sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Caça as bruxas - 2011



Por Tia Rá

Eu fiquei abalada emocionalmente e psicologicamente com essa podreira, que mostra meus antepassados, nossas tataravós que tanto foram maltratadas e queimada nas fogueira da Santa Inquisição! 


Claro que eu fiquei mais abalada com a peruca garnier loira do tio Nic Cage e com o plot vagabundo dessa porcaria do que tudo! 



Olha gente, tio Nic só pode ser brasileiro porque num desiste nunca. Tipo, o filme vai ser pago com marmita? Chama o tio que ele TOPA qualquer parada. Vai pagar em vale transporte os ator? Chama ele que ele vende os vale e negocia! Vai pagar com peruca e tratamento capilar? Tio Nic tá na porta do estúdio mendigano com a plaquinha na mão e dizeno EU TOPO! Porque só isso explica, na boa... Cada ano que passa ele se supera e surpreende a gente com alguma produssaum flopada e proletária pra gente AMAR ETERNAMENTE! 

Olha o plot desse carnaval: tio Nic é um cavaleiro que matou muita gente em nome de MY GOD, mas aí quando ele passa por uma cidade encontra a peste preta lá nos anos de 1300 e me perdi. Aí mandam ele escoltar uma menina que é bruxa nas hora vaga pra ser exorcizada pelo padre Merrin numa igreja lá nos infernos. Claro que ela tem cara de ninfeta e fica tentano que nem o cão tentano seduzir né gente... 

Aí o tio Nic fica comovido com a situação da moça virgem que foi esfolada demais. Mas a poota, que é trambiqueira profissa, foge da jaula e sai correno atormentano todo mundo, mas é presa de novo. Rola um sacrifício do povo pra atravessar a jaula com a pomba gira em cima de uma ponte desabando quando a menina pesa o mesmo que a Preciosa! A mocreia é tão miserenta que fala até com os dogs, mandou os dog digital de quinta categoria vir e atacar todo mundo e comer o proletário do coadjuvante que num serviu PRA NADA kkkkkkkkkkkkkkkkkk! Num guento, gente!!!  

No fim, a piriguete vira uma exu de asa feita de computassaum nível Record que tá doida por um livro, que nem as fãs do Prepúcio minha gente! Vestida para o baile da escola de samba, a menina chama os zumbi de Resident Evil pra fazer participação espacial, tudo sem mostrar muito porque o filme é proletário e foi feito nas cócóia. Eles fazem o ritual do acasalamento divino e exorcizam a menina Reagan e pronto, FEEN do filme, a menina se salva e fica lynda e maravihuosa pepecando com seu macho pelo resto da vida e o Nic morreu tadinho. Num pode gente, o home num pode morrer... tá trabalhano por marmita e ainda por cima MORRE?

Close na minha cara quando essa bomba terminou: 


A gente dá nota pra o Ron Pearlman né, povo, essa coisa exótica de cinco metros de altura que é uma tebofera maravilha fazeno cara dele mesmo o tempo todo, mas a gente ama mesmo assim.

Cota: 0,5/5

Na tela da tv no meio desse povoooo....


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

101 destinos de filmes para visitar (e morrer) - Camp Crystal Lake



Essa dica é especial para você que não quer passar o carnaval NA TELA DA TV NO MEIO DESSE POVO!!! A Agência Espacial de Turismo O horror, o horror, leva você para esse lugar paradisíaco cheio de loosho, magia e poder! 

2 - CAMP CRYSTAL LAKE

Ai gente, esse é um dos meus lugares PREFERIDOS!!! Num tem como num gostar dessa porra! É o lugar dos sonhos de todas nós pessoas rykas e maravilhuósas, que querem privacidade para dar aquela pepecada sem ter ninguém para incomodar! Pepecas ao vento, dano pra todo mundo, barracas de camping, muitos luais e muita erva rolano! Passeio ecoturístico de primeira nessa colônia de férias sensacional! Quem noonca, né gente? 

O público alvo é dos mais variados, o passeio é ideal para vagaboondas com a pepeca coçano e lokas pra dar, mas também aquelas que tem suas vaginas virginais ungidas pelo senhor e seus namorados jovens gostosos burros que querem deflorá-las. Aproveite as promoSSões e vantagens da maravilhosa Tia Rá aqui que levará você a uma aventura sem volta  pelo maravilhoso mundo de Camp Crystal Lake!

Confira as nossas vantagens EXCLUSIVAS para esse pacote de ida sem volta!

- Quartos de pousada seguros, com janelas de plástico e portas de isopor facilmente quebráveis para não impedir a invasão de algum maníaco sexual;
- Um lyndo lago próprio para fornicação ao ar livre;
- Serestas para as meninas ungidas pelo Senhor;
- Moradores do Campo altamente receptivos!
- Policiais burros para fazer a segurança do local;
- Uma cozinheira exclusiva para o grupo, a maravilhosa Sra Pamela. Pam, pra os mais íntimos, cuidará de todo o grupo turístico com muito amor e carinho como se fosse o SEU FILHO!
- Emocionantes corridas pela floresta durante a noite para salvar a sua vida!

