segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A maldição de Chucky - 2013



Por Jason

O filme começa com uma entrega numa casa em que vivem uma mulher e sua filha, engessada em uma cadeira de rodas. A mulher recebe um lindo presente dos correios: o boneco Chucky. Sem entender e achando se tratar de uma piada de mau gosto, joga o boneco no lixo. Pouco depois, claro, é assassinada misteriosamente - e todo mundo entende que ela se matou, afinal, estava louca. Mais tarde, desembarcam em sua casa o casal de parentes, formado por sua irmã, sua sobrinha pequena, a babá e um padre - todas vítimas potenciais para o boneco assassino, é claro. 

A franquia já desandou faz tempo e não a toa esse novo filme vai direto para o mercado de home vídeo. O primeiro filme, Brinquedo Assassino, teve uma recepção positiva, em sua mistura de terror, comédia e suspense, na década de 80, que lhe garantiu um sucesso surpreendente, arrecadando na época cerca de cinco vezes o seu orçamento de 9 milhões de dólares - virou clássico. Mas o passar do tempo transformou a franquia em uma espécie de paródia, com o boneco praticamente transformando tudo em um show de comédia. Aqui, não é diferente, com a diferença em que nada, nem o humor ácido do encapetado, funciona. 

Espanta toda a pobreza da produção. A mãe da menina, por exemplo, parece ser mãe do próprio Chucky de tão bizarra que é. Para completar o plot ordinário, ela mantém um caso secreto com a babá que é descoberto pelo marido, já que este instala uma câmera no boneco (!). Logo no começo, o padre é despachado para o além, vitimado por um acidente de carro cujo teto corta sua cabeça e suas mãos (com direito a banho de sangue, cabeça de plástico rolando e um coadjuvante que atua olhando para a câmera). E tome sequências de pobreza trash pilotadas pelas mãos inábeis da direção, que não consegue criar uma cena digna de nota. 

Qualquer cena é motivo para a trilha sonora subir histericamente. A edição, lerda, não sabe quando cortar as cenas de maior impacto. Cenas de morte como um choque elétrico ou da personagem que perde um olho (que além de tudo é burra) se estendem por mais tempo do que devem. O elenco é horrível e não funciona - Fiona Dourif, de True Blood, se esforça, mas não convence. Brad Dourif, bizarro, pouco tem a fazer. A ligação do assassino com a família soa forçada. O filme, mesmo com uma hora e meia, se torna enfadonho e o boneco, com síndrome de Linda Blair em O exorcista, vive rodando a cabeça para lá e para cá. O epílogo é um carnaval, mas o maior problema é que não emociona, não causa medo, não causa gargalhadas. É como uma piada sem graça. Mais terrível que isso, impossível.

Cotação: 0,5/5

Assista se for fã do Chucky. Se não for, nem perca seu tempo.

domingo, 29 de setembro de 2013

Top 10 - Maiores fracassos do cinema




Por Tia Rá

Meus bbs mutantes, vocês sabem que eu adoro uma rinha e uma polêmica, né? Embora eu seja expert na arte de IGNORAR tentatchivas de trolls de me tirarem do sério, naum consigo naum me abalar emocionalmentchy quando passeano pela Internetchy, me deparo com isso e naum posso deixar de rir. E MUITO!


10 - A Reconquista (2000 ) 




Conta com John Travolta no elenco. No ano 3000, a Terra, é denominada pelos psychlos, uma espécie alienígena. O filme teria uma continuação, mas devido ao fracasso, não teve. O diretor do longa, Roger Christian, nunca mais trabalhou para um grande estúdio.


Orçamento : US$ 70 milhões
Bilheteria : US$ 21,5 milhões
Perda : 71 %


9- Planeta do Tesouro ( 2002 ) 


Versão em animação do romance "A Ilha do Tesouro" do século 19. Jim Hawkins é um adolescente que descobre um mapa de um tesouro, escondido tempos atrás por um pirata intergaláctico. A Bilheteria nem foi tão ruim, mas comparando com seus gastos absurdos, foi uma grande perda, afinal apenas para divulgar o filme foram gastos US$ 40 milhões. O filme acabou com a carreira do diretor Ron Clements ( o mesmo de " A pequena Sereia" e " Alladin" ).


Orçamento : US$ 140 milhões
Bilheteria : US$ 37 milhões
Perda :US$ 73%





8- Hudson Hawk, O Falcão está a solta ( 1991 ) 



Após Duro de Matar 1, que tinha rendido US$ 277 milhões, Bruce Willis escreveu um roteiro, e resolveu "produzir" o filme, que é cheio de cenas eletrizantes e onde o bandido, engenhoso e certinho, paga o pedágio com moedas depois de uma cena eletrizante. O filme foi um verdadeiro fracasso, não afetou a vida de Bruce Willis, que nunca mais escreveu um roteiro. O diretor do longa Michael Lehmann, hoje apenas dirige séries de tv.


Orçamento : US$ 65 milhões
Bilheteria : US$ 17 milhões
Perda : US$ 74%



7 - 3000 milhas para o Inferno ( 2001 )


Um bando resolve roubar o cassino Rivera em Las Vegas, aproveitando uma convenção de Elvis Presley. O filme, que tenta ter o estilo de Tarantino, com alguma comédia, ação e muito sangue, não se deu bem. Foi dirigido (e produzido) pelo inexperiente Demian Lichtenstein e teve também as interferidas de Kevin Costner e Kurt Russell (!!!!!!), que também atuaram no longa, que por si só já era um prenuncio de fracasso.


Orçamento : US$ 62 milhões
Bilheteria : US$ 15,7 milhões
Perda : US$ 75%



6 - O Resgate do Titanic (1980 )




Historiadores americanos tentam chegar ao navio Titanic, e querem tirar um minério de lá, que é necessário para o Governo. Para o filme, foi construído um modelo idêntico ao Titanic original, que foi gasto US$ 350 mil dólares, mais houve um problema, a réplica era grande demais para o tanque onde iriam filmar. O que o diretor resolveu fazer? Bem, isso foi simples, ele mandou construírem um outro tanque maior, que foi um verdadeiro arrombo no orçamento, que custou mais US$ 6 milhões. O longa tinha bons atores veteranos da época, como Jason Robards e Alec Guiness, que não garantiu sucesso algum.


Orçamento : US$ 36 milhões
Bilheteria : US$ 7 milhões
Perda : US$ 81%




5 - A Ilha da Garganta Cortada ( 1995 )





Esse já constou no Guiness Book como o maior fracasso em números absolutos. Tanto que levou á falência a produtora Carolco Pictures. Dá uma olhada no povo que não quis fazer: Michael Douglas, Keanu Reaves, Liam Neeson, Jeff Bridges, Ralph Fiennes, Charlie Sheen e Michael Keaton recusaram o papel protagonista, que acabou com o Mattew Modine. O filme, acabou com a carreira de Geena Davis, que depois desse só fez o longa Despertar de um Pesadelo, também dirigido pela marido da atriz. Hoje, o diretor não é mais casado com a atriz, e ainda é diretor e produtor, mais só faz filmes pequenos de baixo orçamento.


