domingo, 31 de agosto de 2014

Eu quero - You're not you



Mais um filme da nossa maravilhuosa e ídola absoluta do FLOP, Hilary Swank, que deve ter trocado de agente e tomado vergonha na cara pra escolher melhor filme da altura do talento dela. FALOMERMO!
Aqui ela é indicada ao UósNAOPERA... ela interpreta uma mulher com a doença ELA, a do balde do gelo. Filme aliás traz de volta a flopada Ema Russo. Tá, nem tudo é como a gente quer, né gente? Aperta o pray aí e vamo chorá....


Get Real - Saindo do armário - 1998



Por Jason

Steve descobriu que era gay aos onze anos de idade. Agora, aos dezesseis, sofre bullyng na escola pela turma de futebol. É amigo de uma gordinha desaforada, que o alerta para parar com o hábito de procurar parceiros no banheiro da escola. Steve conhece Glenn, um rapaz loiro e bonito, pelo qual se apaixona e o persegue. Até descobrir que o cara é casado, pai de família e conhecido de seu pai. Nesse meio termo, em uma das idas para o banheiro, ele acaba marcando encontro com um rapaz no parque e se surpreende: é John, por quem, na escola, todas as meninas são apaixonadas.


A testemunha - 1985



Por Jason

Indicado ao Oscar de melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Harrison Ford), melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor trilha sonora, montagem e roteiro original (ganhando pelos dois últimos), A testemunha traz Kelly McGillis (que um ano mais tarde seduziria Tom Cruise em Top Gun) como Rachel, uma mulher amish que acaba de se tornar viúva e tem um filho pequeno, Samuel. Os Amish são uma comunidade religiosa cristã que vivem em um grupo pacífico na Pensilvânia, em 1984, com costumes conservadores e longe da civilização moderna, como se tivessem parado no tempo. Um dia, quando pretendia ir de trem para outra cidade, o transporte atrasa, obrigando-a a ficar esperando com seu filho por horas. No banheiro da estação, o menino presencia o assassinato de um policial.


sábado, 30 de agosto de 2014

The Rover - A caçada



Por Tia Rá

Vi uns saites por aí falano muito bem dessa proletariedade do diretor de Disney Animal Kingdom, Land Rover - A cagada, aí a tia aqui resoveu fazer aquele dauloadi e conferi essa misera com os meus proprio zoio e..., e como eu tarra já suspeitano, sabia que tinha superestimassaum nessa misera toda. 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A sociedade dos poetas mortos - 1989



Por Jason

John Keating retorna ao renomado colégio interno Welton em 1959, onde estudou, para dar aula de Literatura. Os métodos de ensino de Keating se chocam completamente com os métodos da escola: a instituição é arcaica, trazendo aquele ensino tradicional e autoritário - Tradição; Honra; Disciplina; Excelência são os pilares enfatizados pelos seus mentores - que não condiz com a realidade dos novos tempos. Para se ter uma ideia, qualquer atitude que vai de encontro com as normas da escola e os meninos são punidos com surras. Os rapazes são forçados a viverem mecânica e rigidamente, mas eis que Keating desperta neles um sentimento de liberdade de escolha e de aproveitar o dia, a vida, vivendo cada dia como se fosse o último - o termo em latim para esse sentimento, como ele explica, é Carpe Diem.


Recados do além - o top less de Keira Knightley



Travekeira Knightley resoveu sair assim na revista Interviu Megazine, mar quem devia ter intervido mermo era a sociedade dos oftamorogista pra evitar essa coisa bizarra ni minha cara porque eu num sou obrigada, né gente... 



Mas a Topeira é corajosa né gente... a gente tem que bater as palma e dar os braço a torcer.... Minha fia, só posso te glorificar de pé porque tu tem coragi de mostrar esses peito derrubado seca que nem palito de churrasco viu, amiga! E VIVA A BELEZA INTERIOR!
Tia te ama, sua LYNDA!


Eu matei minha mãe - 2009





Por Jason

Neste filme canadense acompanhamos o jovem Hubert, de dezesseis anos e a relação desastrosa e complicada que tem com sua mãe Chantale. Hubert é filho de pai de separados, namora um usuário de maconha cuja mãe sabe de sua sexualidade, seu pai é ausente e sua mãe é neurótica. Chantale aliás, já tem problemas oriundos de sua família, cuja mãe era maníaco depressiva e vivia no hospital antes de bater as botas.