E não é só isso! 

Na compra do pacote você ainda pode participar de emocionantes luais em torno de fogueiras contando lendas folclóricas da região!

Vamos todos cantar morrer esta noite...

Liberar sua pepeca com privacidade e sem moderação ao ar livre, desde que os instrutores não vejam!

Vagaboondas tem curta duração aqui...

Ou em confortáveis camas próprias para a fornicação!

Fornicação é pecado!
Aprenda os segredos da macumbaria local e a cultura da feitiçaria Africana com a professora Tia Rá! (Curso gratuito enquanto você durar no local, favor consultar vagas previamente).

Bate macumba êêê Bate macumba obá...

Tem umas pessoa estranha por lá, mas óh, tem nada pra se preocupar, né? Todo mundo tem direito de ser feliz e de fazer suas viagens de férias em paz gente! 


MAS ATENÇÃO!!!!

O lugar exige algumas regrinhas dos visitantes. Nada que a gente num possa negociar tá?



mwahahahaahahhaa

Jason manda lembranças pros visitantes! Muáh! <3

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Terra de Ninguém - Badlands - 1973



Por Jason

Terra de ninguém, filme de estreia de Terrence Malick, é inspirado numa história verídica ocorrida nos anos 50. Kit, um gari com ares de rebeldia alá James Dean, se envolve com uma menina, Holly, filha de um pintor. O pai não quer que a menina se envolva com ele, mas Holly, uma adolescente apaixonada dez anos mais nova, acaba mergulhando no relacionamento. Por trás da aparência do rapaz esconde um psicopata violento que Holly e a sociedade norte americana vão descobrir da pior maneira possível. 

Depois de largar o emprego, Kit tenta a vida como peão, que não dá certo. Mata o pai da menina, queima a casa deles, espera que a polícia acredite que eles se mataram e foge com ela. Na fuga, Kit se aloja com Holly no meio do mato, mas é descoberto e, caçado, comete mais assassinatos - todas as vítimas são mortas pelas costas, sem possibilidade de defesa. Aloja-se na casa de um antigo conhecido e também o mata. Os federais começam a se movimentar em busca do psicopata e eles se refugiam em uma propriedade de um rico morador onde o fazem de refém e roubam seu carro. Mais tarde, Kit se renderá e sua pena será a cadeira elétrica. Quanto a Holly, restará a liberdade e um casamento com o filho do advogado que a defendeu, além dos olhares de reprovação da sociedade.

Malick não questiona nem investiga os crimes ou o tanto que cada um carrega. É Kit quem puxa o gatilho em todos os assassinatos, mas é Holly a conivente com isso. Ele filma tudo de forma contemplativa, poética - e linear (o ritmo pode ser um problema para quem espera um filme mais enérgico). Há uma bela fotografia - sim, ainda hoje, o filme é belo e enche os olhos - e essa beleza contrasta com o horror e frieza de algumas cenas de assassinato. Quando o conhecido de Kit é alvejado pelas costas, ele cambaleia até morrer lentamente em uma cadeira enquanto Holly divaga questões que parecem surreais diante do acontecido. 

Na fuga, Malick filma os carros cruzando paisagens áridas, pastos secos e estradas de poeira como um cartão postal. Há assim um paralelo excelente, entre as figuras de Kit e Holly, que desperta fascínio não só nos policiais que os prendem mas no próprio espectador. Só que gostar dos dois é uma cilada porque faz com que o espectador deixe de ser testemunha dos crimes e passe a ser culpados por eles - já que os assassinatos parecem ser necessários para que seja permitido aos dois ficarem juntos, ao mesmo tempo em que são injustificáveis. 

Holly é sonhadora, fantasiosa, romântica e parece desequilibrada, ingênua e distante da realidade, aparentemente sem ter consciência dos atos de seu namorado. A sua fantasia é transmutada numa casa de árvore em que os dois passam a morar juntos no meio do mato. Quando o pai é assassinado, ela parece não entender o que aconteceu e não apresenta clareza suficiente para saber onde se meteu. Narrado por ela e por sua voz doce, o filme acaba impressionando pela alienação da menina e por sua visão romântica do que está acontecendo. Enquanto alguém é assassinado, ela tenta justificar aquele ato de alguma forma porque sua paixão cega não a possibilita separar realidade de fantasia. 

Nesse sentido, é o casal protagonista que brilha. Tanto Sissy Spacek quanto Martin Sheen conseguem desempenhos excelentes e traduzem toda a beleza, vazio e piração do casal desajustado, que parecem buscar um lugar e uma felicidade que só existe na imaginação.

