sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Deixe a luz acesa - Keep the lights on - 2012



Por Tia Rá

Isso é o que dá quando a gente recebe uma dica de filme e vai achano que o filme vai te abalar emocionalmente e psicrogamente e aí quando você termina fica com aquela cara de WTF? Tou esperano que ninguém venha aqui me dizer nada, porque acho que ninguém conhece mesmo esse filme, entaum tá valeno! LOL

Bora lá...

O filme foi noemado pra 4 Independent Espirito Uward, naum que isso signifique alguma coisa boa. Tá até com cotação altas das críticas, naum que isso também signifique coisa boa, porque depois que os críticos aclamaram aquela porcaria trapaceira de Trapaça, num duvido mais nada nesse mundo PQP!

Erik é uma beesha promiscua ativa e proletária, tirada a gás com água e a cineasta famosa, que tá fazeno um documentário e vive se ofereceno no disk sexo pra ter quem comer. Um dia ele descobre uma bee advogada, dadeira que só ela, mas que tem uma namoradinha pra disfarçar a sexualidade. Os dois se juntam, a namoradinha toma um vaza canhão, eles se casam, se amam, aquela coisa toda. O probrema é que Paul é a cara do crack! O bicho fuma um crack que é uma beleza, adora uma coca e uma maconha, cheira mais que aspirador de pó! 

Todo ano novo Paul diz que vai parar de fumar o cachimbo da paz, mas não para, tá lokão das ideia. Erik é uma tebofera de feio, tem cabeção e dente podre de Smeagol, o ator que faz ele é feio que nem o cabrunco. Erik num quer nada com a vida, é um banda voou, na cabeça dele vai virar a Spielberg das viadas e Paul num gosta desse delírio dele. Num guento com o dia em que os dois brigam e passam na cara um do outro e depois vão resolver na cama os pobrema e aí... na hora do vuco vuco selvage, a beesha passa o CHECÃOOOO!!! 


Pausa gente, porque quase tenho um derrame do tanto que eu ri! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ow ow ow ow aaaaa para CAGUEI!!! kkkkkkkkkkkkkk MORTA feat CREMADA!!! BEST SENA EVA!!!

Os anos vão passano, Paul vai se tratano, mas tem as recaídas e num se importa mais com Erik. Fuma tanto que fica pareceno um cadáver ambulante. Erick até suporta Paul dano que nem uma loka pra um pooto e vai perdeno o tesaum na vagaboonda do Paul. Mas aí os dois brigam, e voltam. Brigam, e voltam. Brigam e voltam. E brigam e voltam mais uma vez. FIM DO FILME.   

Os atores são bem vagaboondos dadeiros, rola de tudo, não são a última bolacha do pacote, mas também não são as misera. A dadeira é a Zachary Booth, bem magricela, com cara de AIDS. O filme tem a Ju Nicholson, a filha lerda que se apaixona pelo irmão tebofera Smaug em Álbum de família!!!! A direção é até boazinha e tals... O problema é que o filme sai do nada pra lugar nenhum. Tipo, depois que acaba a gente fica com aquela interrogação e um PUTAQUEPARIU Q Q ISSO? latejano o tempo todo na nossa cabeça. Sobre o que realmente é o filme, um casal gay com problema conjugal, sexo, amor, vida privada, uma beesha fracassada, meu cool ou tudo junto? OI?


Cota: 0,5/5

Achei boring, achei tosco, achei fake, achei terreiro de macumba completo. Mar vamo combiná que aquela cena de passar o xeke valeu por nossa vida inúteoooo kkkkkkkkkkkkkkkk

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

The Motel Life - 2012




Por Tia Rá

Olha, o que eu gosto daqui do blog é que tem merda pra todos os gostos e de todos os sabores, né... Tem aquela merda que os fãs xiitas adoram superestimar, tem aquele filme que é bão e ninguém sabe, tem aqueles que é ruim, mas a gente adora, tem filme que é unanimidade, tem aqueles dublês de Emanuele da vida que são uma porcaria mas o povo acha que abafa, enfim, VIVA LA DEMOCRACIA né povo do Monte Sinai?

Entaum, vamo imbora falar dessa tragédia horrorosa que é esse filme, The Motel Life (num achei título em português, então sorry por você não faz a Sasha e num foi alphabetizado em inglês, RISOS). 

O filme tem pouquinho mais que uma hora, mas parece que tem sete dias, então aguenta. Fala de dois irmãos que se amam demais e praticam relações sexuais entre eles BRINKS. Eles perderam a mãe e um deles, Johnny Lee, ficou cotó depois que um trem passou por cima da perna dele. Peor: esse aloprado atropelou e matou um menino e agora tá fugino da polícia. Um dia resolve atirar no toco que sobrou da perna e aí começa altas confusões, obrigano o irmão a fugir com ele.