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Jeffrey - De caso com a vida - 1995



Por Jason

Jeffrey já começa com o personagem central, Jeffrey, um garçom que sonha em ser ator, tendo sonhos e em paranoia com a notícia da Aids se espalhando entre os homossexuais. Ele imagina mil formas de poder se relacionar com outro homem, até que decide que não fará mais sexo e acredita que pode canalizar suas energias para os exercícios de academia. Chegando lá, num ambiente que exala testosterona, com um monte de homens malhados, Jeffrey acaba seduzido por um homem, Steve, mas resiste a investida. Mais tarde, esse homem o perseguirá até conseguir um encontro. Quando Jeffrey acredita que esse é o homem de sua vida e finalmente deixou de ter apenas casos para ter um namorado, descobre um problema: Steve é HIV positivo.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

13 º Andar - 1999



Por Jason

Adaptação do livro clássico sci fi “Simulacron 3” (1964) de Daniel F. Galouye, o filme 13º andar trata de transferência de memória e ambientes virtuais em que tudo parece real. O doutor Fuller está envolvido em um projeto de uma Matrix, que simula uma realidade onde todos os personagens tem suas próprias vidas, sua própria inteligência artificial e são capazes de interagirem com os usuários. Para chegar lá, os usuários precisam conectar seus cérebros em uma câmara - uma ideia que deve ter servido para James Cameron e seu Avatar. Fuller usa a década de 30, quando era mais jovem, para manter caso com mulheres mais novas. Ao retornar de lá, o doutor é assassinado e o principal suspeito é um homem, Douglas Hall, que trabalhava com ele e para quem ele deixou um recado antes de ser morto. 


Eu quero - Extraterrestrial



Gente, tem até sonda anaaaaaallll, como num amar eçapoha?





Havaí - 2013



Por Jason



O filme começa praticamente sem diálogo, mostrando o jovem Martin procurando por trabalho enquanto se aloja num canto no meio do mato, desabrigado. Martin acaba procurando um emprego temporário na casa de Eugênio que acaba se lembrando dele de quando eram crianças. Eugênio oferece-lhe trabalho para o verão com a condição de que ele vá embora ao final, já que a casa pertence aos tios dele e ele está passando um tempo escrevendo. Martin está desamparado: a mãe morreu e ele foi morar no Uruguai, com a avó. A avó faleceu e a casa em que vivia foi tomada por um tio de consideração. De volta, ele não teve onde morar, morando no meio dos matos enquanto junta dinheiro para ir para Buenos Aires. Aos poucos, Eugênio começa a querer algo mais do que uma simples relação de empregador e empregado e passa a seduzir Martin.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Malévola - 2014



Por Tia Rá

Tarra com uma priguicinha satânica de ver esse filme que é um xuxexo, Xoxa e os dementes no lindo mundo da imagi-nãopera - esse filme mei cagado que a nossa lynda maravilhosa diva bocão gelatina Royal Angelina Jolie carregou nas costas, tadinha... porque te contá, que filme frouxo viu gente...? Bora lá raciocinar com a tia um poko?


Só um poquinho minina, larga de escandlo, aff...

Malevola era uma piriguete moradora de Pandora, aquela terra cheia de magia, feitiçaria e tecnologia, com um monte de beeshinhos phophinhos feitos pra vender bonequinho e a Disney faturar quede os militar da vida pra derrubar tudo, PRODUSSAUM?. Ela era rainha dos baixinho, vivia num lindo mundo da imaginação... imagineeeee imagineeee um lyndo mundo da imaginassaummm... Ok, parei. Aí ela conhece um ladrãozin cagadinho, o Stefa, que tarra quereno roubar uns diamante cristal rubi esmeralda seja já que merda é aquela. Maligna se apaixona pelo minino, mar ele num quer nada com ela e deixa a proletária lá sofrida com mágoa de caboclo. Ele quer crescer e viver no castelo e tals, e ela que vá comprar uma nave espacial e apresentar programa de tv, ok?


O Stefa cresce e vira o Chato Cosplay, aquele de Distrito 9 que só prestou neste filme porque nos outro...., tá pra nascer ator meia boca viu... Pra tomar o lugar do Rei ele precisa acabar com a Maga. Aí ele volta atrás da Maga e ela aceita ele porque é muito ingênua e tals... e acaba seno vítima do golpe boa noite Cinderela e... 


WHHHHHHHAAAAAAAAAAAAAATTT???? 