Cotação: 4,5/5

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Godzilla - 2014

Olha só, a tia Rá aqui ama essa porra desse monstrengo, então é caso de amor bandido que vem dos tempo que era criOnça, então se num gosta, num desce pro play... Mar eu vou te contar... quando eu assisti esse trailer, só uma EXPRESSAUM me veio a cabeça...


PUTAQUEPAREEEEEEEEEEEEOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

Larga de ralassaum e aperta essa porra desse play meu povo que eu já tô menstruada ovulano!


Num sei se o filme é tudo isso, porque minha bola de cristal é paraguaia num tá transmitino muito bem do além, mar promete, já me ganhou gente... já tou na fila pelo ingresso... quero MORTTTEEEEE, quero SANGUE, quero gente gritano, correno, morreno, DESTRUISSAUM, quero Tia Emmerich se mordeno de inveja por ter feito aquele toletão, quero todos xokada com a lagartixa dançano beijinho no ombro nos filmes de monstrengo [oi Circulo do Flop, como vai?]

Godzilla é rei, meu bem, BEIJOSSS!!!

A menina que roubava livros - 2013



Por Tia Rá

Olha, esses filmes sonolentozzzzZZZZZzzzzz COMA só me lembram a Lady Ratazana, minha irmã querida, que adora essas coisas. Aliás, ela viu o filme e comentou por aqui (preguicinha de procurar essa porra). Mar sério gente... Tem alguém que virou fã xiita do filme? Not né... Porque fã xiita já é a desgraça, mar fã xiita de filme fracassado é a double desgraça twist carpada!



Eu tive que ver isso pra agradar meus fãs pelo mundo todo (OI?) que tarram torceno pra eu ver isso e eu tinha que vir aqui dar um satisfaction, né povo da Cúpula do Trovão? Tou deveno outros filmes também, mas não cobra se não jogo maldissaum do botão pra dar caganeira eterna! 

Vamos ao filme, que é uma adaptassaum literária que eu num li e num lerei porque sou analfabeta.

Num posso falar de Geoffrey Rush, meldels, o home umilia as recalcada, abra um buraco e MORRAM proletáriaaasss! Ele faz o papa, que gosta muito da Lerdel, ensina ela a deixar de ser inútil. Também num dá pra falar dos cenário, das fotografia, é tudo muito ryko e munito, de responsa, podia até ser indicado ao Uóscar que num fazia feio porque num parece filme proletário. Tem até trilha sonora do vô John, indicado 454564513131 vez no Uóscar. Adoro a Emily Watson, sempre discreta e competente, sambano na cara das recalcada de salto agulha! Ela faz a mama da Lesel, as duas começa se estranhano, mas depois elas ficam amiga. Os pobrema aqui são outro.

A menina zumbi que larapiarra os book, a Lesadel mermo... num tinham coisa melhor pra achar não, gente? Tem boca de cool, num fecha de jeito nium, Dakota Fanna querida, volta no tempo e ME AJUDA!! Agradecida. Má óh, ficaria bem ela fazeno The Walking Dead como alguma zumbi. Inexpressivan. Gostei mais do teboferinha loiro do menino que antes de morrer explodido pelas bombas ia dizer pra ela EU TE AMO, mar a morte veio e PÁ surrupiou o proletário. Menino pode ter futuro e virar um lindo machinho, se o cão num atentar e transmorphar o guri numa linda bee loira dadeira antes, é claro! HAHAHAHA [risada maligna]

Lerdasel era muito bulinada na escola, coitada, se revoltou e espancou o menino que chamarra ela de idiota. Gostarra do papa adotivo que ajudarra a ler e contar as historinha,era analphabetizada como a tia e a tia sabe que é muito dificeo ser analpha nesse mundo né... Aí chegou o nazismo - a parte que interessa pra gente que adora sofrimento e morte, neaaaaam - tocano fogo nos livro. Eu esperarra até mais horror e mais gente morta, achei PFFF... MAS... 

Lesael, mama e papa esconde um judeu na casa deles, aí ela fica indo na casa do prefeito pra surrupiar os livro. Tem um papo também da morte falano, aliás, que é chata pra porra. Óh, vou logo avisano, no dia que eu desembarcar lynda e poderosa no além, tu fica longe de mim pra eu nao dar na sua cara piranha!


PRESS >>>>>>>>>>>> se não tu dorme e num chega no final dessa porra noonca

Aí a morte vem na forma de umas bomba pra vaporizar tudo. Eu acharra que a menina zumbi ia pros inferno também porque eu num tarra mais suportano ela, mar ela num foi, ela sobrou e durou 90 anos, gente! NOVENTA ANOS!!! Trolano a morte e a proletária lá, vivinha da silva. Num guento...