Orçamento : US$ 92 milhões 
Bilheteria : US$ 11 milhões 
Perda : US$ 88%


4- Ricos, Bonitos e Infiéis ( 2001 )





Filme que mostra casais em crise e conta com um elenco de feras, como Waren Beattly, Goldie Hawn, Andie MacDowell, Charlton Heston e Natasja Kinski, mas acabou se tornando um fracasso para a produtora. O filme demorou 3 anos para ser concluído. O diretor Peter Chelson, até deu a volta por cima, e fez os bem sucedidos: Escrito nas Estrelas (2001) e Dança Comigo (2004).

Orçamento : US$ 90 milhões
Bilheteria : US$ 6,7 milhões 
Perda : US$ 92%



3- Monkeybone - No Limite da Imaginação (2001)





Esse plágio de Os Fantasmas se divertem e Mundo Proibido, não agradou o público, mais arrancou alguns elogios de críticos de cinema. O filme que mistura realidade com animação. O orçamento do filme, foi todo gasto com as animações. Mas o filme, poderia ter sido um sucesso, se não tivesse sido tachado de filme infantil, pois boa parte das sacadas do filme, são para adultos. Foi o último longa do diretor Henry Selic, que hoje em dia só comanda animações, foi responsável pelos efeitos visuais do filme "A Vida Aquática de Steve Zissou"  de 2004.

Orçamento : US$ 75 milhões
Bilheteria : US$ 5,4 milhões
Perda : US$ 93%



2- Pluto Nash ( 2002 )





Roteiro ruim, mas ótimos efeitos especiais que acabaram custando caro: US$ 100 milhões. Péssimas piadas e a crítica bombardeando. Resultado: geladeira durante 2 anos e fiasco total.

Orçamento : US$ 100 milhões
Bilheteria : US$ 4,4 milhões 
Perda : US$ 96%


1 - O Portal do Paraíso ( 1980 )





Logo no começo das filmagens o diretor, achou o espaçamento entre as casas cinematográficas muito estreito e como solução, mandou reconstruir tudo de novo, para ganhar uns centímetros a mais, e com isso foram gastos milhões. Pessoas eram demitidas a toda hora, ou seja, dinheiro voando a torto e a direita. Com isso, não deu outra o filme que estava orçado em US$ 2 milhões pulou para US$ 44 milhões ( US$ 111 milhões em valores de hoje ). No final, as 4h30min do filme foram reduzidas para 3h30min e quando foi lançado, foi um verdadeiro fiasco, as salas do cinema ficaram totalmente vazias. A produtora United Artists, depois disso, faliu. Cimino, depois desse fiasco ainda fez 5 longas, todos com orçamento baixo e claro nenhum vingou. Há quase 10 anos, Cimino não pisa em um Set de Filmagem.


Orçamento : US$ 44 milhões 
Bilheteria : US$ 1,5 milhões
Perda : US$ 97%


Vamos atualizar essa lishta com Flop Carter? Cavaleiro Floptário? Flopysium? Alguém? kkkkkkkkkkkkkkkk


Vi aqui: Cinema Clássico

Chevrolet Azul (Blue Caprice - 2013)



Por Jason

O jovem Lee, de Antigua e Barbuda, foi abandonado pela mãe, que simplesmente saiu de casa deixando o menino a mercê do mundo. Lee, com certa aflição e numa aparente tentativa de suicídio, acaba cruzando seu destino com o de John, de Washington, EUA. John está sem a guarda dos filhos e tira o menino do mar, algo até aí natural. Lee parece ser um bom rapaz, apesar de solitário e recluso, e aceita trabalhar para John já que não tem opção alguma na vida. A relação dos dois acaba fazendo com que John retorne para Washington levando Lee a tira colo.

O que ninguém nesse mundo esperava é que o homem e o jovem se tornariam dois assassinos e o ótimo Chevrolet Azul (Blue Caprice, 2013) recria o passo a passo do momento em que se conheceram até a tragédia que matou dez pessoas e feriu outras três em 2002, nos arredores da cidade de Washington. Aos poucos, o roteiro, que não vitimiza nem engrandece - mas também não se preocupa apenas em registrar os fatos - começa a construir a personalidade insana de John e o relacionamento de pai perturbado com seu então novo filho. Em uma conversa com o garoto quando passa pela antiga vizinhança, John demonstra sua raiva pelo que aconteceu a ele, ao ser acusado de sequestrar os próprios filhos. Começa a nascer ali um exercício de influência sobre a mente já perdida do menino que o diretor Alexandre Moors trabalha com sutileza. Até a fotografia do filme muda, de clara do mar do Caribe para um tom sombrio, cinzento e tenebroso. O próprio carro do título, como visto, é filmado de maneira solitária pelas ruas, tal qual seus personagens, vagando como um assassino tenebroso silencioso procurando por mais uma vítima.

No contato com armas, John começa a induzir o garoto a atirar, e ele parece ter um dom fora do comum para a coisa. John começa a treinar Lee, como se fosse para uma guerra. Nada na vida de John, porém, parece dar certo, nem mesmo o relacionamento com a mulher que o acolhe em sua casa com o menino (e que o despeja). Ambos formam um tipo de explosivo, uma bomba relógio prestes a ser detonada. É Lee, induzido por John, que dá o primeiro passo, começando a matar pessoas inocentes como se no ato tentasse exorcizar algum tipo de demônio que povoa sua vida, seguindo a mente doentia de John. 

A forma com que as vítimas são assassinadas não é apelativa, é o ato em si que causa desconforto no espectador. Os personagens matam aleatoriamente, gente que está passando, desnorteados, fazendo atividades rotineiras, sem um modo de operação conhecido, o que deixa a polícia desorientada e os assassinos agindo de forma quase invisível (eles furam a tampa do porta malas do carro e atiram de dentro dele não deixando assim qualquer sinal de suas ações a não ser os cadáveres). Não é preciso assistir o filme para conhecer o caso: John foi condenado a morte. Lee foi preso perpetuamente, sem liberdade condicional.

Isaiah Washington tem aqui a chance de se mostrar um bom ator - para quem não se lembra, ele se envolveu em uma confusão com outro ator da série Greys Anatomy. Sua carreira parecia destinada ao fracasso de filmes como os horríveis Area Q e Navio Fantasma. Isaiah aqui é o ponto alto do filme, porque consegue passar toda a piração e desequilíbrio do homem, sem afetações ou exageros. Enquanto passeia pelo supermercado, escolhe suas vítimas, de crianças, passando por mulheres grávidas, velhos e adultos como se fosse algo comum e natural. Quanto a Tequan Richmond não se pode exigir muito. Ele tem poucas falas e se mantém inexpressivo durante todo o filme o que, involuntariamente ou não, casa bem com  o perfil solitário e deslocado do personagem, que não consegue dar uma justificativa para as suas mortes ao final da trama. O ator é conhecido pela série Todo mundo odeia o Chris

Chevrolet Azul pode afastar alguns espectadores por ser lento. O ritmo parece melancólico e arrastado. Isso se dá porque o foco é a relação dos dois e a psicologia dos personagens e não os crimes em si; é o caminho até lá, as ruas que o carro azul, que uma das personagens acha feio, segue até resultar no saldo de mortos final. O filme está longe de ser uma obra prima, mas o epílogo, transmite a mesma sensação para o espectador da vida dos personagens centrais: o mais puro vazio.

