas de bosta e tem sangue BLUE! REFLITAM.

Quede Nova York? Quede Brasilia? Quede roteiro
dessa porcaria?
Depois desse esprilogo intro proslogus e tals, comessa (ai, me ajuda professor Pascoale!!!) o filme propriamentchy, porque logo no start já apareceram os monstros, entaum tipo, naum tem surpresa, é isso daí, se contentem #ACEITA. Aí rola uma explicassaum da conexaum dos home com os robots e você meio que já entende porque o filme é um flop mizerento e que o povo esnobou, tá morreno pra se pagar, porque tome briga e baixaria de robot com monstrengo digital. 

O irmaum da nova Xana Tatu, a atriz principal, MORRE, e tipo, você AGRADECE. Aí ele vai parar nos Alaska e vai trabalhar de pedreiro RISOS por cinco anos. Só que o projeto de robôs que foi desativadus volta na forma de resistenssian pra chamar a beesha de novo. Entra em cena uma japoronga chamada Mako (diminutivo de Mako-nha porque a mulher tá com aquela cara de cega perdida em tiroteio) e rola sentimento entre os dois, mas fica nisso mermu até o final, num tem romance porque a Xana corta do lado errado, entende povo? Rola uns treino de arte macial com os dois que só esperei a entrada triunphante de Morpheus de glass escuro ensinano a Neo como lutar na Matrix.

O filme tem uns nerd cientistas e tals, um humor pobre, um deles faz uma conecssaum com a mente de um ploc monster e descobre que as lagarticha taum se programano pra acabar com os humano e só tarram esperano a hora certa, querem reinar absolutas no mundo sozinhas, comopode genteeee??? Mas aí acaba atraino duas dinossauras de uma vez. Todas tem uns poder e uns tipos diferentes, tem aquelas que parecem uns caranguejo, aquelas que parece tubarão, tem uma que do nada se revolta e voa que nem a Batman O_O e tals, derrepentchy uma solta poder de peido elétrico, essa coisa toda. Num dá, é muita informassaum preu processar. 

Vaum dizê que é homenage,
ma é tudo cópia e reciclage vagaboonda mermu
kkkkkkkkkkkkkkk
Num gosto da japoronga e toda aquela dramatizassaum da conecssaum com os robôs e o parceiro e tals, faz aquele flashback dela como guria e ela quase mata todos, nem gosto da forma como vem aquelas Senas todas picotadas das memórias - nada importa, só a treconologia empregadan no filme e todo o nível Emmerich de destruissaum, porque é tanta cidade que desaba que fica dificeeeoooo contar. Rola tamem uma ciumeira entre as beeshas loiras (tem outra no filme que morre, ela tem uma relassaum sexual intchima com o próprio pai FARIA OS DOIS LYNDA, SOU DESSAS, num dá pra contar o tanto de emossaum que tem neçamerda SOQUENAO). E quando descobriram que a monster tarra prenha do Cloverfield e o Clover engole o Ron Piupiuman, meu povo, quediabodeporrademerdafoiaquela??? COMOLIDAR com aquela solussaum trash do roteiro de mandar os pobre pelo buraco da vagina dimensional pra explodir o além, MELDELS?

Aí me fica a questaum....

QUEDE OPTIMUS PRIME COM SUA ESPADA MAGICAN MEU POVO PRA EU MANDAR ESSA BOMBA DE BOSTA PRO ALÉM??? 

QUEDE GODZILLA COM SEUS RAIO ATOMICON DANDO SURRA NAQUELA VAGABOONDA DA MOTRA? 

QUEDE CLOVE FAZENO A LINHA REVOLTADA E ESPANCANO A POBRE DA MISS LIBERTY? 

Pacificameurim num tem. Se num tem, num posso com isso.