Cota: 1/5

É tudo muito bem feitinho, tudo inhozinho, fofinhozzzzzZZZZzzai que preguiça, ai que absurdo, ai que merda gente! 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Robocop - 2014



Por Jason

O primeiro Robocop custou uma mixaria para os padrões Hollywoodianos atuais: 13 milhões, mas faturou só nos EUA quatro vezes mais. Virou um fenômeno pop, com sua mistura de ficção, humor, drama e ação, cortesia das mãos habilidosas de Paul Verhoeven em arquitetar sua sátira ao mundo moderno. O filme rendeu uma série de quinquilharias, se expandiu para outras mídias, rendeu continuações (inferiores ao original) e virou clássico. Agora o personagem está de volta nessa produção milionária pilotada pelo diretor de Tropa de Elite, José Padilha.

Num futuro próximo, androides e drones são usados em operações militares em países fora dos EUA. Dentro dos EUA, a situação é diferente: o país não quer robôs na rua sobre o pretexto de que os robôs não sabem separar o que é certo ou errado. A mídia então tenta mudar isso, apoiado pelo fato de que a maior corporação de produção robótica, a OminiCorp, está se movendo, oferecendo até dinheiro para os políticos mudarem esse quadro e se beneficiar. O povo quer, na verdade, um produto que possam amá-lo e adorá-lo e cabe ao marketing e a empresa pensarem em uma forma de unir emoção humana e tecnologia em apenas um produto. Um dos requisitos mínimos é ter equilíbrio psicológico e emocional para aceitar a nova condição e é aí que entra o policial Alex Murphy.

Depois de uma operação mal sucedida, o policial Alex vê seu amigo ser alvejado. Os assassinos armam uma emboscada para ele explodindo seu carro na porta de sua casa. Alex, entre a vida e a morte, vira assim o candidato perfeito para a experiência. Desmantelado, vivo dos pulmões para cima, sustentado pelo esqueleto de metal, o policial é agora uma "coisa", um produto desmontável como a sociedade e a corporação queria, alimentado por tubos e conexões. Ele quer vingança pelo que aconteceu a ele, contra aqueles que o transformaram e feriram sua família dessa forma -, ao passo que o doutor que o criou caminha entre as obrigações para criar e aperfeiçoar aquilo que a empresa deseja e o seu afeto pela sua criatura.

Até aí, não dá para falar nada do roteiro nem da parte técnica do filme. No começo, num prólogo eficiente, o filme já mostra a que veio, carregando tudo o que uma produção de 100 milhões de dólares pode exibir nos seus portentosos efeitos especiais, efeitos sonoros e na sua montagem vigorosa. Padilha faz um ótimo trabalho no uso de efeitos e domina as cenas de ação simulando vídeo game - que deve ser um deleite para essa geração XBOX - desde o uso dos robôs modelo 209 caminhando pelas ruas de Teerã, passando pelo momento que as lembranças de Alex dão lugar a sua situação real, a condição de ciborgue, até quando ele entra em ação contra os modelos ED 209 no prédio da corporação (é a reprodução de uma sequência do original elevada ao cubo, com tudo o que uma produção desse calibre pode pagar).  

No campo do elenco estelar, Gary Oldman consegue transpor toda a complexidade do personagem, usando a própria corporação a seu favor e até salvando Alex em uma cena chave. Michael Keaton, como o líder da empresa, se garante como o ganancioso e manipulador empresário que quer lucrar em cima de políticos e que se vira contra o próprio ciborgue quando percebe que Alex é uma ameaça. Samuel L. Jackson, um personagem da mídia manipuladora, dá o seu recado e é dele a maior sátira do filme (percebe-se até o mesmo tom tentando emular o empregado por Paul no original e em Tropas Estelares). Tudo isso traz diferencial ao filme, sem dúvidas, e agrega valor. Mas é difícil fazer vistas grossas para os problemas que saltam os olhos, que podem ser resultados da confusão pela qual a produção passou. 

A violência existe, aqui e ali (no próprio aspecto real do Alex máquina, por exemplo), mas sem muita gravidade - sem isso, a própria situação de Alex patina e é nesse ponto que o original começa a se sobrepor ao remake, já que as comparações passam a ser inevitáveis. Enquanto a cena de atentado contra Alex no primeiro era visceral, corajosa, chocante e dramática - mais do que tudo, necessária para o espectador sofrer e torcer pelo seu retorno -, ela perde o peso aqui (demérito dos produtores, que queriam censura baixa). Não há cenas marcantes, há uma discussão superficial a respeito de humanidade e robótica, que deixaria Isaac Asimov se revirando no além. Jennifer Ehle, de Guerra ao terror, entra e sai sem dizer a que veio. O esteriótipo recai sobre o ótimo Jackie Earle Haley, relegado a papel de apoio sem profundidade (aliás, o outro vilão é uma inutilidade sem tamanho). Pior é Abbie Cornish, que não convence como a esposa de Alex e protagoniza um momento de vergonha alheia dramática fazendo o policial parar a motocicleta e pedindo para ele voltar para casa. 