Cotação: 4/5 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Top 10 - Meryl Streep


Por Tia Rá

Dificeeeeoooo demais listar 10 filmes importantes dessa já lendária mito épica legendária and lynda atriz queridíssima aqui nessa porra desse brogue, essa monstra da atuassaum chamada Meryl Streep. A mulher tem tanta coisa boua no currículo e tanta interpretassaum fenomenal que fica quase impossível garimpar só dez filmes dela, gente!!! MEAJUDAÊ! 

Então, RELEVEM, na lista abaixo, recomendamos uns filme que vale a pena ser vistos! Tem coisa aí que nem me lembro maish direito, maish tudo bem. Confira!



KRAMER VS KRAMER - 1979

Em Kramer vs Kramer, Meryl Streep tá cansada, tá P da vida com o marido e dá um pé na boonda dele, deixano o coitado com o fio para se virar nos trinta. Lá pras tantas, quando o cara começa a dar certo com o guri, vem Meryl pra querer o pokemonzinho de volta! kkkkkkkkkkkkkk O pau então vai comer nos tribunais. Filme que só vem provar que em um divórcio de quem se arromba é sempre o filho, se for criança então, pior ainda. Venceu Oscar quando Oscar ainda era parâmetro pra alguma coisa boa, em cinco categorias: melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Dustin Hoffman), deu o primeiro Oscar pra Meryl, o de melhor atriz coadjuvante, e melhor roteiro adaptado. RECEBA!




A ESCOLHA DE SOPHIA - 1982

Sophia é polonesa, tá fudida e mal paga pronta pra ir pros campo de concentração com duas children, quando um miserável nazista infeliz filho de poota obriga a pobre coitada a escolher uma cria pra ser MORTO. Se ela não entregar um deles, vai todo mundo virar peneira. Sophia despacha o pokemon, mas a coitada sofrida que passou perrengue nos campo de concentrassaum tem que conviver com isso pelo resto de sua life.  Indicado ao Uóscar nas categorias de melhor fotografia, melhor figurino, melhor trilha sonora original e melhor roteiro adaptado. O filme deu o Uóscar de Melhor Atriz para ela, que aprendeu alemão e o sotaque polonês com a tchia aqui para passar toda veracidade no seu trabalho. SOFRAMOS juntas. 




SILKWOOD O RETRATO DE UMA CORAGEM - 1983

Já até comentamos esse filme por aqui em algum lugar, mas enfim... Meryl faz a Karen Silkwood, personage real da life que rala que nem poota pra dar de comer aos fios numa fábrica de coisa nuclear em tempo de morrer, porque num tem segurança gente! Pra completar o combo, tem uma amiga viada que ela divide a casa, os fios moram com os pais nos infernos, ela começa a questionar o sistema da empresa e é perseguida, enquanto se envolve num relacionamento sem futuro. É o pai de Terra Fria, com a Charlize Theron DIVA RICA MARAVILHUOSA MINHA INSPIRASSAUM. Muita informassaum? O fim num podia ser outro né gente? Naum falo da personagem, falo do filme, diabo! Ganhou indicassaum ao Uóscar de Melhor atriz (Meryl Streep), Melhor atriz coadjuvante (Cher, a amiga viada), Melhor diretor, Melhor edição (Sam O'Steen) e Melhor roteiro original.




AS HORAS - 2002

Esse filme eu axei mara, quem naum gostou, passienssia. Aliás, tem que ter passienssia mermu, com Botox Kidman e aquela nariga sequestradora de oxigenium em cena. Mas enfim, o elenco ainda tem a deewa maravilhuosa que eu amo desde sempre Julianne Moore, Claire Dane-se, Miranda Richardson, Toni Collete e, claro, Meryl Streep, todas taum perfeitas.  OH WAIT! Ed Harris, maravilhuoso, como um home morreno de AIDS que se joga da janela. Jamaish esquecerei.  Kidman ganhou o Uóscar de Melhor Atriz, claro, precisou se enfear neam gente? Só que num podiam esperar maish pra dar nada pra ela, mulé tarra na batalha faz tempo e ainda por cima foi casada com Tom Credo, comolidar? Meressia só pela corage de ficar o tempo que ficou com essa alienassaum religiosa. MAR ENFIM... voltano... sao três mulheres, todas depressivas, fracassadas, choronas e tudo maish, LIKE ME, de três epoca diferente. Sente e se sinta em casa. Indicado em oito categorias além do Uóscar da Botox: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (coadjuvante/secundário) (Ed Harris), Melhor Atriz (coadjuvante/secundária) (Julianne Moore), Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Trilha sonora.




O DIABO VESTE PRADA - 2006


MELDELS DO CEU! COMO NAUM AMAR MIRANDA PRIESTLY NESTE FILME? Comolidar com o total esmagamento em cena da pobre coitada Annal Ratazanaway? Senti pena dessa pobre desprovida de talento que terre que ganhar Uóscar choramingano naquele musical pobre de doer os meus tímpanos. MAR ENFIM... Agradesse por mim pra Susan Bolha, amigan, você interpretano ela ficou lynda. Ok, parei. Aqui, Meryl estupra o cenário, cospe no roteiro, dá voadora fatality só com olhar pra songa monga da Annal e faz aquele passeio básico tchipo, umiliei o filme. Mito, magia, poder. TODASCHORA arrasada com aquele cabelo de Miranda. Todas querem ser como ela. SOFRAM. Num deu outra. Indicassaum ao Uóscar pra Meryl. BEJOS. 



DÚVIDA - 2008

Neste filme, que traz a namoradjinha das America e do Supergay, a Amy AdamzzzZZZZzz COMA  e Felipe Saymon Hoffman, Meryl faz uma frera véia chata pra dedeu que acha que tudo se resolve tocano o terror pra cima dos guri da escola. Só que parece que Felipe, que faz um padre, papou um guri, entende? Aí começa a confusaum. Deu ou não deu, eis a questaum? Naum me perguntem porque eu tenho mente poluída, mas quem deu mermu o que falar foi o destaque in da filme, que fica por conta da minha, da sua, da nossa mulata Globeleza DEEWA MARAVILHUOSA Violeta Davis, que chega arrombano com tudo e consegue, proeza das proeza, ROUBAR a cena de nossa querida Meryl. Sério gente... quando essa mulher entrou e já desceu o sarrafo na frera falano do filho, eu faley GENTEEEEEEEEEEEEEE, ME SALVA! TOU XOCADAN! Virou rotina Meryl no Uóscar neam gente... Indicassaum ao Uóscar de Melhor Roteiro Adaptado, Ator, Atriz, Atrizes coadjuvantes.