#double #penetration #faceeeoooooo
COMOLIDAR com a GP atriz loira biskate que ACREDITAN que atua mas entrou pela cota do testchy do sofá, produssaum? Nao say de que filme porn tiraram isso, mas a beesha é pessiman, num dá pra saber se ela tá morreno, se tá com dor de barriga, se tá com hemorroida, é todo o mesmo processooooo, merma expressaum. PEOR: menina tem a cara da xana tatu de cabelo loiro. Num guento com um, imagina com esse clone de sub-ator, gente...? Meu negaum pirokudo Iris Elba Ramalho aqui atua tanto quanto os robôs. Nem a ninja Giraya Makonha que num funfa, aliás ninguém tá atuano mermu neçapoha. 

Mas dos efeito naum dá pra reclamar, deve ser indicado ao Uoscar com os efeito barulho tambem, quem queria a versaum Monstros VS Aliens VS Robôs VS Transformer VS EMMERICH Feat Michael Bay with Zack Snyder nível podreira de roteiro não terá do que reclamar. 

- Monas, me diz comeu xego nim Nova Orque!
TÔ PERDIDA BEESHAS!!!
Ninguém venha pra cá me dizer que isso é homenage a filme de monstro e Godzila e toda essa porcaria naum porque num me convence um diretor do naipe de Del Toro se prestar a fazer filme sem personalidade nenhuma. Eu pedi um Del Toro, num pedi Michael Bay nem Emmerich naum porque desses já me dá azia só de lembrar que eles existe nesse mundo, imagine... ME DÁ TODOS OS MEUS DIAZEPANS QUE QUERO MORRER DE OVERDOSEEEE AGORAAAAAAAA!!!

Cotassaum: 1/5

Só pelos efeito, Del Toro fez outro flop mítico no anus, tomou toda a minha adega de cachaça, fumou toda minha maconha e FOI, porque SÓ ISSO EXPLICA.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Behind The Candelabra - 2013



Por Jason

Wladziu Valentino Liberace foi um pianista que nasceu numa família de músicos. Seu pai tocava trompa na Orquestra Filarmônica de Milwaukee. Sua mãe, a polaco-americana Frances Zuchowski, tocava piano. Seu irmão George era violinista. Desde muito cedo o menino demonstrou uma aptidão excepcional pelo piano. Dito isso, pouco da infância dele interessa ao telefilme Behind The Candelabra, dirigido por Steven Soderbergh para a HBO, porque ele é baseado nas memórias de Scott Thorson, o jovem rapaz com quem ele manteve um relacionamento escondido da mídia durante cinco anos. 

O foco aqui é a relação destrutiva entre Liberace e o jovem Scott, que é contratado para ser um dos seus inúmeros empregados e que acaba se envolvendo sexualmente - e amorosamente (?) - com o velho músico de Las Vegas. O romance começou quando Scott tinha dezessete anos e trabalhava com animais, até ser apresentado a Liberace por Bob (Scott Bakula, irreconhecível). No começo, Liberace mexe com o ego de Scott e com sua aparência. Sugere adotar o rapaz, o força a transformar sua aparência para reproduzir nele uma imagem própria perdida - a da juventude -, ao ponto de Scott praticamente mimetizar o parceiro. Liberace mexe na ferida da vida de Scott - a falta de pais, a vida no orfanato, de pobreza e de falta de oportunidades. É um predador por excelência, que usa o dinheiro para ganhar as pessoas, não consegue construir vínculos amorosos com elas, é possessivo, quer sempre mais do que todo mundo, paga tudo para o parceiro com a finalidade de exercer o controle total da vida dele. Sua mãe é louca por dinheiro, assim como ele, e o parceiro jovem vê nele a possibilidade de uma vida que nunca teve. 