Personagens femininas, aliás, são um problema porque nenhuma aqui é digna de nota - nem mesmo a chefe corrupta do departamento de polícia, que some no embalo do roteiro - e a falta da parceira de Nancy Allen, que fazia contrapeso no original à crueza do próprio robô, leal ao seu parceiro, capaz de enfrentá-lo e de transformá-lo, é sentida a todo momento (resta a um coadjuvante o trabalho, sem sucesso). O filme parece sofrer também com seu excesso de temas a serem discutidos e que nunca se aprofundam (o drama familiar e do homem máquina, que Paul tão bem conseguiu compactar no original, aqui é constrangedor, salvando-se algumas cenas, como no reencontro dele com o filho). Joel Kinnaman não tem muito o que fazer a não ser revirar os olhos, engessado pelo traje (mas deve-se dar o desconto, já que Peter Weller sofria do mesmo mal no original). Para alguns, a falta de alívio cômico e a vontade de se levar a sério demais pode ser um problema (e eu acho que diante de toda a situação é o de menos aqui).

O final, embora case com o começo do filme, não chega sequer a raspar a humanidade e inteligência do original, em que o confuso Robocop finalmente escolheu quem e não o que ele queria ser. Tudo isso pode ter se refletido na parca bilheteria e na divisão da crítica. Os produtores devem ter se esforçado para fazer algo mais acessível e bem intencionado, refilmando um clássico que ainda está presente com muita força no imaginário popular. Mas de boas intenções, todos sabem, o inferno está cheio.

Cotação: 2,5/5

Tem que desapegar - e muito - do original para funcionar. Não é tão ruim quanto achavam que seria, nem tão bom quanto poderia ser.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Chariot - 2013



Por Tia Rá

SOLTA O SOM DJ!!!



Acabo de ser bombardeada por essa proletariedade em forma de filme kkkkkkkkkkkkkkkk meldels, que é que isso minha gente!! Não sou obrigada! Fizeram aquela coisa básica de todo filme proletário, ofereceram marmita e vale transporte pro povo ir pro estúdio gravar. Pegaram um avião véi sucata num aeroporto aí e arrumaram pra num ficar muito feio. Depois fizeram um photoshop e pronto, TÁ FEITO O FILME! kkkkkkkkkkkkk Se num viu, num veja, foge enquanto é tempo porque pense numa roubada dos infernos? Saca o plot dessa vagaboondagem minha gente!!!

Um povinho baixo astral acorda num avião da GOL, ninguém sabe porque ou pra que, onde estou, quem sou, OOOOOOOOOOOI? Aí, claro, você tá com um povo que nunca viu, num avião que ninguém sabe pra onde vai, ninguém sabe de onde veio, o que cê faz? Tenta falar com o piloto, já que num tem nenhuma aeromosca pra lhe trazer o lanchinho né e lhe vender aquele pão dormido com salame... marrenfim... 

Só que a porta do piloto tá fechada. O que cê faz misera?

A) Chama as negada pra derrubar a porta e seja lá o que DEUS QUISER!
B) Faz nada. Espera o plot twist vagaboondo do roteiro lá pra depois de meia hora, que vai lhe dizer que cê num pode tentar abrir a porta se não toma tiro dos piloto. OI? 

A lista de passagero aliás é cheia de ator e atriz Z class, tudo proletária. 

-Um negaum caminhonero pirocudo que tem problema de voz, porque fala roncano
-Osama Bin Laden
-Uma véia tebofera que trabalha pro Obama
-Uma dona de casa (que mais tarde por causa de um plot twist vagaboondo se revela agente policial O_O)
-Uma estudante com boca de vida própria
-Um coroa totoso que fica de mimimi porque deixou a família e trabalha pro governo também
-Um defunto 
-Um nerd
-Um piloto do tamanho da Precious 


Aí começa babado, confusão e gritaria no filme, porque os proletário acham um celular com um jornal Nacional, que o William Bomba avisa que tá tudo explodino no mundo, é a terceira guerra, e vai todo mundo morrer. Depois alguém liga pro celular, com um recadinho do corassaum de um home que diz que o mundo tá se acabano e que eles num podem pousar o avião pra onde eles tão indo porque tudo explodiu e eles tem que convencer o piloto de mudar de rota. Mar como vai fazer isso, se os piloto tão trancado funrufano dentro da cabine, gente?

PRESS >>>>>>>>>> pra essa coisa pobre e chata dos infernos

Aí amenina explica o porque do nome do filme, que era quando os grego via as guerra colocarra o povo mais milhó pra fugir e povoar a terra em outro lugar, entende? Nem eu, mas tudo bem. Rola confusão quando abrem a porta, tiroteio, briga e gritaria e o piloto é baleado, o co piloto MORREU. Ele avisa: óh galera, vou precisar de co piloto pra pousar. Quem vai pousar a banheira voadora? O CAMINHONEIRO!!! 