Abaixa aí e faz um ballcatchy pro seu irmãozinho, vai...

ADORO a Emilia Vish, é aquele tipo de ator que tentou de tudo e flopou miseravelmente né gente? Num tem santo que faça essa menina decolar, coitada. Mas Emi #intimidade é brasileira e não desiste nunca. Adoro aquele filme em que ele dá pro coleguinha vestido de noiva, acho bapho! Acreditou que ia fazer carreira com Speed Racer e tá aí até hoje pedindo esmola. JOGONACARA!!! kkkkkkkkkkkk

Stephen Dorff, gente... comolidar com este que sempre foi flop? Volte pra Blade, adoro você vampiro! mwá! Dakota Fanning faz uma menina filha de uma poota que é cafetinada pela própria mãe, COMONAOAMAR essa proletária, que tinha tudo pra ser uma atriz maravilhuosa e ainda não trocou de agente, meu povo? Virou mendiga de filme alternativo. Num guento... volte a gritar nos Guerra dos Mundos da vida, flor, pra ver se sair desse flop miserento! AFE.

Mar enfim... como eu ia falano... o filme é isso, eles vivendo nos motel, fugino. A Emi fica contano umas historinhaszzzZZZZzzzzROINC pra passar o tempo, mas a irmã incesto acaba morreno. Ele num consegue esquecer a Dakota, nem esta cena: 


Aliás, nem eu consegui esquecer isso, mas num vou mentir, caía de boca faceoooo e ainda fugia com o ursão, SOUDESSAS kkkkkkkkkkkkkkk

Mas aí o irmão morre e os dois ficam juntos no final (pelo menos é o que parece). Fim do filme. Cês entenderam o que eu faço por vocês? Todo esse sacrifício pra manter vocês longe de uma bomba dessas e tudo que recebo é hostilizassaum, é umiliassaum por que sou analphabeta! FREE TIA RÁ!

Cota: 0/5

QUEIMA JEOVÁ!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Planeta Vermelho - Red Planet - 2000



Por Jason

O ano 2000 entregou para o público pelo menos três filmes ruins sobre viagem espacial, todos fracassados: Supernova, Missão Marte e, dois meses depois da estreia deste, em novembro, o Planeta Vermelho. Os dois últimos se passam em sua maior parte em Marte: Hollywood tentava colocar o planeta e as viagens espaciais novamente em alta depois do lançamento das sondas da Nasa para mapearem e escarafuncharem a superfície do planeta menos de três anos antes. Mas, na concorrência, Missão Marte, de De Palma, acabou se dando um pouco melhor que este retumbante fracasso. 

Não é culpa do orçamento. Planeta Vermelho estreou com orçamento de grande produção pela Warner (80 milhões de dólares, 20 a menos que o concorrente direto pago pela Disney) bancados para rechear o filme de efeitos especiais. Também não é culpa do elenco de nomes conhecidos, como Carrie Anne Moss (então em alta na época, como a Trinity de Matrix), Val Kilmer (ainda em boa forma física, mas já dando demonstrações de fracasso em sua carreira porque sempre foi canastrão), o veterano Terrence Stamp (que entra e sai completamente ignorado pelo roteiro) e Tom Sizemore (a cara das drogas). Trazia também um plot que parecia interessante. O filme fala da ida do homem a Marte no futuro próximo, onde o planeta Terra está combalido e suas reservas naturais se esgotaram e Marte parece a saída para a humanidade através do processo de terraformação. 

Mesmo assim, o filme não decolou porque tudo em Planeta Vermelho é um erro. A começar pelo design dos cenários da espaçonave, que parece saído de alguma série de tv como Perdidos no Espaço ou Star Trek. Essa falta de comprometimento com a realidade do ambiente onde a trama se passa deixa uma sensação de superficialidade terrível - é difícil para o espectador comprar a ideia. Os figurinos - os trajes espaciais usados pelos personagens - parecem saídos de uma ficção de quinta categoria da década de 50. Todo o material lembra lixo reciclado. A fotografia com o filtro amarelado revela que os profissionais do filme não tinham estudado nada sobre o cenário do planeta (que tem atmosfera cinzenta visto de sua superfície e aqui se tornou amarelado, dando uma coloração hilária amarelada para a pele dos personagens, como se estes estivessem com hepatite).