Em contrapartida, o jovem passa a adotar o estilo extravagante do parceiro, deslumbrado pelo tipo de vida que ele leva. Scott não é nem tão santo quanto aparenta ser nem tão esperto quanto deveria. A relação começa a degringolar quando começa a questionar sua posição dentro da relação, uma vez que Liberace, o passivo da relação, o controla e o impede de se expor e de ter contato com qualquer pessoa. Para completar, Liberace começa a desejar o parceiro de forma ativa como um predador louco para devorar sua presa e o jovem resiste às investidas. Liberace começa a procurar outro, lugares de sexo fácil, e assim como todos os outros que passaram por sua vida (seus parceiros se tornam todos descartáveis), ameaça descartar o jovem também. Scott começa a sentir ciumes e a surtar ao perceber que seu lugar está desaparecendo. O resultado dessa relação destrutiva e cheia de interesses, fadada ao fracasso desde sempre, será um processo na justiça e um fim inglório para o cantor.

Matt Damon e Michael Douglas tem aqui duas interpretações inspiradas e brilham no filme - com o segundo se sobressaindo no papel de celebridade exótica que parece vinte e quatro horas da vida viver em um baile de carnaval, seja pela fantasia, seja pelos pecados da gula, dos excessos, da droga e do sexo. Douglas é a chave de tudo e faz uma performance de entrega total, transitando pelo trágico e pelo cômico na mesma medida (a primeira opção do diretor seria Robbin Williams, que é ótimo ator cômico, mas correria o risco de deixar o personagem caricato). A relação e o entrosamento dos dois atores é o que garante o êxito da produção, muito mais do que a habilidade empregada aqui por Steve Soderbergh de contar uma história de maneira enxuta e seca, sem rodeios: os atores estão completamente à vontade, contracenam em cenas de nudez (Michael Douglas pelado é a visão do inferno) e em cenas de beijo e sexo com total desprendimento, convencendo em papeis distintos mas que se complementam. É uma relação perturbada, de poder, de ambição, de sexo, de carência e drogas.

Há os deslizes. Como citado, o filme não explora a infância nem a adolescência de Liberace, deixando um certo vácuo para preencher sua personalidade e fazer com que o espectador entenda como ele se transformou naquilo (é Michael Douglas que resume tudo em uma conversa na cama). Soderbergh não explora o drama - o filme carece disso, deixando apenas para o personagem drogado de Matt Damon a responsabilidade de conduzir os momentos mais dramáticos, que envolvem uma confusão no momento em que seu personagem precisa deixar a mansão onde mora - e no final em uma cena com o velho já doente. 

O filme também traz Rob Lowe, no papel de um cirurgião cuja cara está deformada de plásticas e não consegue fechar os olhos - outro personagem no mínimo tragicômico - e Debbie Reynolds, como a mãe interesseira de Liberace, ambos sem serem muito explorados. Também se apressa em resolver o reencontro dos dois, primeiros nos tribunais, quando o jovem processa o cantor que o deixa praticamente sem nada, e quando Liberace já estava em seu leito de morte, sem atentar aos últimos momentos dessa figura impagável. A maquiagem também não convence - Matt Damon sofre com as próteses bizarras que tem cores diferentes da sua pele e Michael Douglas parece ter cera na pele com o excesso de pó em sua cara. 

Ao final, o filme acaba sendo superficial, se valendo pelas ótimas atuações dos atores principais e pela curiosidade em descobrir mais sobre a vida artística dessa figura espalhafatosa, mas reconhecidamente talentosa.

Cotação: 3,5/5

O filme está indicado ao Emmy 2013 na categoria de melhor Telefilme, Melhor ator em filme para a Tv (Matt Damon e Michael Douglas), e ator coadjuvante (Scott Bakula).

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O amigo oculto - 2005



Por Tia Rá


grita misera que a gente tá flopppp!!!!
Eu num sabia se açistia isso ou naum, porque tarra com uma preguissa dos diabos, mas aí fui encarar neam... A trama vagaboonda disso começa com um psicrogo David, que supostamentchy perdeu a mulé (Amy Irving, a cara do flop) já que ela se suicidousse. Aí rola da menina fia dele, que presenciou toda aquela questaum do corpo da mulé na banheira achar que tá loka das ideia porque me acha um amigo oculto, intimo, que pode ser da cabeça dela ou pode ser um exu atormentado.