Me ajuda Nicolas Cage e faz um CONAIR pra mim porque o troço tá puxado kkkkkkkkkkkkkk

Depois, rola da confissaum da véia dizer que num tem nada de guerra aconteceno, que tá todo mundo num BBB, todo mundo no teste do governo pra ser testado quando o mundo acabar. Mas aí o filme parece que vai fazer todo mundo se salvar e de repente POW filme acaba e você fica com aquela cara de WHAAAAAAAAAATTTT? kkkkkkkkkkk

Cota: 0/5

Macumba completa!!!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

XTRO - 1983



Por Jason

No bizarro Xtro, produzido no Reino Unido, acompanhamos a história de Sam, o pai de Tony, que foi sequestrado por uma nave alien. Três anos depois, Sam retorna a Terra na forma de uma criatura bizarra. A criatura chega até uma casa e insemina uma mulher, que rapidamente dá a luz Sam já adulto. Ele tenta se aproximar novamente do filho e da sua esposa, já envolvida com outro homem e que acredita que o marido a abandonou com a criança, como muitos fazem. 

Sam aproveita para parasitar o filho que consome a babá Analise (Maryam dAbo, Bond Girl e parente de Olivia aAbo, a princesa mimada de Conan, o Destruidor) e começa a transformar seus desejos em realidade (!). Sam então começa a se relacionar novamente com a esposa enquanto ele e a criança começam a sofrer mutações para revelar suas verdadeiras aparências. Já transformados, como se fossem zumbis, embarcam de volta para o espaço - mas deixam na Terra os ovos para continuarem se espalhando.

Não bastasse essa macarronada toda, o espectador é presenteado com uma trilha sonora ordinária, buracos de roteiro onde nada faz sentido (não há coerência em nada) e cenas trash de tirar o fôlego proporcionadas pelo que o orçamento pequeno deu para pagar. A cena do parto adulto de Sam, por exemplo, é um presente para os aficionados do gênero. A mulher se contorce de dor enquanto sua barriga ganha a proporção de uma vaca. Ela morre das contrações, o que lhe poupa de ver suas vísceras estouradas e seu cordão umbilical sendo comido por Sam. Raquel, esposa de Sam, ao invés de chamar a polícia, o exército, a SWAT, o FBI ou o Casos de família para lidar com a situação do desaparecimento de um homem que vaporizou três anos antes, leva o homem para casa (!) e ele, depois de dar uma mordida e uma chupada no pescoço do menino (!!!) transforma o filho em um XMEN. 

Tony, o garoto, traz o seu soldado de brinquedo para a vida, materializa uma pantera e transforma um palhaço de brinquedo em seu servo. Manda a vizinha bisbilhoteira ser assassinada pelo soldadinho, despacha a babá fazendo com que ela se transforme em uma galinha ET pondo ovos alienígenas e mata o  namorado dela - coisa básica de criança pentelha assassina - para depois ir embora com o papai. Não há uma linha de trama policial, nem dramática, tudo é tão superficial quanto os atores, que leem seus textos sem nenhuma carga dramática, tudo no automático. Não se trata de ser trash ou B e ser ruim - muitos diretores hoje consagrados, por exemplo, provaram que era possível fazer filme de baixo orçamento com resultado divertido em suas carreiras. Xtro era para ser uma grande metáfora sobre responsabilidades paternas mas como resultado de incompetência e falta de talento mesmo.

Cotação: 0/5

Tedioso, só vale pelas cenas de gore.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A ilha dos mortos - 2009



Por Tia Rá

Vemnimim que eu dou FACEOOO
O filme fala da ilha de Pum, onde duas famílias de machos gostosos vivem brigano o tempo todo desde o jardim da infância. Um deles, o véio tebofera de uma das família, é expulso de lá, e a filha dele decide ficar. Entra em cena o povo dos exército liderado por um macho barbudo loko pra papocar um guri. Eles decidem ir pra Pum e acabam se bateno com o véio que foi expulso e quer voltar.

Quando chega lá em Pum já encontra a fia do véio que já virou zumbi e que adora montar cavalo. Os home que ficaram na ilha tão criano zumbi feito gado num curral porque querem educar os coitado (AGUENTA). Os zumbi num gostam de sangue nem de carne de bicho, num comem outra coisa, só gente. No meio disso tudo tá uma nega que é lésbica masculina e soldado. Ela faz siriricada na frente de todo mundo porque num quer nenhum homem, nem o tal do Cisco, um latin lover mixuruca que ela tem que matar porque ele acabou atacado pelos zumbi. 