AS PONTES DE MADISON - 1995

Esse filme só me lembra a Lady Ratazana, minha irmã, que ADORA e vive falano nele até a gente se entupir de diazepan e entrar em coma profundo porque num há ser na Terra que consiga suportar, entende? A trama é baseada num livro de mermu nome, sobre Francesca, casada e mãe de família,  que começa a dar uma com um fotografo que tarra ali de passagem e tals, fica loka das ideia, descobre uma vida nova que ela noonca teve, o amor e o poder, e tals. É um romance, toda essa frescura que a gentchy adora neam, povo? A história é de flashback. Se tu dormir no filme, tudo bem, eu só consegui chegar ao final uma única vez (duas hora e meia, povo...) e nem me lembro maish dele. Meryl ganhou indicassaum ao Uóscar pelo filme, pra variar.




ENTRE DOIS AMORES - 1985

Esse eu num lembro mermu... Tive desmemoriada, MEAJUDAÊ! 
Meryl tá fazeno a baronesa da Dinamarca, que tá lá no reino de Simba que ela adora. Ela num adora é seu marido, porque dá um chifre dos diabos nele com o machaum caçador Robert Redford, que pra mim noonca foi cem por cento como ator, mas darra lynda e maravilhuosa quando era mais novo. Era loka da vida pra fazer a Demi Moore e receber uma Proposta Indecentchy do home. Hoje, acho que nem viagra ajuda ali, neam, produssaum? Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor trilha sonora original, direção de arte e melhor som. Indicado ainda nas categorias de melhor ator coadjuvante (Klaus Maria Brandauer), melhor atriz (Meryl Streep), melhor figurino, melhor edição.

  



LEMBRANÇAS DE HOLLYWOOD - 1990

Amo esse filme que num é só um drama, é uma comédia dramatchica <3 Ele fala de uma cantora biritera cheia da droga que é obrigada a voltar pra casa da mãe (Shirley MacLaine) que é uma ex estrela de Hollywood. As duas vivem se matano, a mãe é aloprada e acha que tá num palco o tempo todo, deve ser que nem a Tchia, ter algum disturbio dissociatchivo RISOS.  Melhor ainda: o filme é baseado na história real de Princesa Leia e sua mãe Debbie Reynolds, de Cantano na Chuva. Tem o Dennis Quaid de acessório pra quem quiser - ele sempre terre cara de velho mermu - e mistura tudo, mas é injusto que Vó Shirley num tenha ganhado nem indicassaum ao Uóscar pelo papel porque neam gente, vamo combiná... mulé é toda a tchia aqui kkkkkkkkkkkkkkkkk Indicado ao Uóscar nas categoria de Melhor Atriz Principal (Meryl Streep) e Melhor Canção Original (Shel Silverstein).




UM GRITO NO ESCURO - 1988

A-M-O esse filme. Naum que ele seja o rato da coca-cola, mas enfim... É a atuassaum de Meryl aqui que vale... e ela manda muito bem, ela é o filme, e ponto final. Coitado do Sam Neill, que se contentou em desaparecer quando a mulher entra em cena kkkkkkkkkkk A primera vez que eu vi eu tarra pobreza, vi numa sessaum da tv aberta de madrugada, num lembro qual. Achei xocantchy. Uma mulher e seu marido vaum passar um fim de semana num acampamento, com seu baby e outros filhos. O baby dorme e a mulher vai lá e bota ele na cabaninha, mas aí ele vai e... some. Começa uma confusaum, a imprensa começa a cair em cima que nem urubu ni carniça, começa a culpar o casal como se ele matasse a criança, o povo naum sabe no que acreditar - nem o casal mesmo sabe o que aconteceu - e ninguém se contenta com a versaum mais provavel do caso, de que o baby foi raptado e morto por animais (!). A mulher é presa e pior: é da igreja adventista, que o povo num gosta. Baphonico


Bora ver os filmes dessa deewa, gente? BEIJOS DA TCHIA!


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A guerra do fogo - 1981


Por Jason


A guerra do fogo nos mostra como era a vida do homem das cavernas. Feito sem diálogos,  com musica incidental e boa maquiagem - vencedora do Oscar -, o filme começa mostrando uma tribo nos primórdios da humanidade. Ela mantém as chamas de um fogo aceso, já que o fogo é artifício da natureza difícil de encontrar e de manter. Uma tribo rival invade a caverna em que vivem, destruindo tudo (incluindo o fogo). O grupo se vê forçado a se desintegrar para procurar por chamas, mas sofre também com os ataques de animais selvagens como lobos, ursos e leões.

Em busca dessa nova chama que eles tanto tentam manter acesa, três deles saem pelas planícies da região mas acabam se deparando com uma tribo de canibais. Salvam uma fêmea,  esta de uma tribo mais evoluída,  de virar refeição. A fêmea começa a persegui-los tentando contato. Ela tem capacidade de fala e melhor entendimento das coisas, mas é violentada pelo grupo. Mais tarde, eles se encontrarão com a tribo dela e um deles aprende como se fazer o fogo. É ele quem começa a entender coisas novas, desde a noção de vida em grupo, do uso de ferramentas e armas, a uma posição sexual inovadora. 

Todo o elenco se esforça, se dedica - o papel de fêmea é o mais complexo e bizarro -, mas a produção é um tanto tosca e tem momentos de risos involuntários, até por ter sido realizada na década de oitenta. Contudo, é precisa ao reproduzir os hábitos dos homens das cavernas tal qual um documentário do Discovery Channel sem narração OFF com o que se conhece da história da humanidade até então. A direção consegue traduzir tudo através de comunicação verbal, o que também é um trunfo e o espectador entende perfeitamente o que acontece na tela.

Conforme o filme passa, percebemos que os homens primitivos não tinham uma vida tão fácil como os livros de história nos fizeram perceber um dia - os homens eram não apenas caçadores mas também refeição para animais famintos. Isso fazia a expectativa de vida do homem ser mínima e lhe dava uma necessidade fundamental de andar em grupo para ter mais chance de se reproduzir e sobreviver. O poder do fogo, tão essencial nessa época, é ensinado e passado para as gerações futuras finalmente, assim compartilhado com toda a tribo. O mais irônico, contudo, é que a sociedade primitiva era basicamente feita de sexo e violência, itens que se misturam na história da selvageria humana e que formará a base da sociedade como conhecemos até hoje. 

Como visto, mesmo depois de milênios, pouco mudou nesse sentido.

