domingo, 29 de junho de 2014

Sob a pele - 2013



Por Tia Rá

Olha gente, tarra loka da perseguida pra ver esse filme, super empolgada com as possibilidade e com o que eu tinha ouvido da crítica e tals... acharra que seria babado, confusaum e gritaria. Mar eis que eu resolvo ver essa proletariedade e num pude resistir a tacar sapatada nessa podreira até num reshtar nem a poeira da lembrança desse cool cagado de merda que é essa coisa. 


Saca só a coisa... A Scarraleite Porranson faz uma ET maligna assassina que como se num bastasse, é pootissima proletária miserenta que desembarca na Terra pra comer os home. Claro que ela cai na Escocia, mas podia ser Nova York, só que como os filme é pobreza, então tem que ser por lá mermo, entende? Você num leu errado naum, é basicamente isso, pelo menos é o que eu deduzi nessa porra toda. Mar a gente pensa que será, tipo, um terror, né, nem que seja um trash cheio de sangue de mentira... ou sei lá que porra maish...  Poish... o filme podia se chamar Under the coma porque vô te contá, que negoço mar cagado de sonolento meldelssssss! 


Num viu o filme ainda? Num se preocupa que a tia aqui CONTA TUDA PRA TI num se inganar!

A ET bandida, doida pra dar, digo... jantar, sai por aí com seu furgão ofereceno sua xana, mar ela num leva muito jeito pra coisa, ninguém se interessa muito por ela e tals. Claro que como toda boa ET que se preze, tem que ir pro shopping fazer aquela compra de uns make AVON pra ficar munita pros home. Tipo, filme num explica nada, Deus sabe de que planeta essa puta veio, o que ela faz, o que ela quer aqui, qual sua missão, enfim, entaum vá deduzino o que acontece imaginano as coisas mermo... Até que ela acha um interessado em papocar sem saber que ela é versaum pobre da Natasha REEWEDS*$&#@&¨@%#$¨#$Ge, aquela nossa moosa loira ruim que é a peshte de As Experiencia. 

PAUSA PROS CAPS DA TIA
Vamos analizzzzZZZzzROINC a sena com calma...

ET na seca é a misera, pega qualquer porcaria que passar minha gente
Opa, boonda boa... trabalhano muito esse coccix, viu minino...
A pessoa tira a roupa num filme e me mostra ISSO.
Volta pro mar oferenda. Agradecida.

Depoish de matar um home a pedrada na praia - porque ET da boa é assim, mata na pedrada né gente e a cena não acrescenta NADA ao filme -, nossa Natasha de pobre se encontra sem querer com outras poota e vai pra balada ACEITA QUE DOI MENOS. Porque num importa se é ET, tem que ir pra balada né... Aí depois de rodar, e rodar, e rodar com seu furgão que ela arranjou SABE-SE LÁ ONDE QUE ESSA POOTA MARCIANA APRENDEU A DIRIGIR E ACHOU ESSE CARRO ela acha maish um proletário disposto a dar uma. Eu acho que ela terre indigestão porque um proletário cheio de osso que nem esse tebofera só pode ter causado uma ulcera né gente... 

falei que a disgramada tarra na seca, num falei.... rsrsrs

tem um piu piu ali é isso mesmo PRODUSSAUM
Pode isso, Arnaldo? Guenta que o filme é mais da metade isso daí... 

Natasha tem aquela boca choopadora, a mulé chupa tudo, só deixa a pele, mulé tem estômago do tamanho de um elefante, deve cagar uma tonelada, mar o filme num explica isso. Como ela tá na seca, ela vai pegano o que aparecer na frente, sabe gente... 


Aí eu disse...



Mar esse ela num terre como matar. Aí ela usa um capanga que anda numa moto pra ajudar ela a fazer a limpeza do trabalho OI, mar aí ela deixa de chupar os home e foge, mas o capanga tá atrás dela. Claro que rola um tempinho pra ela arranjar um home pra ajudar ela, que acha a proletária na rua e decide ADOTAR pra depois papocar com ela. 

Vô ti insiná as maravilha do lepo lepo sua lynda
Na hora de ralar o tchan, Natasha descobre que tem uma perereca mas num sabia pra que servia a própria xana. 

Xana... para que serve? Qual a utilidade? É possível passar um carro por ela?
Onde vivem? Do que se alimentam? SEXTA, no Globo Reporter...

E olha que ela até tentou ser humana né gente, comendo bolo, mas como é diabética, botou tudo pra fora. Depois de fugir ela chega nos meio do mato, quereno dar por lá, mar aí um home aparece pra estoporar ela toda e ela fica desesperada sabe... tipo, antes era ela que chamarra os home pra papocar, mas agora ela entendeu a coisa toda, os home querem a perseguida dela. Mar aí ele acaba é tirano a pele de cobra dela e ela acaba veno como ela era realmente, a filha do alien. 

Sua lynda!

Aí eu pensei que ela ia soltar uns poder os XMEN e fazer a Sentinela, mas tipo... o estuprador que sabe o que faz, num pensa duas vez, arranja um galão de gasolina SABE-SE LÁ DE ONDE em 2 SEGUNDOS e taca fogo na condenada. 