COMOLIDAR com o elenco mais flopado do planeta Terra, Brasseooo, todas flop reunida num unico filme, é DEMAISH PRA O MEU EU! O fato de que o filme tem um elenco com Melissa Leo (oi, gatan, tu ganhou o Oscar e tá flopadan, comovai?), Elisabeth Shue (Oi, SHU, como vai o flop amigan?), Famke Jansen, que pediu esmola pra aparecer no novo XMEN porque é profissional do flop, Dakota Fanning, que adoran um grito né gente, ma é outra flopada, e De Niro, minha gente, que saiu do flop com o filme que deu Uóscar a J Laurence da Arabia - O lado pobre da vida - e mermu assim o filme noonca decolan?

vamo brincá de esconde esconde, dispois
que o filme estrear a gente esconde eçamerda
Misterio? Feitiçaria? Magya? Treconologia? Nada disso funcionan se o ritmo do filme é uma cagada de pilulas soniferas nas nossas fuças pra gente dormir. Tá todo mundo ali maish interessado em ganhar a gorjeta do que atuar propriamentchy, porque naum sei comolidar com a total inutilidadchy da personage de Melissa Leo como a vizinha amigan do lado. Serviu pra que mermu, gente? Ainda tou tentano descobrir o que eça gracinhaaa #hebeforever fes in tha filme. 

Quase infartei e morri de AVC ao me recordar daquele ator flopado do Homesaranha do Sam Raimi, aquele que fazian o professor cotó e que ia virar a lagartichan, mas por causa dos executchivos que mudaram tudo, acabaram pegano outro que fes o requisito. É demaish a inutilidadchy e a burrice de seu personage, que é um sherif (os estates tem disso, neam...) e morre porque é burro mermu (tá com um incidentchy estranho na casa, corpo da Shu sumiu e ele naum pede reforços, OI PRODUSSAUM? Merece mermu morrer. BEJOS. 

ADORO toda aquela coisa tipo será que a meninan tá alopradan porque a mae morreu? Será que ela fuma maconha? Seria aquela criança usuária de crack? Teria ela incorprado os exus dos infernos e tarra possuidan? Teria ela aprendido com A orfã todos truques de comolidar com homes mais velhos açaçinos e tchipo, presenciou tudo aquilo e tals e acha que o Charlie é um espirito??? ADORO toda aquela coisa de paranormalidadchy e de achar que a pobre da guria é loka das idea e depressivan, mas naum sei comolidar com certos plots twisters como o da revelassaum de que DeNiron é Charlie porque sofre de bipolaridade e transtorno esquizofrenian com dupla nacionalidade e personalidadchy, meu povo! 



É DEMAISH PRA MEU EU!

Cotassaum: 1/5

Um desperdiço de tempo, monei e elenco num diabo de filme xoxo que é a peste. Axo que tamem preciso de tratamento psicrogico porque fikei traumatizadan.... Shoota que é makumba!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Chamas da vingança - 1984



Por tia Rá

Ai gente, tarra passano pela net e resolvi revisitar esse cracico sonífero podreira com a menina do ET, a Drew Barromorre, Xanas da Vingança. Baxei logo né, VIVA O DOWNLOAD, VIVA A PIRATARIA LEVANO CULTURA PARA TODAS PESSOA DO MUNDO!!! #tchiaironica

Got me looking, so crazy, my baby...
*jogaocabelo*
Aqui, a Barrymorta tarra naquela idade pré drogas, pré adolescenssian, pré playboy, pré primárian, pré um monte de coisa, mas já tinha aquele queixo do tamanho do Empire State que a gente aman! LOL

Tudo começan com um experimento cientificos com drogas, coca, heroinan, LSD, dá tudo errado, fica todo mundo loko das ideia. É ali que os pai da piriguete mirim se conhecem, dão a luz a filha de Jean Grey com Pyro dos XMEN e dá no que dá. Todo mundo começan a correr atrás da mutantchy. O pai corre com ela pra se esconder numa casa no meio do nada, rola de um casal de véio acolherem (!!!!) os dois desconhecidos depois de uma carona na beira da estrada. Aí os vilão persegue os dois e a menina faz a revolta da fogueira santa queimano todo mundo. Pega um jipe emprestado e fogem pra uma cabana na rua, na chuva, na fazendo ou numa casinha de sapê na beira do lago.