Cotação: 3,5/5   

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Velozes e Furiosos 6 - 2013



Por Tia Rá

Eu achei ótimo essa aberrassaum que é campeã de bilheteria, tão podre que num ia nem me prestar a comentar aqui perdendo meu tempo. Mas gente... comofas? Quando um filme desse naipe, que devia ir direto pros DVD da vida e ficar lá nos inferno pra sempre faz um tantão de dinheiro, isso só pode me dizer que estou véia, os tempo mudaram, tem umas coisa errada com o povo da Terra e todas nesse mundo tomaram minha adega toda de cachaça porque SÓ ISSO ISPLICA!

Não sei isplicar todo meu amor verdadero pra belíssima Vagina Caralho, que na minha umilde opiniaum (vem Carla Perez, me salva com seu portugueis) é a maior revelassaum de todos os tempos. Tá pra nascer pessoa mais inútil nesse mundo do que Vagina, como atriz ela fas ótima UFC. Fora que ela tem aquela cara de zagueiro da selessaum brasileira, num tem como não querer bem essa moça, né? MORRE? Agradessida.

Aliás, em atuassaum, o filme tem aquele maior metro quadrado podreira do planeta, num tem como naum amar! Vejamos... Paul Walking Dead. Num sei o que ele ainda quer tentando em Hollywood. Faria grande sucesso fazendo filmes porn gay e dano aquela boonda mara branquela dele. Vem Disel, feio que é a peste, parece o satanás o home, ACREDITA que é astro de assaum, tipo Arnoldão Vida e Poder, quando era o top, né gente... mas tenho pena, apenax. Por que num adianta, naum tem XARISMA. Naum tem porte, naum tem músculos.  Tem aquela careca e aquela cara de quem chupou e deu muito pra conseguir emprego. 

Nosso Braseooo está muito bem repreZZZZZZZzzzentado lá fora com Jordânia Brega, outra inutilidade que a gente tem que SUPORTAR. Michele Rodrigaum naum tem como decolar né gente? Mulé já foi de Lost, Avatar, Resident Evil... phopha, é isso daí, seja brasilera, num desista noonca! Um dia você dá certo. Aqui ela faz uma minina confusa ainda, que luta kung fu, é ninja e tem cabelo bom (fora os dente, tentei contar, parei nos sessenta só nos da frente). Mas o melhor de tudo é o The Rock né povo da tia Rá? O home luta demais, é muito forte, joga o povo todo nas parede faceooo. Home tomou todas bomba do planeta, cada peito tá com cinco litros de silica, fico com medo dele saltar e derrepentchy explodir em cena. Já imaginaram? "Vô ali correr e pegar os vilaum", derrepentchy ele salta, cai em cima do carro e KABOOOOMMMM lá foi nosso mito! Comofas com o figado disso, minha Santa Michael Clarke Ducacete?

Nada, claro, se compara a essa trama maravilhuosa. Maravilhuosamente vagaboonda. Povo deixou de fazer um NEED FOR SPEED prus que num funcionarra mais e entaum colocaram um coisa de polícia no meio e tals pra agregar, entende? Nada mais desculpa pra ver os carros que os pratro-cinicos daum pra aparecerem na filmagem correno pra lá e pra cá, com muitas explosaum, batidas, saltos ornamentais e confusoesssss! E quando o personagem chocobom bengaludo diz que os carros agora viraram carro de 007, eu falei AGORA A POHA FICOU SERIA NEGAUM!!! Porque é isso mermu, essa patacoada toda, Ven Disel tira até bala do corpo que nem o Daniel Gayg em Skyfall e todo um monte de cena parecida que parece tirada de outros filme mermu. Tem até um tanque desgovernado destruindo tudo, só faltou James Boonda antigo no meio da zona e John McClane pra derrubar o aviaum. Aliás, falar em aviaum, naum vamos comentar aquela sequencia final envolvendo os carros segurando o aviaum naquela pista de aeroporto que tem 23565622331021313 bilhões de quilômetros e num acaba noonca né gente? Será que os roteiro e a diressaum tarram achando que ninguém ia notar? #XOCADA

É isso, muita fantasia #aceita

Num vô falar das Senas de assaum, tudo muito básico, mar nada que prejudique né.... Tem umas pausa dramatchica que ninguém entende nessa diressaum, mas releve, é o que tem. Tem aquela personagem feminina inútil cosplay da Jean Grey, mulher fica parada e as balas desvia por causa da pontaria ruim do povo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk SOFRI! E comolidar com o bitch fight de Rodrigaum com Vagina gente, mulheres todas esfoladas, tomam voadora, cai de escada pra quebrar o pescoço e saem lyndas e poderosas dançando PREPARA QUE AGORA É HORA DO SHOW DAS HORROROSA? Gente, e a Vagina que trai todas? NIGRINHA TOTAL!!! kkkkkkkkkkkkkk EURIIIII de me acabarrrr!!! Mas nada taum épico quanto o outro careca Jason Astanta no final, gente... naum me controlei, foi demais SQN

MELHOR CENA DO ANO: Rodrigaum voando e Vem Disel dano aquele salto ornamental pra salvar ela. A comédia do ano, naum tem como naum amar. SOFRA COMIGO!

Cota: 1/5

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Histórias Cruzadas - 2011




Por Tia Rá

Vim aqui pra comentar esse filme que eu adoray, chamado ME SALVA (THE HELP)! Serei cinçera, manteno meu comprometchimento com a realidadchy dos fatos, se naum viu o filme ainda (tá esperano o que, misera?) num lê naum porque tá cheio de spoiler kkkkkkkkkkkkk

Olha, sobre a trama, é legal, é um momento históricus, rola todo aquele preconceito com as empregada e com os negaum, entaum a squilo verminose Siriema Stone faz a menina que se formou e quer falar sobre o que acontece na sociedadchy, quer virar a Ótima Bernardes. Rola das empregada no começo num gostar da ideia, mas aos poucos elas vaum contano as humilhassaum que sofre no dia a dia por causa das branca, num pode usar os mesmo banheiro, num pode andar nos mesmo busaum, é um absurdo, mas o que é bom é que todo mundo se encontra no final. Claro, o preconceito num acabou. Mas enfim, tá tudo certo neam? Feen.

O destaque do filme é a minha, a sua, a nossa, deewa, maravilhuosa, Violinha Davis. Naum contente em umiliar todas no filme, a mulher ainda estupra o roteiro, cospe na cara do elenco, arromba com a diressaum pobreza e ainda por cima chega espancano o cenário. Simples. Choray horrores com essa mulher, quero ela comigo, ela mereSSe todos Uóscar possivel e ninguém deu a ela ainda, comofas gente? Num mundo que a Songa Witherspooma tem um Uóscar e Viola num tem, esse mundo mereSSe acabar. Simples.