A falta de cuidado se estende para o roteiro. Todos os personagens, a exceção da cosmonauta de Carrie, são desinteressantes e unidimensionais. Ela, aliás, é relegada a ficar se virando nos trinta dentro da nave combalida em órbita do planeta enquanto outros três estão na superfície marciana dando uma de McGyver para mandar uma mensagem de socorro usando um jipe enviado para lá cinquenta anos antes. Não há suspense, o drama é superficial, não há aventura ou horror. A ação é ruim. Não bastasse o descaso, o espectador é obrigado a aturar um robô filho de Transformers, de aspecto felino, que sofre de esquizofrenia porque levou umas batidas na cabeça durante o pouso - e sabe lutar todas as modalidades de artes maciais possíveis. Nada comparável as baratinhas marcianas explosivas e assassinas, herança dos escaravelhos comedores de gente de A múmia

Um verdadeiro (e caro) espetáculo trash

Cotação: 1/5

Só vale pelos efeitos especiais e pela agradável presença de Carrie Anne Moss, a eterna Trinity, que era uma promessa para o cinema no começo da última década e desapareceu dos holofotes com filmes medíocres. Carrie está creditada no elenco de Pompéia, produção que será lançada este ano.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Queda Livre - Free Fall - 2013



Por Tia Rá

Eu gostei desse filme sobre duas beeshas apaixonadas, naum tanto quanto poderia e queria gostar, mas até que é bem feitinho, bem inhozinho, bem dirigidinho, com uns atorzinhos bonitinhos... e tem drama interessante, olha que combo? Num sei se é alemão francês italiano japonês dinamarquês, mas tipo, num importa, né, a gente quer ver a pepecação deles. E ói... eu tou boladona com tudo isso. Sério.

No filme são dois puliça, Mark e Kay. Eles começam se envolveno como se fossem amigos, mas o Kay é a passiva serelelepe, já entrou em cena quereno dar pro home, num tem bombeiro que apague as chamas desse cool minha gente!!! Só que o Mark é casado com Betina, a mulé tá prenha e vai parir um alien em breve. Já imaginou que negoço TENSO? Os dois começam a papocar desesperadamente, ficam se veno escondido, só que a coisa começa a fugir dos controle. A mulé começa a desconfiar que algo tá errado com as fuga do marido (chifre coçano na testa), que vive se encontrano com a passiva que tá loka das ideia e loka por ele. Tipo: Mark diz "vô ali dar uma corridinha e volto já viu quenga", mas na verdade ele vai lá dar uma com o Kay. Os home tão doido de pedra, dão até debaixo de chuva, no meio da mata, no carro, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê! Kay passiva dadeira! LOL

Olha, na boa, eu seno o Mark já despachava aquela exu tebofera da mulher, porque te dizer viu... MAR QUE MULÉ HORROROSA MEU PAI! Deixar de ficar com aquela boonda loira lisinha pra encarar aquele demonio de nariz de taboca é trabalho pra exorcista. MAR ENFIM... bora pra frente... 

Os dois começam a se envolver tanto que o Mark acaba teno que dar um ENOUGH!!! Mas a obsessiva da Kay fica perseguino ele em tudo quanto é lugar. Até ser descoberta numa casa gay fornicadora de satã. Os colegas começam a umiliar a Kay e o Mark começa a tomar as dores. A mãe de Mark acaba descobrino que o filho é beesha. Começa uma confusão e o filme precisa decidir QUEM VAI FICAR COM MARC! O peor de tudo: Mark num consegue mais ficar com a mulé, já que ele tomou corage e jogou na cara dela que tarra papando o Kay OMG!. A mulé num consegue mais ficar com ele. Resta a ele ficar com... Kay. Só que quem num quer mais é Kay, que tá cheia desse num sei se vou ou se fico do Mark e dá logo um pé na boonda dele, arruma as tralha e SOME nesse mundo de meldels (e no roteiro do filme, que deu um jeito dele desaparecer) pra sempre.

ADORO a Kay chegano na festa do Mark feito diva causativa e os pais do Mark quereno botar a beesha pra fora de casa! QUEM GUENTA a mãe do Mark, que depois de ver o filho se beijano vai perguntar pra ele onde foi que ela errou, porque os pais num deram esta educassaum pro filho? OI? Desde quando beeshismo tem a ver com educassaum, proletária? Seu filho nasceu assim, ACEITA que dói menos.  Mar sério... eu acharra que os dois iam ficar junto! Quando o Mark chegou pro Kay depois de muito tempo sem dar notícia e diz pra ele "eu só queria comer sua boonda, só isso, foi passageiro, num significa, vaza", depois dá um tabefe na cara da bandida, fiquei com dó. Que ódiooooo dessa proletária que num se aceitarra! Tadinha do Kay, gente... acreditou que ficaria junto né... 