Got me looking, got me looking so crazy in love!!
OHOHOH *jogaocabelo*
Mas os vilauns, claro, estaum no encalsso dos dois porque querem os poderesh paranormaish da bisquinha. Aí tomam uns tiros de tranquilizantes, jogam os dois numa casa de mentira, que é onde funcionam a empresa fabricantchy da dorga. Claro que vai rolar babado, confusaum e gritaria quando a menina quiser ver o pai e nao deixarem e quando ele se juntar a ela, já que ele tamém tá com uns poderes psicrogos né gente? MENINA TACA FOGO EM TUDO DEPOIS QUE O PAI MORRE! ADOROOO!!!

aiminhasanta, que post trassshhh!!!
Comolidar com os cabos que a gentchy vê quando Drew faz a revoltada da magoa do caboclo detonano todo mundo com bola de fogo fazeno a XMEN Pyromaniacan? Drew a prova de balas, COMOLIDAR? Drew fazeno a Matrix parano bala no ar! LOL Comoeulido com essa pirocineticamaniacan tocano fogo em tudo, já quero esse poder, produssaum!!! Drew fazeno a revolta da Jean Grey e tocano terror no povo que quer pegar ela é tipo a cereja do bolo, foi encomendada pelo capeta para nos glorificar! OH GLORIA!!! 

Lousie Fletcher dando aquela participassaum pra pegar o cheque, Martin Sheen tomano tiro na cabeça, o mito George C Scott cego de um zoio, comolidar com tamanha beleza e magia disso meu povo? Mas nada, eu disse NADICA DE NADA, ABSOLUTAMENTE NADAAAA se comparan as cenas pobres de Drew fazeno cara de Loreal Paris enquanto o cabelo balanSSan no ventilador, porque eu axei bapho! Tem que emoldurar pra mim, produssaum, já quero um gif disso! 

Cotassaum: 1/5

Queima no inferno, coisa ruim! kkkkkkkkkkkkkkkkk




terça-feira, 23 de julho de 2013

O enigma do mal - 1981




Por Jason



Há algo de errado na casa de Carla Moran. Ao chegar de um dia cansativo, conferir como estão os três filhos e se preparar para dormir, Carla recebe um soco na cara, é arremessada na cama e quase morre sufocada pelo agressor que colocou um travesseiro em sua cara e a estuprou. Socorrida pelo filho mais velho, que investiga a casa, Carla descobre que não há ninguém lá. Mais tarde, coisas estranhas começam a acontecer em seu quarto, com os objetos se movendo e barulhos de origem desconhecida, que a forçam a pegar as crianças e passar a noite na casa de uma amiga.

Depois de perder o controle do carro sem saber o motivo, e aconselhada pela amiga a procurar ajuda psiquiátrica. Carla é novamente estuprada dentro do banheiro de casa. O ataque é tão violento que a deixa cheia de marcas. Inicialmente, a mulher é tratada como uma desequilibrada mental, com um problema de histeria, delírios e uma potencial suicida. Mas Carla é atacada outra vez na frente dos filhos por uma força invisível que a estupra e agride o filho mais velho a ponto de quebrar seu pulso. Ela não está louca - há uma entidade a atacando e ela não está disposta a parar. 