Mas vamos ao reshto. Sissy Spacek, nossa eterna deewa Carrie, aqui num tem muito o que fazer, tá a cara do Macula Calkin, ESQUECERAM DE MIM! HAHAHAHAHA Mas tem muita gentchy no resto disso. Gentchy, o filme acabou e ainda tou procurano o Uóscar da Otaviana Spaço, comofas? Seria porque ela fez a songa monga lá comer o tolete dela na forma de uma deliciuósa torta de xocolatchy adubado de cocô, é isso mesmo produssaum? COME MY SHITTTT!!! Naum curti essa atuassaum fora do tom. E a gentchy tem que suportar a Siriema Stone, com aquela cara de gremlim com dor de barriga. Num ajuda muito neam, povo? Ela ainda naum me disse a que veio, tou na espera... Mas podia ser pior... Imagina a Crista Stewart? ANYWAY... 

Adoro a Bryce Dallas e o seu personage megera umiliano todo mundo. OI BRYCE COMOVAI O FLOP? Já queria entrar no filme pra dar uma voadora na cara da biscatchy que fica maltratano as dreamgirls! Papel ingrato, mas ela tá bem. Tá melhor que a............ XESSICA CHATISSIMA! Comolidar com essa sequeladan totalmentchy OVER no filme e ainda por cima ganhano indicassaum ao Uóscar, meu povo? Look... Tchipo... acho que ela tá dano muito jantar pra o povo pra ver se emplaca, porque num é possiveo meldels... será só eu que num enxergo que ela naum tem CACIFE? ATÉ QUANDO? O que importa é que o personage dela é legal, até ajuda a Otaviana, é a atriz mermu que num se ajuda kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

PAUSA DRAMATCHICA

Comolidar com o ator mais inutchil que já existiu na face da Terra nos últimos tempos produssaum, aquele que faz o marido dela, o Mike Naovougirl?! JA PUCHAY A FEESHA CORRIDA DA BEESHA TODA!!!! kkkkkkkkkkkkkkk O que ele tem de munito tem de porta. Desde primordchios que essa poota tenta, inventa, mas num consegue neam... tarra em Poseidon e naum conseguiu destaque - e se você tá num filme daquele com aquele elenco horroroso e num consegue destak, se mata colega. Depoish agora ultimamentchy at last colocaram ela como heroína na serie Under the COMA maish num vinga... Tem que parar de fazer a hominha e dar muito pra executchivo, jogo na cara mermu dessa versaum americanizada do Gianechina. 


Segue os conselho da tchia, piranha kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk   

É isso. Num tem maish, o filme é Viola Davis e pronto. Tem toda aquela tematchica das minoria seno umiliada, mas quem umilia mermu é Viola sentada no vaso sanitario sambano na cara da society. DEEWA!

Cota: 2/5

Adoro esses dramas, mas é um filme frouxinho, tosquinho, bem feitchinho, me comovi ni algumas senas mas óh... foi só...

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Elysium - 2013



Por Tia Rá

Sabe quando um filme já tá errado antes de nascer? Entonces... temos aqui maish um exemplar da safra de flops do ano, aliás, quanto flop neam minha gente? Tou quase me mudando pra Hollywood pra vê se salva aquilo lá porque acho que vai rolar umas falenssia múltiplas de órgãos de estúdios... Sério... esse foi o ano dos flops e aqui, com essa super lanssamento flopado do anus, num é diferentchy. Atenssaum, o texto como sempre tá xeio de spoila, se num quiser saber do filme, num leia, vá fazer outra coisa kkkkkkkkkkkkkkkkkk

O que eu gosto in da filme? Os efeito saum bom. A premiÇa também, é muito interessantchy. Fala de probeza e riqueza, de luxo e poder, etc, é como Distrito 9, só que naum, entende? Tchipo, ali é o futuro, mar é o passado, entendhy, num muda nada. A diressaum de artchy. Acho interessantchy também. É isso. RECEBA. Os rico mora tudo numa estassaum espassial 2001 Odisseia nos Spaço, já a Terra ficou só com os funk e as favela kkkkkkkkkkkkk Só doente e pobre nessa misera. Paresse hospital publico do Braseeoooo. Eu também gostei daquela máquina supersonica que cura tudo, gente, vou curar a obesidadchy mórbida da Lady Ratazana pra sempre, bora pra Flopisium, produssaum?

O que eu num gostei? Do reshto. Chato Copula, por ixemplo: num funssiona. Aquele inglês dele Made in Tchia Rá é toda uma piada pronta, gente... comolidar? Faz um Wizard, faz um CCAA, mar tome jeito, minino, tu tá pagano mico desse jeito. SE AJUDE. Acabe o casamento com o Neil Boomdecama, vai ficar fazeno a Mila Xoxovixe, que só é governada pelo marido? ACEITE a realidade. Jodie Foster, que aos quinhentos anos tá melhor que eu e você com vintche. Mulher é desperdiçada. Tarra adorano o personage dela até que ela morre. Gentchy, ela morre no filme. ELA MORRE. Comolidar com tamanha forçada do rotero? Jodie é deewa, naum pode morrer, ela tinha que se converter e aceitar as umiliassaum.  Mas ela vai falar com o cara que tem uma lista corrida maior que todos criminoso do FBI assim, desprotegida, foi bater um papo. Sey... Afe. 

Num sei falar de Alice Brega a naum ser do fato que ela tem cara de pobre, e num ajuda. Mas é brasilera, num desiste noonca, amiga, você meresse. Um dia você será reconhessida. Naum sei se nessa vida, mas um dia. Bejos pra seu flop. Waguinho Moura é um pragrafo a parte neam. Adoray aquele baianês dele (mistura de inglês and baiano) falano "pute gan daun", só faltou soltar um OXENTE HOME VAMO COMER UM CARURU E VATAPÁ, e tarra tudo legal. Fizeram todo um espalhafato dizeno que o Niu Orque Taime falou que ele era isso e aquilo. Gentchy, o Niu Orque falou que a Chevete Sangalo era a Tina Turner brasilera, o que virá depois? Vaum chamar a Luana Santana de Rihanna nassional, povo? BORA ACORDAR DO COMA, meu BRASEOOOO!! Adoro o Wagner. Mas menos, né gente. MUITO MENOS. Também tem cara de pobre. Num ajuda. Entaum, é isso. ACEITA. 

Por fim o Mate Demo, que já tem aquela cara xoxa, careca entaum parece o satanás fumano maconha e dançano show das poderosa. Mate num rende, o filme é xeio de flashbrega, acho que isso também num ajudou naum.... O filme parece que foi dirigido por Michael Gay, tem horas que é umas confusaum dos demônio. E as camera lenta? Mete tá atirano aí PA MATRIX! Mete tá caino aí PA MATRIX! Mete tá cagano aí PA MATRIX. Genteeeee.... Tarra até gostano na primera meia hora e tals, derrepentchy, comessa a aloprassaum, com o Demo se virano Robopobre XMEN Wolverine aí eu falay...



TOU NO FILME ERRADO PRODUSSAUM? MA QUE MERDA É EÇA?