De brinde, vem aquele final podre que num tem quem suporte. Depois de ficar sem um e sem outro, depois da gente num saber onde foi parar Kay que sumiu do roteiro do filme, depois da Mark ir nas boate gay tentar arranjar um bofe e num conseguir - porque ele ama o Kay, mas num aceita, ele num quer outro homem, quer o Kay entende? - depois de gente entrar e sumir na trama porque num importa, a gente tem que se contentar com o Mark correno e o fade off. E você fica com cara de poota choca se perguntano se num faltou alguma parte do filme, se você num baixou o filme todo ou se essa porcaria terminou daquele jeito mesmo. Afe.

Cotação: 2,5/5

Começa bem, a gente torce pros dois, de repente CATAPLOFT, morre na praia.

domingo, 26 de janeiro de 2014

A legião perdida - 2011




Por Tia Rá

Atenção: esse post tá cheio de spoiler, se tu num viu ainda, fuja enquanto é tempo porque o filme é a MAIOR ROUBADA!!! KKKKKKKKKKKKK 

Vamos a fotonovela da tia?

Xana Tatum é filha do comandante que perdeu a galinha da nona legião vinte anos antes, um grupo de cinco mil beeshas romana que marcharam pra Deus sabe lá pra onde, lá nos norte da Inglaterra e nunca mais voltou. Ele quer fazer a revenge, quer achar a águia, quer fazer o povo parar de bullyng. Mas o povo de lá num deixa, já chega invadino o forte que ele tá e matano os home dele. Ele se revolta. Pay Attention para a expressividade de Xana revoltada com tudo:

Boquinha de quem tá fazeno ball catchy revoltada

Aliás, filme com Xana sem ele mostrar os dotes artísticos num é filme, né gente... Achei até que ele ficar mais pelado, mas a gente tem que se contentar apenas com ISTO.


Sensualizano, bitchs love sensualizassaum

Os inimigo leva umas bees como prisioneira, rola decapitassaum e as porra, aí as romana vão lá recuperar os home que resta. Vamos contar quantos figurante foi usado pra fazer as cena?


Tudo ao preço de cinquenta marmitas, pra economizar
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Depois de desmaiar no meio do povo, Xana é levada pra casa do tio pra ser tratado dos ferimento. Aí a gente vê Donald Sutherland, que na falta de ser chamado pra coisa melhor tem que pagar as conta né? Repare que nesses filmes proletários eles sempre chamam tipo, alguém mais conhecido e melhor de talento pra segurar a onda kkkkkkkkkkkkkkk 

hahaahaha ai que merda eu tou fazeno aqui nesse flop?

Xana, como tá todo metralhado, recebe um comunicado pra vazar do exército. Mas ele num deixa barato. Atenção para toda a expressividade e todo drama de Xana ao descobrir que num serve mais pra nada.

MAGUEI


PRESS (>>) porque tá um caralho de tédio da porra esse filme.

Billy Elliot entra no filme já fazeno a expressiva!

Quando eu te vejo pro logo em seu olhar...


... o meu desejo é que eu possa te beijaaaarrr...
Xana logo se apaixona pelo moleque, ele pede pra num matar Billy, o povo pede pra num matar ele também, vai rolar pepecassaum entre os dois, AGUARDEM! Quase morri de rir quando o véio perguntou PORQUE VOCE SALVOU ELE? E a Xana faz aquela cara VOU COMER ELE kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk EURI!

Billy é comprado como escravo sexual da Xana. Os dois, claro, num se entende no começo da relação dos dois, precisam decidir quem come e quem dá. Na hora que o médico precisa fazer aquela cirurgia do joelho sem anestesia, é Billy que vai lá dar CONSOLO pra ele. 

Num morre, quero dar pra você ainda gatãoooo

Brokeback Mountain já rolava lá na Roma Antiga.

 
Ninguém pode saber da gente, Jack Foca Twist...

APERTA (>>) APERTA (>>)APERTA (>>)APERTA (>>)APERTA (>>)

APERTA (>>) PELOAMORDEDEUS APERTA (>>)

I remember the rain on the roof that morning...

And all the things that I wanted to say


Os dois resolvem sair em um viagem atrás da água de metal e encontram um deserto de vinte anos atrás. Claro que é tudo muito faceooo né, pegar uns cavalo e sair por aí procurano um objeto de metal num país do tamanho da Inglaterra. RISOS Xana é pega por uma tribo africana inglesa escocesa de gente feia teboferas whenever wherever e vira escravo dela (AGUENTA). A tribo idolatra uma deusa viada galhuda que veste rouba de pena de urubu. Os dois se juntam com a força do amor LOVE BY GRACE e roubam a águia que tá lá com eles. 


...I was brought here by the power of loveeee....