De repente, PLOT TWIST VAGABOONDO, a gente descobre com cara de poota xokada que o home véio num tem só uma filha, tem duas e são irmã gemea! 


A menina gêmea burra e inútil vai atrás da irmã zumbi achano que ela reconhece a pobre MESMO SENO ZUMBI e tipo, é mordida, claro né... tipo, cena constrangimento total. A interpretassaum da irmã zumbi, aliás, é otchima, mulé anda com as pernas abertas como se tivesse toda cagada. Aí o pai antes de morrer mata a proletária (não a zumbi, a outra que foi mordida mesmo). Termina a lésbica e o casal gay formado por um guri e o macho do exército juntos indo num cruzeiro sabe lá pra onde.

Rilitrossss da relassaum homossexual insinuada pelo capitão do exército e do menino... FOCO NO DIALOGO:

- O pessoal que vivia na minha cidade sempre queria saber da vida dos outros cada minuto dia. Cidades pequenas fazem pessoas pequenas.
- Mas você não é pequeno, é GRANDE  - olhar de poota lasciva quereno dar - Quanto você mede? 1,87? 1,90?
- Eu tinha 1,85, da ultima vez que medi.
- Acho que ainda não cresci totalmente. Quem sabe posso até ficar MAIOR que você.
- Quem sabe, guri. - olhar de maniaco sexual para o menino.

A bee desmaia toda metralhada porque tomou um tiro. Aí a menina fica loka pra salvar o macho. O macho tenta mandar o menino ir embora, mas os dois se ama e num consegue viver longe um do outro. FOCO NO PRINT DA TIA!

Eu num vô sem você, meu home, meu macho! Ai, adoro um home de farda, fico toda excitada!

- Num posso, estou apaixonada, vamo viver junto, eu e você!

- É a chave do meu corassaum, você tomou ela de mim e entrou com tudo, agora ficaremos juntas pra sempre! 
FOCO NO OLHAR DA VAGABOONDA


Eu disse....


SE SEGURA QUE TEM GENTE QUERENO DAR A ROSCAAAAAA!!!!

Aliás, o nome do ator que faz o menino é Deivon Bostik, piada pronta, né povo? Tenho certeza que este é o filme mais gay de George Romero! HAHAAHAHAHAAAA

Vamos aos prints da tia para ilustrar o post! 

Marvel Zombies LOL

Vai ter que aprender braile

Segura ela se não ela come tudo gente!!! kkkkkkkkkk

siririqueiraaaa


hmmmm

gente que caminha na direção errada da cena sem incorporar o papel
kkkkkkkkkkkk



Cota: 1/5

Vagaboondo que só, e num diverte, entedia. Mas me deixou boladissima esses dois personagens enrustidos kkkkkkkkkkkkkkk

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Diário dos mortos - 2007



Por Tia Rá

Tenho um presentinho procês...
A dica de filme pra fugir enquanto é tempo é esta perola trash vagaboonda de quinta categoria. O filme é o Cloverfield de zumbis proletários. A trama é bem vagaboonda como todo o elenco também, o maior metro quadrado de atores proletários. Tudo começa com um acontecimento que umas proletária tomam tiro mas volta a vida de frente pra câmera de um jornal. Aí começa o pânico na tv (sim, porque eu ria o tempo todo dessa pobreza). Um grupo de jovens vagaboondas com beeshas vagaboondas estão fugino da universidade, querem voltar pra casa. Só gravei dois nomes, o de Mary, devota de São Cristovao, e o de Debi, de Debiloide. 

Mary dirige um trailer desgovernado com os friend e atropela uns morto vivo. Revoltada e dramática com a situação, faz Maria do Bairro, chora, para tudo e PÁ, dá um tiro nela merma, mar num morre DIFICIL DE MATAR. Aí mais tarde eles procuram um hospital, mar tá todo mundo morto. Mary vira zumbi e vão lá e POW, matam ela. Depois os zumbis pegam um gatchenho que sabe atirar e mordem, aí eles vão lá e PÁ matam o cara. Tipo, num tem drama, entende? Se eles estão morreno, paciencia, vai todo mundo morrer mesmo nessa merda, num precisa de drama, pode ser seu amigo, sua mãe, seu pai, seu irmão. 

Eu tenho que confessar uma coisa procês... eu... fiz...
cocô nas calça
Aí eles fogem, mas os zumbi vão atrás deles e eles acham um véio surdo mudo que anda falano com o povo com uma plaquinha. O menino, claro, continua com a câmera na mão porque num importa se todo mundo vai morrer, o importante é fazer Bruxa de Blergh e gravar tudo né gente... O véio tipo, dura dois minutos em cena, e se mata com uma foice (é isso, aceita porque eu também passei por isso). Na metade do caminho, chega uns negaum com cara de ator pornô. Aí, o povo começa a montar o filme pra postar no... Myspace (QUEANOÉHOJEGENTE?). 