FIM DO FILME.

Assim, tentaram fazer um filme diferente né, mei isperimental... tentaram uma coisa, eu até istendo, mar ficou tudo boring e podre mermo. Eu acharra até que derrepente ia aparecer um XTRO no meio do filme pra ela papocar ou entaum que ela ia casar com o Predador e ser feliz pra sempre descobrino os prazeres de uma siriricada ou uma chouriçada intergalática... Num tem como num amar a Porranson nesse filme fazeno papel de poota marciana. Mulé ACREDITOU mermo, pagou peitchola caída, boonda batida 


e xerequinha pra ver se alguém notarra, 


ficou com aquela cara de Santa Poota Madalena arrapendida (ou cu cagano, pra os maish intchimos) e derrotada nos pés da cruz, mar ninguém nem tchubs pra essa porcaria. Sorry, amiga, quem sabe da próxima tu num dá maish sorte. 



sábado, 28 de junho de 2014

Mandela - O caminho para liberdade - 2013



Por Jason

O filme Mandela conta a vida do líder africano e uma das maiores e mais influentes personalidades políticas do século XX, desde quando era criança até a vida adulta, passando pelos horrores da prisão. De antemão, é importante lembrar que o filme não procura pintar Mandela como sendo um santo. Quando jovem, Mandela era mulherengo, deixou uma mulher, Evelyn, com filhos nas costas sem suporte, a qual reclamava que ele não dava as crianças a devida atenção. Estudou, advogou em favor dos negros e na década de 50, passou a lutar contra a segregação racial africana, mobilizando a população negra. 

Em virtude de sua liderança, ganhou ares de terrorista e líder rebelde contra o governo e escapou de uma pena de morte, sendo condenado a prisão pelo resto da vida, situação que só seria revertida com o apoio da esposa Winnie Mandela (que mais tarde, acabaria se tornando um problema em sua vida pessoal) e da população mundial 27 anos depois, quando foi libertado. Na época de atuação política de Mandela, os negros eram humilhados de todas as formas e viviam em um regime cruel separatista - no ano de 1949, o governo aprovou o regime legal segregacionista, chamado de apartheid. Eram mortos, fossem mulheres, homens ou crianças. Já na década de 90, foi ele uma peça importante na reestruturação de um país fragmentado quando o mundo clamava por sua liberdade, se tornando o primeiro presidente .  

A produção recria todas essas passagens, não só de sua vida como também dá devido destaque a participação de Winnie no movimento contra o Apartheid de maneira mais radical, sem esconder que Winnie foi humilhada, presa, espancada, e também comeu o pão que o diabo nem quis amassar nas mãos do governo e dos brancos. Seus filhos não podiam ver o pai e o filme deixa claro que todos, para o bem ou para o mal, mesmo que os interesses entre Mandela e ela fossem conflituosos, lutaram para mudar o panorama do país. A produção traz boa reconstituição de época e de fatos, mas ainda não foi dessa vez que Mandela ganhou uma cinebiografia a altura de sua importância histórica.

A direção é sem vigor e frouxa, o que faz com que o espectador passe pelo martírio de mais de duas horas como se assistisse a um cansativo novelão interminável. Idris Elba se esforça no papel, mas acaba prejudicado, na medida que seu personagem envelhece, pela maquiagem pobre. Soa caricato e é ator que pode render muito mais do que o visto aqui. A bela e talentosa Naomie Harris se sai um pouco melhor no papel de Winnie mas ambos, embora competentes, são traídos pela montagem e pelo roteiro moroso do filme - e tudo isso pode ter sido a razão pela qual os Weinstein, famosos por emplacarem seus filmes nas premiações do Oscar com suas campanhas agressivas, não conseguiram o mesmo efeito aqui. Serve, contudo, como bom documento histórico e para compreender o importante papel político, social, jurídico e histórico de Nelson Mandela para a humanidade. 

Cotação: 2,5/5

Pra virar filme ou não - Mistério em Versailles




MISTÉRIO EM VERSAILLES



Muitas pessoas gostariam de voltar ao passado para ver como seus antepassados viviam. Naturalmente, sabemos que isso é impossível e que o pensamento científico contemporâneo descarta a possibilidade de a humanidade vir a construir uma máquina do tempo. Ainda assim, as experiências de alguns indivíduos em especial parecem ir de encontro a todas as nossas certezas quanto ao
tempo e ao universo físico.

No feriado da Páscoa em 1901, duas professoras secundaristas de meia-idade, Annie Moberley e Eleanour Jourdain, juntaram-se a uma excursão a Paris e ao interior da França. Como as duas nunca estiveram nesse país, encantaram-se com o esplendor das construções da mais celebrada das capitais européias. Foi durante uma visita ao palácio de Versalhes que as duas mulheres passaram por uma experiência de que jamais se esqueceriam. Após conhecer as dependências principais do palácio e sua área externa, as senhoritas Moberley e Jourdain percorreram os mundialmente famosos jardins que levam ao Petit Trianon, a residência favorita de Maria Antonieta, situada em algum lugar naquela vasta propriedade.