Tudo por uma esmeral... digo, águia. Já pode desfilar no abre alas pelada, Xana.


I was ballcatchy here by the power of loooooveeee...


Num vou citar o fato de que os dois fogem a cavalo, cavalgam mil quilômetros e o povo da tribo vingatchiva que tá A PÉ segue os dois de perto. 

Contei 25 figurante pago com marmita LOL

Surreal isso, mas a coisa já tá tão vagaboonda que isso é DETALHE né... O Billy sai correno pra pedir ajuda, volta com um batalhão de dez pessoas, aquele povo velharia da nona legião e eles lutam uma última batalha tosca. Aí voltam pra casa para viverem felizes o resto da vida como um casal gay romano.

LOVE... BY... GRACEEEE!!!


FEEN DA FOTO NOVELA 

I love Xana, gente. Ele tem aquela cara de quem nasceu com retardo mental e venceu na vida,  ACREDITANDO né... Deve ser brasileiro, porque essa porra num desiste noonca. Cora a falta de xarisma dessa aloprada achano que pode garantir que o povo num fique no tédio com duas horas de filme com ele. Eu acho que ele como ator é um ótimo garoto de programa. Aliás, ele foi descoberto nas esquinas de Hollywood né? Podia voltar pra lá. Afe.

Billy Elliot é um amor, minino exala passividade e arranjou uma Ana Claudia pra disfarçar, eta mundinho podre, meldels!!! Adoro a fotografia do filme, as paisagens etc. O problema é o roteiro mesmo. Num era melhor colocar mais viadage no meio e os dois se amarem e tals? Tipo, fazer uma história de amor pra causar e ver se arrecadarra uns trocado, porque gente... Quanta proletariedade prum filme. E pensar que quem dirigiu esse filme foi o mesmo diretor de O ultimo Rei da Escócia. Parece produssaum da Record com a Discovery Channel, É DEMAIS PRO MEU EU MINHA GENTE!!!

Cota: 0/5

Macumba de primeira linha. Chuta essa praga pros infernos kkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

Krull - 1983



Por Jason

Na noite do casamento de seus filhos, dois reis que não se dão bem veem um exército de assassinos invadirem o castelo durante a cerimônia e raptarem a princesa. O príncipe, um jovem guerreiro, fará de tudo para salvar a mocinha, que é levada para a Fortaleza Negra, onde é aprisionada pelo vilão conhecido como a Besta. Assim começa Krull, essa estranha fantasia inglesa fracasso de crítica e de público, que ganhou status de cult com o passar dos anos.

No caminho para a Fortaleza Negra, o príncipe ganha a ajuda de personagens desajustados, como num episódio de Caverna do Dragão. Há o mágico atrapalhado que já entra em cena se transformando em um ganso falastrão, ladrões, um velho vidente (que deve ter inspirado a versão idosa de Shang Tsung, personagem do Mortal Kombat), uma criança descartável, um grande ciclope com maquiagem ruim, dentre outros. A coisa toda tem um clima de O hobbit: troque os anões e encha a tela de tipos exóticos que dá no mesmo. 

Embora tenha boa direção de arte e interessantes cenários, muitas vezes grandiosos, a mistura do roteiro é bem indigesta: ao cruzar as terras amaldiçoadas todos sofrem com os ataques da besta. O exército de assassinos, por exemplo, parece uma raça alien saída de algum episódio perdido de Star Wars ou de Duna. As criaturas se escondem em capacetes e se desmancham todas as vezes que são mortas. Disparam raios lasers e sempre que entram em combate, atacados por espadas, soltam faíscas como sabes de luz. Já os mocinhos, por sua vez, mais lembram cavaleiros medievais.

E aqui é de se notar também uma pitada de O senhor dos anéis na mistura, com artefatos mágicos e o cosplay pobre de Sauron, a própria Besta, que tenta apagar sua localização toda vez que tentam invocá-lo - e fica enchendo a paciência do povo. O seu conceito visual parece fruto de uma combinação entre o Monstro da Lagoa Negra (ele tem cara de sardinha) com os gremilins. Sai o anel que dá poderes a quem o usa e entra o bumerangue encontrado pelo príncipe na dublê da Montanha da Perdição. O espectador ainda é brindado com a versão paraguaia albina de Laracna da trama do anel, aqui servindo de guarda a uma bruxa do tempo dentro de um casulo. Apesar de pouco tempo em tela, a bruxa é um personagem interessante e se destaca dos demais: ela foi responsável por matar o próprio filho ao ser deixada por um homem que ela amava e agora este homem retorna pois ela possui a localização da Fortaleza. Dito tudo isso, não é de se admirar que Krull foi o precursor de filmes do gênero da década de 80, aliás, como lenda, Conan, Willow e O labirinto, todos verdadeiras saladas cheias de imaginação. Acrescente uma pitada de lições de moral sobre como o amor é capaz de salvar, a importância da amizade e a necessidade de se lutar contra as tentações - a besta é um pentelho dos infernos - e está pronto o prato completo.