Ah pois, é isso. Aí o Mate morre no final e o Waguinho vai lá e manda a cura pra Terra. Feen du filme. 

Naum curti toda a trilha sonora BRAAAMMMM BRRRAAAMMMM BRRAAAMMMM HANS ZIMMER BRAAAMMMMM gente, alguém avisa que já deu??? OIIII? Neil, gaton, faz um filme com trinta milhão de novo que tu rende maish. UM BEJO.

Cota: 1,5/5

Assim, forçando. Não me comovi com o sofrimento de ninguém não, seria mais interessante se a vilã mandasse a bomba atômica pra Terra e matasse meio mundo de genza POBREEEEE kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Faltou muito nessa podrera, faltou drama, tem que ver isso daí viu...

domingo, 22 de setembro de 2013

Top 10 - Filmes com animais pré-históricos



10 filmes com animais pré-históricos para você curtir - OU NÃO!



Jurassic Park, o Parque dos Dinossauros - 1993

Baseado em livro de Michael Crichton, deve ganhar um reboot com o nome Jurassic World em um futuro próximo. De qualquer forma, o diretor Steven Spielberg trouxe de volta à vida os dinossauros, se apoiando em animatrônicos e nos poderosos efeitos especiais da ILM para contar uma aventura eletrizante de um milionário que quer criar um parque com as agruras pré históricas numa ilha. A ambição, claro, dá errado, o parque é sabotado e os bichos tocam o terror. Destaque para o T- Rex, que acaba salvando involuntariamente os humanos de virarem refeição de raptores. Teve duas continuações, ambas inferiores. Vencedor de 3 Oscars, relançado nos cinemas em 3D e ainda se mantém com um visual desses de cair o queixo - que fez com que todos os dinossauros vistos em filmes lançados anteriormente parecessem inofensivos brinquedos de criança.





Dinossauro - 2000

Na animação da Disney, a mais cara já realizada até a época, um jovem iguanodonte é criado por lêmures em uma ilha, até que ela é vaporizada por um meteoro. Sem casa, eles conseguem chegar ao continente e acabam encontrando uma manada que está em busca um lugar que mais parece um paraíso para os dinossauros, onde poderão viver e se reproduzirem. No caminho, carnossauros sequiosos e babões loucos para comê-los. O filme mistura imagens reais com computação gráfica de maneira muito bem acabada. É Disney. Diversão sem compromisso.



 

Os Flintstones - 1995


Os Flintstones é a versão live-action do desenho da TV sobre a conhecida família pré-histórica, com hábitos típicos de uma família americana de classe média atual. A produção é de Steven Spielberg, traz bons efeitos especiais e destaque para a sogra de Fred, interpretada por Elisabeth Taylor (um arraso) e Halle Berry, como uma secretária sensual perigosa e trambiqueira chamada Sharon Stone. Apesar de colorido e do sucesso, o filme deu o prêmio Framboesa de Ouro de pior atriz coadjuvante para Rosie O'Donnell, ganhando pior roteiro e sendo indicado para outros dois, Elizabeth Taylor como pior atriz coadjuvante (o segundo desempenho no filme nomeado para este prêmio) e para o filme como pior remake ou sequência. Na pior das hipóteses, serve como sessão da tarde para as crianças.


 

A Guerra do Fogo - 1981

O filme retrata um período na pré-história e dois grupos de hominídeos. O primeiro, que quase não se diferencia dos macacos por não ter fala e se comunicar através de gestos e grunhidos, é pouco evoluído e acha que o fogo é algo sobrenatural por não dominarem ainda a técnica de produzi-lo; o outro grupo é mais evoluído e tem uma comunicação e hábitos mais complexos, como a habilidade de fazer o fogo. Esses dois grupos entram em contato quando o fogo da primeira tribo é apagado em uma guerra com uma tribo de hominídeos mais primitivos, que disputam pela posse do fogo e do território. Vencedor do Oscar de Melhor Maquiagem.



 

O mundo perdido - 1925

Baseado na obra de sir Arthur Conan Doyle, O "paleontologista " Professor George Challenger acredita que ainda existam dinossauros nos lugares mais remotos da selva Amazônica. Para ajudar a provar sua teoria, ele recebe o apoio de um jornal para viajar com um grupo de pessoas até lá e ver o que consegue encontrar. O problema é que suas teorias se mostram corretas, mas ele pode acabar pagando caro demais por sua descoberta. Em sua jornada, ele e seu grupo irão se defrontar com muitas aventuras, os perigos da floresta e uma surpresa atrás da outra em uma montanha-russa de emoções que vai te deixar eletrizado. Muitos bichos de massinha, truques de câmera e um sucesso estrondoso de bilheteria para a época. Clássico.



KING KONG - 1933


Uma equipe de cinema liderada por Carl Denham viaja para a Ilha da Caveira, acreditada ser apenas uma lenda, e se depara com uma civilização primitiva que oferece mulheres a Kong, um deus-gorila gigante. Quando essa civilização captura Ann Darrow, a estrela do filme, a equipe de marinheiros, agora liderada pelo valente e apaixonado imediato Jack Driscoll, parte em resgate, enfrentando inúmeros perigos tais como dinossauros e insetos gigantes. Ann é salva das garras do gorila que, aparentemente, se apaixonou por ela. Tendo os sobreviventes em segurança, Denham faz de tudo para conseguir raptar o macaco e levá-lo para Nova York, onde faria dele sua grande atração: "Kong, a Oitava Maravilha do Mundo". O resto todo mundo já sabe. Clássico.




KING KONG - 2005

Refilmagem do clássico, com a trama acertadamente ocorrendo no ano de 1933, lançamento do original. Ann Darrow (Naomi Watts), uma atriz de vaudeville, enfrenta dificuldades para se sustentar, como vários outros americanos durante a Grande Depressão. Ann conhece o cineasta Carl Denham (Jack Black), que oferece a ela o papel principal em sua próxima produção e aceita a oferta após saber que o roteirista é o conceituado dramaturgo Jack Driscoll (Adrien Brody). Carl embarca a equipe e o elenco de seu filme no cargueiro fretado S.S. Venture. O objetivo da viagem é chegar na Ilha da Caveira, que tem a fama de abrigar uma raça perdida e várias criaturas consideradas extintas. O resto, nós sabemos como termina. Destaque para a produção de mais de 200 milhões de dólares, a direção impecável de Peter Jackson, cenas de confronto de Kong com dinossauros, o estouro da manada de saurópodes, e, claro, os poderosos efeitos especiais da Weta. Um grande sucesso do cinema, que merecia mais se não fosse a pesada e desnecessária duração. Vencedor de 3 Oscars.