Entretanto, como não possuíam um mapa detalhado do local, as duas mulheres se perderam e, encontrando por acaso dois homens trajando vestes típicas do século XVIII, os quais elas pensaram ser moradores do local, pediram a eles informações sobre o país. Em vez de ajudar, os homens encararam-nas de forma estranha e cumprimentaram-nas precipitadamente. Mais adiante, passaram pelas inglesas uma mulher jovem e uma garota, também vestidas à moda antiga, embora suas roupas fossem de má qualidade. Todavia, as professoras não suspeitaram que algo de estranho estivesse acontecendo até que chegaram ao pavilhão do Temple D’Amour, ocupado por muitos outros indivíduos vestidos como antigamente e falando um dialeto do francês desconhecido para elas.


Ao se aproximarem do Temple D’Amour, ficou claro para elas que algum detalhe de sua aparência chocava aquelas pessoas. Apesar disso, um dos homens mostrou-se cordial e, por meio de gestos, conduziu-as até o Petit Trianon. Chegaram lá depois de atravessar uma ponte de madeira cruzando uma pequena vala. Ainda que tivessem atingido finalmente seu destino, as duas mulheres deram pouca atenção à construção em si, concentrando se na figura de uma pessoa que, sentada, desenhava um esboço do bosque próximo. Muito atraente, trajando uma peruca imponente característica e um vestido longo típico da aristocracia do século XVIII, a mulher parecia mais o motivo para um quadro do que uma artista.

Annie Moberley e Eleanour Jourdain foram se aproximando da figura aristocrática até que ela se virou bruscamente para ambas. Elas saudaram-na com sorrisos, mas ela simplesmente encarou-as com uma expressão de temor e perplexidade. Foi então que as duas inglesas por fim perceberam que, de algum modo, regrediram no tempo. Recordando-se de suas sensações, a senhorita Moberley referiu-se ao ambiente em que estava como de certa forma sobrenatural. Escreveu posteriormente: “Até mesmo as árvores pareceram adquirir um aspecto bidimensional e sem vida. Não havia efeitos de luz e sombra... as árvores não farfalhavam ao vento.” Então, como se elas tivessem despertado de um sonho, a misteriosa quietude cessou e a ambiência e as cores voltaram ao normal. Em um piscar de olhos, a artista aristocrata desaparecera e, em seu lugar, surgira um guia de turismo contemporâneo, acompanhado de muitas senhoras em uma excursão ao Petit Trianon.

Embora quase não tenham falado de outra coisa durante sua estada na França, Annie Moberley e Eleanour Jourdain decidiram não mencionar sua experiência a quem quer que fosse, por medo de se exporem ao ridículo. Contudo, dez anos depois, em 1911, quando as duas lecionavam em Oxford, uniram suas forças para escrever um relato completo de sua viagem no tempo. Ao ser publicado no ano seguinte, obteve um relativo sucesso, e as autoras tornaram-se célebres no meio dos físicos da época eduardiana.

Após pesquisarem intensivamente a história do palácio de Versalhes, as professoras chegaram bastante tempo depois à conclusão de que, de fato, se deslocaram ao passado através de uma espécie de distorção do tempo ou de um portal invisível interdimensional. Em sua opinião, o ano a que elas retornaram foi provavelmente o de 1789. Para as autoras, os jardineiros’ que não as compreenderam eram aparentemente os guardas suíços que notoriamente estiveram na corte de Luís XVI, e a mulher acompanhada de uma garota, ambas vestidas em farrapos, deviam ser camponesas que moravam nas cercanias dos jardins do palácio. A senhora aristocrática que fazia um esboço do bosque devia ser com certeza a própria Maria Antonieta.

Os céticos — em grande número — ridicularizaram essa história e insistiram que as professoras a inventaram simplesmente para ganhar dinheiro. Tais críticos apontaram de imediato para o fato de que não havia na história detalhe algum que não pudesse ser pesquisado anteriormente. Além do mais, como não existe qualquer menção a uma suposta ponte de madeira cruzando uma pequena vala em nenhum dos registros que documentam o palácio no século XVIII, esse exato aspecto da história mostrava-se incoerente com os fatos conhecidos.

Quanto a essa última objeção, contudo, logo depois emergiu uma prova crucial que conferiu credibilidade às significativas lembranças das professoras. Na década de 1920, uma cópia lacrada das plantas originais do palácio foi descoberta em uma chaminé de um prédio antigo em uma cidade vizinha. Escondidas lá há muito tempo, possivelmente com a intenção de um arquivamento seguro, elas foram privadas da observação humana por mais de um século.

Fato intrigante: as plantas do arquiteto faziam referência à ponte de madeira sobre uma vala que as mulheres afirmavam ter atravessado. Naturalmente, as autoras britânicas reclamaram o reconhecimento da autenticidade de sua história e, muito embora tal fato não constituísse uma prova irrefutável de que elas realmente houvessem voltado ao passado, tornou-se muito mais difícil desprezar o incidente.

Fonte: Além do Impossível - almanaque do inexplicável do século XX - Richard Lazarus

Sarcófago O horror, o horror - A arte de Tron Legacy




























































































































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