O filme é do mesmo realizador de Bullit e Testemunha Fatal, Peter Yates. Toda a trama de fantasia se passa em um planeta que dá nome ao filme, embora não se saiba muito sobre sua geografia ou fauna. O espectador sofre com a trilha sonora histérica e descontrolada de James Horner, que adentra de forma incansável as cenas, muitas vezes deslocadamente. Sofre também com os atores: Ken Marshall (de Os deuses devem estar loucos 2 e a série de tv Star Trek), aqui aparece cabeludo, jovem e inexpressivo, sem conseguir passar nenhuma emoção ou importância para o personagem. Ele lembra um Chris Pine, que deve ter o mesmo destino dele, o fracasso na carreira, se não começar a mostrar serviço fora da nova série cinematográfica Star Trek. Isso vale também para a princesa, relegada a fazer caras e bocas com seus cabelos ruivos enormes que devem ter inspirado a Pixar e sua Merida, de Valente. Como bônus, uma série de efeitos que envelheceram miseravelmente. 

Fique de olho: o filme ainda traz um jovem Liam Neeson (que já tinha cara de velho) praticamente entrando mudo e saindo calado.

Cotação: 1,5/5

sábado, 25 de janeiro de 2014

Cronos - 1993



Por Jason

Em 1536, o alquimista Humberto Oganelli desembarcou em Veracruz, no México. Lá ele criou um objeto de ouro chamado Cronos, que concede vida eterna a quem o detém. O homem morre quatro séculos depois e seu corpo é encontrado como se ele tivesse pele de mármore. O conteúdo da mansão é leiloado. 

Com isso Cronos chega às mãos de um vendedor de antiguidades Jesus Gris que, acidentalmente, dispara seu mecanismo. Aos poucos ele percebe que seu corpo está rejuvenescendo, mas também passa a ter uma obsessão por sangue. Um comprador de antiguidades, vítima de câncer, persegue o objeto e acaba tentando roubar, com seu sobrinho capacho, a relíquia de Jesus. Ele quer a vida eterna do aparelho. Jesus precisa lutar não só contra o homem mas contra os efeitos colaterais do instrumento, que o fazem até desejar atacar sua família em sua sede de sangue.

Cronos já mostrava o talento de Del Toro no uso de iluminação, de cenários e o estilo sombrio que se tornaria sua marca até mesmo em filmes como Círculo do Fogo (Cronos é o primeiro longa metragem do diretor mexicano). Ambicioso, o filme foi o mais caro do México até a época. Os atores estão todos bem, incorporando toda a piração do roteiro (do próprio Del Toro) de maneira convincente - a menina e sua frieza, principalmente. O elenco tem a participação de Ron Perlman, habitual colaborador do diretor e a maquiagem do filme é outro ponto a favor, já que as produções de Del Toro sempre demonstram qualidade técnica acima da média. Mas o roteiro esquece do principal que é criar o mistério em torno do instrumento e dar alguma densidade a trama arrastada. 

O segredo, por exemplo, é revelado logo no começo da trama, tudo mastigado. Falta terror e suspense ao filme - parece muito mais um drama raso de um homem condenado pela imortalidade do que um filme de vampiro em si. Há os sinais do bizarro, típicos de Del Toro - em determinado momento, Jesus lambe o sangue deixado por um homem ferido na pia do banheiro - e metáforas - o próprio nome do personagem Jesus e seu sacrifício para livrar a família do seu martírio. Por fim, o filme não deixa nada para o espectador deduzir nem se envolver com a mitologia em torno do curioso objeto, que, ao final, termina destruído, sem deixar brecha para que o seu efeito encantador e ao mesmo tempo destruidor prossiga através de outras gerações.

Cota: 2/5

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Extermínio 2 - 2007




Por Jason

Em O extermínio 2, semanas depois da propagação do vírus mortal como mostrado no primeiro filme, o exército americano invade a Inglaterra e o processo de reconstrução do país já começou. Os moradores são levados de volta gradativamente para a casa, uma vez que constatado que todos os infectados acabaram morrendo de fome isolados no país e os americanos estão cuidando da segurança nacional. Segundo os estudos, o vírus não se propaga pelo ar - apenas pelo contato sanguíneo e pela saliva - nem contamina outros animais, o que permite a repovoação com mais facilidade, já que o último infectado morreu seis meses antes.