Barbara Hershey, então jovem e bonita - muito antes de se deformar em plásticas mal sucedidas e se transformar na mãe depressiva de Nina em Cisne Negro - consegue aqui uma atuação bem calibrada, na pele de uma mulher aterrorizada por algo que não sabe o que é nem o que quer dela. Pior: Carla tinha uma vida desajustada. Foi mãe aos 16 anos, mas o pai do filho morreu. Depois se envolveu com outro homem que embora a tenha lhe dado um rumo na vida, a abandonou. Tem um relacionamento fracassado com um homem que passa mais tempo longe do que perto dela. Seu pai era um pastor extremista e ela foi abusada - depois de velha, se vira como pode para cuidar dos filhos enquanto precisa provar que tudo o que está passando é verdadeiro e não é coisa da sua cabeça, como denuncia o ceticismo das pessoas ao redor.  

As cenas dos ataques são bem filmadas e a direção é segura em expor o desespero da mulher e a gravidade do problema - Carla é levada até como cobaia de um experimento cientifico para atrair a entidade. O filme é também eficiente em usar os efeitos especiais, em maioria todos práticos. A montagem é outro fator a favor, já que o ritmo do filme é excelente. Joga contra o filme a trilha sonora - toda vez que a entidade se manifesta começa uma estranha batida incessante totalmente deslocada com o clima do filme (é bizarro). 

Outro ponto contra está no terceiro ato, em que o filme repete a fórmula de outros filmes deste tipo, com a entrada de estudiosos em fenômenos paranormais para avaliarem o caso e ajudarem Carla (tem até uma velha estudiosa de parapsicologia e paranormalidade, como em Poltergeist). Há uma entrada em um terreno de fantasia, com os estudiosos pensando ser possível congelar a aparição (capturar a entidade!) tal qual Os caça fantasmas. Por fim, o roteiro não dá espaço para desenvolver os personagens secundários nem o conflito entre crença e ciência, representada pelos estudiosos dos fenômenos e pelo seu psicologo em inexpressivos diálogos. 

Em tempo:

O enigma do mal é baseado em um caso real ocorrido em 1976, quando investigadores paranormais Kerry Gaynor e Barry Taff investigaram o caso de uma mulher da Califórnia, e alegou ter sido agredida fisicamente e sexualmente por uma entidade. Os investigadores testemunharam os objetos se moverem em sua casa, fotos capturadas de luzes flutuando e viram uma aparição humanoide, mas nunca tentaram capturar um espírito.

Cotação: 3,5/5

Filme é um ótimo exercício de tensão  que prende a atenção do espectador do começo ao fim.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Herança Paranormal - 2009



Por Jason

Tudo já começa errado nessa produção a partir do péssimo nome nacional para o filme, mas para completar o desastre Herança Paranormal é mais um filme clichê envolvendo espíritos e paranormalidade e traz mais uma trama com casa mal assombrada - que não consegue se sobressair nem se dissociar de outros filmes muito melhores que envolvem o tema. 

Na trama, um advogado, Bryan, recebe uma herança da tia que acabou de ser despachada para o além - uma enorme casa. Bryan é extremamente cético, não acredita em nada, e está em crise no casamento por causa disso. Interessado apenas na casa e no que ele pode ganhar vendendo o imóvel e os pertences, Bryan aproveita a crise no casamento e se muda para lá com a desculpa de proteger o patrimônio. Até que começam a acontecer coisas estranhas dentro da casa, como vozes e sons, o que faz com que ele procure explicações racionais para isso. 

Sem obter respostas, ele procura um especialista em estudos paranormais mas acaba descrente.  Entra em cena uma médium, Cassie (Zoe Saldana), que depois de uma experiencia sensorial estranha, resolve ir até a casa dele e adentrá-la durante a noite contra a própria vontade do dono. Juntos, Cassie e Bryan tentam descobrir os significados dos símbolos paranormais dentro da casa - de um bau que, ao ser aberto, provoca horror em Bryan, até o armário trancado onde há uma presença supostamente maligna. Bryan não se recorda da mãe, morta, mesmo tendo cinco anos quando ela morreu e, nas palavras do padre que a conheceu, a mãe era uma pessoa monstruosa porque abusava do menino. Ao procurar por pistas, Bryan começa a demonstrar alterações de comportamento e que começa a se recordar de coisas que não deveria se lembrar.  