Debi volta pra casa e o guri irmão dela virou um zombie baby e a mãe comeu o pai RISOS. O máximo que a minina faz é aquela cara de quem tá cagada, aí sai correno gritano que nem uma pata choca. Quando ninguém guenta mais o filme, eles vão parar na casa de um dos amigos que fugiu enquanto era tempo e que virou um morto vivo vestido numa roupa de múmia. VAMOS REFLETIR. O friend agora quer comer todo mundo, rola bitch fight, feen do filme.

Nem acredito que essa ladainha toda veio de Romero, que já fez coisa mais digna, né povo, bora combiná... Filme deu até sono e quase num chego no final. Num tem nada de interessante, achei até o gore pobreza dos infernos. Queria mais sangue, mais gente morreno, vadias todas morta, mas num rola muito isso. Mar a gente num pode deixar de confirmar que Romero tarra na crista da onda, levano os zumbis pra moda dos found fuckage e...


Beijos.

Cota: 0,5/5


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Terra dos mortos - Land of the dead - 2005



Por Tia Rá

Já falei aqui que adoro as podrera dos zumbis né gente, e se for do Romero então, mió ainda... Romero tem que viver uns duzentos anos e voltar de morto vivo pra gente curtir, pronto, falei... Essa semana vai rolar isso porque me deu uma vontade loka de comer carne humana e ir pra cama com um negaum fingino que é o Obama... 



Tenha calma misera que num vai chegar a esse ponto não kkkkkkkkkk... 

Todo mundo odeia o Cris
Num sei que posição dos filmes de zumbi esse daqui tá porque é muito morto gente pra contabilizar, a tia num processa. Esse aqui tem um sabor especial. É rico, custou quinze milhão de doleta, coisa inédita pro home, tem gente conhecida, como o Dennis Hoper em fim de vida e fim de carreira, o John Lerdozamos, que nunca prestou (só fazeno a traveca de Pra Wong Fui, mar isso é outros quinhento) e o Simon Baker, uma múmia. Tem também a Azia Nojento, fia do famoso diretor Dario, mar num interessa, menina é uma porta. 

No filme, os zumbi tão revoltado com a situassaum proletária e querem invadir a cidade pra comer o povo. A cidade tem um muro que num deixa eles entrar. Eles tão muito mais inteligente que você, que num pediu divórcio ainda e tem que aturar a peste do seu marido ou da sua esposa phopholete. É isso, o resto todo mundo já sabe né gente... muita nojeira, muito sangue e muito make de plástico, gente correno pra lá e pra cá e virano picadinho de zumbi, mas aqui até tem efeito especial melhor. O vilaum do Hoper é o Donald Trumph meets Roberto Justus, morre numa explosaum dos infernos dentro de uma garagem que voa gente pra tudo quanto é lado! LOL

Prepara que agora é hora do show das horrorosa...
Tem que dar pra suportar o fato de que o negaum pirocaum zumbi chama todo zumbi amigo pra invasão né gente, a gente releva, quem quiser coisa melhor, mais drama e polêmica, que vá ver novela. Aliás, tem que relevar muita coisa, afinal os coadjuvante é a cara da pobreza. O que tem gente inútil no elenco né gente? A piriguete soldado mermo... mulé demora uns cinco segundo em cena, toma um sopapo de um lutador de sumô e quando acorda é atacada por um zumbi, toma um tiro na testa e SSSSSSSSSSSSSHHHHH SOBE VAPOR kkkkkkkkkkkk 

E a outra que é prostituta gente? Mulé chega em cena fazeno CÚPULA DO TROVÃO com dois zumbis proletáriosssss... se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come. Tipo, isso acrescentou muito dentro da trama, sabe... porque ela mais parece uma ninja com cara de poota do que poota ninja, entenderam? Quede os peitos de fora, vagaboonda? Quede os programa com o herói, queria vê o home pelado e tu nem me dá o ar da graça, proletária. Devia tá morreno de fome sem ninguém querer papocar kkkkkkkkkkkkk Afe.

A gente tem participassaum especial de anão, que chega na cena e demora, sei lá, um minuto, apenas pra morrer com um tiro na cabeça kkkkkkkkkkkk RAXEIIIII.  Olha, fiquei boladissima com os zumbi que gosta de fogo de artifício e quando mais os home precisam o troço num funciona mais hahahahaha Eu achei também que sobrou muita gente no final. Sobrou muito zumbi também. Eu tarra esperano o povo morrer e de repente me sobra o ônibus da torcida do Flamengo cheia de gente VIVA? Que foi isso, Romero? Deixarra no máximo a poota sobrevivente e o macho dela, pra repovoar o mundo. Lacrei!

Cota: 2,5/5

Dessas podreira que a gente assiste com gosto e se sente feliz e realizada né...
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