Nesse contexto, Robert Carlyle interpreta um pai que, durante a infecção, abandonou a esposa e fugiu, deixando-a para os doentes. Os filhos tinham sido mandados para uma excursão e agora retornam. É explicado a eles o que houve na visão dele - a de que a mãe dos meninos já estava morta quando tudo aconteceu o que, o espectador sabe, é uma grande mentira. Um dia eles resolvem voltar para a casa em que viviam, localizada em uma área de contenção. Lá encontram a mãe vivendo em condições sub-humanas. A mãe é portadora de uma anomalia genética que a impede de desenvolver os sintomas da doença, mas não a impede de transmitir o vírus.

É a partir daqui que a coisa toda degringola e vai ladeira abaixo porque o roteiro do filme é de uma fragilidade ímpar. A vingança da mulher vem com um beijo fatal, que transforma o pai em um zumbi raivoso do nada (a segurança do lugar é uma porcaria, mesmo com o exército americano e toda sua parafernália eletrônica das câmeras de segurança). Mas ela é descartada inacreditavelmente em seguida: o pai mata a mulher em uma cena de gore gratuita e começa finalmente a confusão, com a população em pânico devido ao novo surto da epidemia. Há a ironia - o exército americano, que deveria proteger a população, fuzila todo mundo inocente em determinado momento, sem saber quem está contaminado ou não e vira um perigo tão mortal quanto a própria doença. Mas há de quebra os absurdos.  

Não adianta trazer um elenco mais requintado se o resto não ajuda. A produção traz Jeremy Renner, como um soldado e Rose Byrne, como uma doutora militar. Juntos, eles tentam ajudar os meninos - além de Idris Elba, que parece destinado a fazer papéis como em Círculo de Fogo, o de algum militar genérico linha dura. Sai Danny Boyle na direção e entra o espanhol Juan Carlos Fresnadillo, que tem os seus momentos de total desorientação atrás das câmeras. As cenas de confinamento da população, atacada pelos zumbis, é uma confusão absurda. O herói de Renner é despachado em uma cena idiota e a personagem de Byrne desperdiçada, assassinada pelo papai zumbi em uma cena de visão noturna para a geração Atividade Paranormal (nada de criatividade aqui).

É de Carlyle, aliás, os momentos mais trash, fazendo papel de zumbi enquanto persegue a família feito uma aparição fantasma. Isso sem contar as sequências dos bombardeios e explosões que parecem dirigidas pelo péssimo Paul W. S Anderson para um episódio perdido de Resident Evil, com direito ao descontrolado piloto de helicóptero fazendo picadinho dos infectados com as hélices do aparelho - desculpa para vergonha alheia total de efeitos especiais ordinários, como manda o figurino de um filme classe Z como esse.

Cotação: 1/5

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

SHAME - 2011



Por Tia Rá

ESTE POST ESTÁ PROIBIDO PARA MENORES DE 12 ANOS (PORQUE OS MININO E AS MININA MAIOR DESSA IDADE JÁ TÃO DANO E PARINO HOJE EM DIA ENTÃO VAMO LARGAR DE PROCRISIA).



Armaria, tarra loka pra ver esse filme, ME SHAME, com o Michael Fassbenga, achano que ele tarra abalano, achano que o filme era um drama forte e ousado, mas gente... vamo falar sério... foi algum episódio do Cine Privé Emanuele A Galinha das galáxia, PRODUSSAUM? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, que porcaria é ISTO, alguém me socorre que eu tou passano MAL!

Atenssaum para a fotonovelizassaum do roteiro do filme.

Aperta o play pra trilha sonora!

Vejamos... Oh yes, oh no, oh yeeessssss oh nooooooo O filme se chama ME SHAME, mas podia se chamar "Ninfomaníaca" ou "Trepano sem parar" ou sei lá, EMANUELE. Fassbenga é um Las Von Trier, tipo, viciado nos sexo, quer papocar com tudo que é quenga que lhe aparece na frente, num tem controle sobre as coisas, é um papador de cool. Passou na frente, ele já quer dar pirocada. Tá no trabalho PÁ, já vai lá pro banheiro descabelar o palhaço. 

Aliás, pausa pra gente fazer umas revelações importantes ILUSTRADAS do roteiro super hiper mega ultra complexo desta merda. 
Boonda do Fassbenga, pra gente dar aqueles tapas

Brandon, é você? TEMÇU

FUCK ME BABY!!! COME ON!!! OH YESSSS

Mar como num podia ficar ruim, tinha que ficar MAIS PIOR, entra em cena Carey Mula. E Carey Mula pelada é um novo conceito visual do INFERNO. Porque além de ter pochete, a piriguete ainda tem peitcholas pera. Pera barriga. Close na pepeca oferecida da proletária, que realmente tarra ACREDITANO neste filme. 