10.000 A. C. - 2008

Nessa podreira de Roland Emmerich, uma história de amor horrível, previsível e tediosa na pré-história, trazendo para as telas mamutes caçados com redes, aves assassinas monstruosas como avestruzes gigantes comedores de gente e, claro, um tigre-dentes-de-sabre. Uma aventura épica que segue o caçador de mamutes D'Leh, um jovem apaixonado por Evolet, em uma viagem por território desconhecido, na tentativa de garantir a segurança de sua tribo. Quando um bando de perigosos guerreiros sequestra sua amada, D'Leh é obrigado a liderar um pequeno grupo de caçadores em uma expedição para resgatá-la. O filme, cheio de efeitos ruins, é involuntariamente cômico, foi massacrado pela crítica e intitulado um dos piores filmes de todos os tempos.




No mundo dos monstros pré-históricos - 1957

Comandante da Marinha, Hal Roberts, é designado para liderar uma expedição à Antártida para investigar relatos de uma misteriosa água quente no interior de um lago descoberto na década anterior. Seu helicóptero e seu pequeno grupo, incluindo a bela Maggie Hathaway, caem em uma cratera vulcânica depois de uma tempestade. Eles se encontram presos em um ambiente tropical que tem sobrevivido desde a Era Mesozoica com plantas carnívoras e dinossauros, lutando para sobreviver e reparar o helicóptero, seu único meio de escapar. Destaque para os monstros de massa e gente vestida com roupa de dinossauro feita de borracha!



O vale proibido - 1969

A década de 60 possui um acervo de filmes relacionados ao mundo pré-histórico que merece ser conferido: a refilmagem de O mundo perdido (1960), apelando para iguanas vestidas como dinossauros; Volta ao mundo pré-histórico (1960)Mil séculos antes de Cristo (1966); Jornada ao centro do tempo (1967) dentre outros. Nesse filme divertido, com efeitos especiais do mestre Ray Harryhausen, o Cowboy James Franciscus e outros aventureiros se deparam com um monstro pré-histórico num vale perdido no México e decidem exibi-lo em um circo para fazer dinheiro. Claro que isso causará a maior confusão. O filme traz então uma original e inusitada mistura de Cowboys e dinossauros, já que o vale proibido também é habitado por Pterossauros e outras criaturas pré históricas. 

Fonte: Wikipedia e IMDB


sábado, 21 de setembro de 2013

O outro lado de Hollywood - 1995



Por Jason

Em cem anos de cinema, a homossexualidade pouco foi retratada no cinema - e na maior parte do tempo, diga-se de passagem, não foi bem representada. Os filmes que tentaram fazer isso sempre trataram o tema como uma questão de pena, comédia ou de medo. O ótimo documentário O outro lado de Hollywood (The Celluloid Closet, apesar de datado de 1995, ainda se mantém incrivelmente atual), trata da visão que o cinema de Hollywood tem sobre o tema tabu, desde os primórdios do cinema até os dias atuais, trazendo participação de escritores, roteiristas e de atores conhecidos como Tom Hanks, Whoopi Goldberg, Toni Curtis, Susan Sarandon e Shirley McLaine.

É interessante notar como através dos tempos a visão que o público e o cinema possuem dos homossexuais pouco mudou. Segundo o documentário, os gays passaram de vítimas para se transformarem nos agressores em diversos filmes, quase sempre com finais trágicos, o que representava a mentalidade do público e da indústria cinematográfica de cada época. Nenhum dos dois nunca viu com bons olhos atores ou atrizes homossexuais - muito menos personagens gays sendo representados nas telonas. De vítimas e motivo de chacota, de humor, passando a vilões, os gays quase nunca se reconheceram nas telonas porque foram retratados de maneira estereotipada e preconceituosa. Quase sempre eram mal vistos pela plateia e tinham destinos inglórios nas tramas dos filmes. A homossexualidade no cinema era e ainda é um tabu - não se discutia o assunto - e astros e estrelas eram obrigados a se esconderem em casamentos arrumados porque isso poderia arruinar bilheterias, carreiras e produções de filmes. 

Em décadas passadas, não era aconselhado a nenhum ator fazer papel homossexual no cinema. Se hoje vemos Sean Penn ganhar um Oscar pela sua interpretação magnífica como um líder homossexual em Milk, ou Tom Hanks levar o seu pelo papel de homossexual vítima da AIDS em Filadélfia, nenhum ator queria se envolver em um filme que colocasse um personagem gay como uma pessoa séria. Mesmo assim, apesar do preconceito e da opressão, o cinema produziria ícones como Marlene Dietrich, em Marrocos na década de 30. A igreja, nesta época, e os órgãos censores começaram a fiscalizar os filmes e a censurar tanto filmes de cunho sexual quanto de cunho homossexual,  alegando quebra de valores morais e protestando contra a exposição de corpos nus no cinema, ameaçando com boicotes e regras através do chamado Código Hays, que proibia, dentre outras coisas, cenas de prostituição e de beijo na boca. 

Essa alienação e loucura chegou a causar transformações em roteiros que tinham cunho homossexual -, mesmo se tratando de roteiro de filmes sendo baseados em fatos reais ou em livros adaptados (!); Os homossexuais passaram então não só a ficar camuflados na vida real, mas também nas telas, ganhando personagens que quase sempre representavam uma ameaça (como a governanta obcecada em Rebecca, de 1940). Os diretores então, mais habilidosos, tentavam a todo custo driblar os censores, usando de músicas e personagens apenas sugestivos.

Os anos 50 foram piores. Os personagens precisavam ser másculos e as mulheres sensuais e femininas e tudo o que era homossexual precisava ficar em subexposto,  como a relação de adoração de Messala por Ben Hur em Ben Hur - que precisou ser escondida de Charlton Heston pois o ator não concordaria em fazer o personagem se descobrisse a real intenção do roteiro, o que dava uma noção da paranoia a respeito do tema. Paralelo a isso, o cinema inglês se adiantava na temática na década de 60, com personagens mais bem resolvidos e que não precisavam morrer ao final do filme para satisfazer os censores sequiosos e o preconceito do público. Foi nessa década que a censura começou a cair, liberando outros temas, mas a homossexualidade continuou sendo algo desprezado pelo público e depreciado por Hollywood, o tipo de coisa que as pessoas sabiam que existia mas evitavam falar.

A situação começou a mudar em 1982 com o filme Making Love, que passou a abordar uma visão mais simpática dos gays, um grande salto para o cinema, mas seguiu a regra de outros filmes, acabando por estigmatizar e acabar com a carreira de envolvidos (ninguém queria assumir os papeis para não se comprometer). A nudez feminina, no entanto, sempre pareceu ser algo mais aceito do que o contato entre dois homens, e o cinema reflete assim, na opinião dos entrevistados (Susan Sarandon, Goldberg e Hanks são pessoas de grande esclarecimento e contribuem com opiniões sinceras) o grande tabu da sociedade machista e a insegurança sexual da população. 

Ao final, como visto, o espectador fica com a sensação que, passado 18 anos desde o lançamento do longa documentário, o cinema, infelizmente, pouco avançou.

Cotação: 5/5

Uma simples e interessante análise a respeito da homossexualidade do cinema que vale a pena ser vista.
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