Herança paranormal lembra um episódio de TV de série de suspense paranormal ou uma novela mexicana, mas joga contra seu time o fato do personagem principal não despertar simpatia no espectador e o ator não o ajudar, o que dá um traço de comédia involuntária ao filme - some a isso o amigo atrapalhado e temos um panorama do desastre. A própria trama, apesar de uma ou outra tentativa de assustar, não anda e não é interessante. Zoe Saldana, mal dirigida, não rende (ela topou o filme antes de Avatar e Star Trek, quando ainda não era uma atriz conhecida e batalhava por um lugar no meio das estrelas). Para fechar a cova, o final do filme, com a morte de um dos personagens, é completamente solto e necessita de uma boa dose de tolerância do espectador para digerir.

Cotação: 0/5

Descartável. 

domingo, 21 de julho de 2013

Europa Report - 2013


Direção: Sebastián Cordero
Gênero: Terror | Ficção Científica
Duração: 100 min.
Origem: EUA
Idioma: Inglês
Elenco: Embeth Davidtz, Sharlto Copley, Michael Nyqvist


Por Jason

A ideia de levar o homem a lua de Júpiter, Europa, faz todo sentido do ponto de vista científico. Segundo os cientistas, seria um ótimo lugar para abrigar vida como aquelas existentes nas profundezas dos mares da Terra, já que se supõe que por baixo de sua camada de gelo possa haver um oceano em estado líquido - água - e onde há água, é claro, pode haver vida. Logo, uma produção cinematográfica com esse mote poderia enveredar por qualquer gênero, como o do horror ou da aventura espacial, render um blockbuster, (quem sabe?), e garantir relativo sucesso se a ideia fosse bem trabalhada - desde que provocasse no espectador o mínimo de emoção e interesse.

Nem todo mundo, contudo, tem a disposição orçamentos como os de James Cameron, e nem todo diretor tem capacidade de trabalhar com criatividade usando pouco, como é o caso aqui em questão. No filme, uma tripulação é enviada para o satélite, com a função de explorar uma área sob o gelo e checar a possibilidade de vida alienígena. Os astronautas perdem contato com a Terra, o que causa a morte de um deles. No momento em que pousam no satélite e começam a explorar, algo dá errado - e outra tripulante paga por ser burra e curiosa demais. Os que sobraram tentam sair do satélite, mas um acidente faz com que despenquem novamente na superfície da lua, vitimando outro astronauta. Enquanto tentam consertar as coisas, mais deles acabam morrendo. 

Dito isso, impressiona o quanto o filme é a cara da pobreza. É pobre de efeitos especiais convincentes - os efeitos parecem feito para a televisão. É pobre de criatividade - lembra qualquer filme do tipo "found footage", incluindo o péssimo Apollo 18; de ritmo - as filmagens do interior da nave são tao monótonas quanto um astronauta passeando na superfície lunar; e de personagens interessantes - são todos descartáveis e não despertam nenhuma empatia no público. Complica a situação o samba de crioulo doido que é o roteiro. A todo momento um ou outro personagem aparece em cena para explicar o que aconteceu, como se o público fosse burro e incapaz de compreender o que há com os astronautas - pior: a direção é incapaz de mostrar tudo simplesmente através de imagens, deslocando e interrompendo o desenvolvimento a todo momento. 

A morte de um dos personagens aos cinquenta minutos, contaminado por uma substância quando consertava um painel externo e não pode voltar para o interior é o único momento de drama do filme - mas também um dos mais estúpidos. A falta de se decidir entre o gênero suspense, terror espacial e documentário do Discovery Channel só piora a situação porque o filme não é feliz em nenhum desses estilos. Sharlto Copley, de Distrito 9, aqui desaparece no meio do filme sem deixar saudades e o final do filme - se alguém conseguir se manter acordado até lá - é o tiro de misericórdia. 

Cotação: 1/5

O filme traz uma ideia interessante, pessimamente desenvolvida em uma trama monótona, com personagens insossos e produção mal acabada.


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