Combo pepeca testuda + peitchola caída + pochete: 
gata, melhora isso daí porque tá VA TOTAL

Mula é a irmã que quer morrer porque foi despejada pelo home, vem com aquele papo de amor que ninguém suporta e tals. Ela tá loka na verdade, fazeno aquele drama de Maria do Bairro YO TE AMO BRASILLL, faz a cantora de brega destruindo New York New York Frank Sinatra revirano todo o além E MULA AINDA ACREDITA no filme. Aí a gente aperta (>>) porque eu num sou obrigada, quero ver a pepecação do povo porque o resto é bem leesho. 

A mula já tá dano pra o chefe de trabalho do Fassbenga rapidinho (vinte minutos depois de conhecer ele) e o benga fica morreno de ciume porque tem aquela relassaum incestual com a irmã. Abalado, ele resolve sair de casa pra correr um poko enquanto os dois ficam pepecano por lá. O home é tão doente que o HD do PC no trabalho tem 1 terabyte de pootaria, já superou a tia em todos os requisitos hhaahahaha

Ele se envolve com uma proletária colega de trabalho que paga peitchinho no filme também, aí mais tarde eles tentam papocar mas ele broxa e... Welll (SONO)... Depois de broxar, ele arranja outra poota pra papocar, dessa vez faz a BBB na janela pra todos ver. A mulé é um tanto dura, porque parece que eles tão fazeno uma dança do robô versaum novo século - ou será que é porque é lacrada com Super Bonder? VAMOS REFLETIR.

- Num tá entrano moça, tou todo duro aqui...

- Ain, vou fazer a tia Rá e dar nas janelas, bjs


PRESS (>>)

Benga faz sexo virtual com uma proletária, vai descascar uma no banheiro quando a irmã chega e pega ele no flagra. A cara do Fassbenga, com a neca na mão resume tudo! 

- Vô gozar vô gozWHAAAAAATTTT?
(FOCO NA CARA DA MULA LÁ ATRÁS FAZENO 
OI-NUMVI-ISSO-TCHAU)

Ele ainda vai dar na cara da proletária, chama a beeshinha de poota, e paga boondinha de novo, para o seu, o meu, o nosso deleite. BESTE SENA EVER.

Aliás, Fassbenga tá bem tebofera nesse filme, 
para de apelar e meajude! Vá comer uns big mac meu filho, bjs

Mas resolve que o melhor mesmo é jogar no leesho toda a coleção de pootaria que ele tem em casa. GENTE COMO É QUE O FRAJOLA DESTE HOMEM SUPORTA TUDO ISSO? KKKKKKKKKKKKKKK MORTAAAA!!!


No auge do desespero, o minino tenta papocar com uma mulé de outro e toma na cara um tabefe do homem dela pra voltar pra infância. Como num tinha onde se aliviar, claro, procura uma beesha e vai papocar o bophe.

- EU TE AMO
- SHUT UP AND MAMA, BITCH!

Não satisfeito, o manequim de cemitério, que já tarra magro como o demônio porque nem se alimentarra direito de tanta fornicação, chama umas pootas e, de novo, claro, vai furunfar.

Peitchinhos de proletárias desconhecidas
fazeno participassaum especial

Tá doeno me ajuda OH YES OH NO

Help me Mula NUM PARA OH YES OH NO

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIDS


Mar quem disse que acabou?

Depois de Mula fazer drama e tentar se matar cortano os pulsos (sério que ainda gente que tenta bater as botas DESSA FORMA, produssaum? OI?), finalmente temos a cena mais dramátchica do filme. 

- Vô fazer chorinho aqui e me jogar no chão
pro povo achar que isso é um drama cult

Aí vem o final do filme, ele naquele metrô pensano em papocar de novo a vítima que escapou dele no começo do filme. 

FIM DA FOTO NOVELA.

Olha, na boa... eu num consigo nem imaginar que o mesmo diretor desse soft porn é o mesmo do maravilhuoso 12 anos de esfolação. Sério isso, gente? Noonca vi nada tão boring e tão proletário, tão forçado e tão inútil quanto um filme que num aspira nenhuma dramatização, não desenvolve nenhum personage. Cosplay pobre de Adrian Lyne? HAHAAHAHA 

Sério que ainda tem gente que fala que isso é drama, é um estudo de caso, é um cult, é os infernos? PQP. Na minha época isso se chamava Cine Privé ou Sexta Sexy da Revolta dos Biquinis, quem noonca? Emanuele, minha filha, ressuscita e vem ensinar comofas o Kama Sutra presses fracassados. Agradecida.

Cota: 0/5

Leesho.



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