Depois do golpe, o Chato rouba as asa da rainha dos baixinho, que fica P da vida e demoníaca. Pra se vingar, ela vai lá e lança a macumba pra cima da guria que ele acabou de ter com a rainha. A minina vai crescer até a idade do piriguetismo e só vai acordar depois que for beijada pelo amor verdadeiro. Como medida tutelar, poish o Chato entende tudo de assistência social, ele manda a minina ser cuidada numa creche por três fada retardada que num consegue nem criar uma planta, quem dirás uma criança.... 

Nem eu, Smeagol... NEM EUUUU!!!

A pestinha cresce e no fim das conta é a Maligna que vira mãe da paquita e que salva a proletária de hibernar pelo resto da vida por causa do arrependimento da megera. Depois de matar o Stef, a minina vira a nova rainha dos baixinho e vai apresentar um programa de desenho em Pandora. Feen do filme. Num é lyndo, gente?


Óh, gente... na boa... Adoro Xolie fazeno cosplay de urubu satânico ni comercial pra vender batom. Sério... mulé tá seca pareceno um exu e de chifre mas ainda continua lacradora né povo? O figurino da mulé é todo um aparato Drag, já começa pelas lente de contato e todo aquele pó na cara pra distruir qualquer pulmão! Vai bombar nas festa e nas parada gay com as gay fantasiada, iscuta o que eu digo. A Elle é aquela coisa, mei que retardada rino o tempo todo, mas é uma graxxxxiiiinha. Os efeito é aquela coisa mei cagada, mas dá pra ingulir. O que num dá pra processar é essa diressaum proletária frouxa que é a peste e aquelas três fada pra fazer graça mas que são uma disgraça. E porque tem uma narrassaum OFF o filme todo chamano a gente de burra, meu povo? E aquele peru preto disfarçado de corvo que vira um cosplay proletário fumambento do Smaug? Me ajudaê Weta.

Vamos aos caps pra ilustrar rapidamente aqui eçapoha...

Sabrina, aprendiz de macumbeira

Tome um golin aqui dessa birita com Rohypnol sua lynda

as viada já chegaram pra festa?
burrinha, jeguinha e mulinha

You are not in Kansas ANYMORE
EYWA HEAR YOUUUUU!!!

volta pro corvo, tebofera. AGRADECIDA

fazê cosplay aqui de Mulher Gato riarairairaria

Maleficent WINS.....!

.....FATALITY!



Assim, com muito, MUITOOOO esforço, a gente pode ver sei lá, Sessão da tarde, ou quando num tiver nada pra fazer num sábado a noite, e tals. De reshto, num dá pra exigir muito naum porque é fraquin que dói.

Traz uma garrafa do Rohypnol que depois disso eu tô precisada!


Cotação: 2/5

domingo, 24 de agosto de 2014

R. I. P - Richard Attenborough



29 de agosto de 1923 - 24 de agosto de 2014

- Welcome... to Jurassic Park...!


Harry Potter e o Cálice de Fogo - 2005


Por Tia Rá

Interrompemos nossa programação para o pronunciamento da nossa excelentíssima senhora Tia Rá, candidata a presidente do Braseo!

Minhas sinhora e meus home... Estou me sentino muito felis com a proposhta do governo de mudar toda as gramática pra gente iscrever como a gente fala.... dou total apoio! Por ezemplo, a gente num vai ter mais que se preocupar com X com som de CH, de Z, de S, de T, de Y da putaquelhepariu, tipo, joga tudo lá de qualquer jeito mermo e FOI. Mais num posso deixar de lembrar a todos que a tia aqui já previa tudin com os milagre de minha bola de cristal trazeno o novo portuges em primera mão pra voces e voces nem tinha si tocado ainda. Profesor de portuges pra que, né, minha gente? 

Viva o anaufabetismu! Tia Rá pra presidente do Braseo!



O Braseo já terre uma tia nos poder, mas ela num entende da macumbaria. No meu governo as mulé toda serão lynda como eu e os home só os bophe escandro. Os tebofera num tem veis, eu vou fazer que nem os sentinela Xmen e mandar todo mundo pros INFERNO! 

Todos terão direito nas iscola a escrever como querem, a gente tem que ser responsaveu pelo que a gente iscreve, naum pelo que os outro entende. Viva a incrusao dos analfabeto nas universidade, vamo ter cota nas universidade pros analfabeto. Isso é muito importante, viu gente... Tem que fazer essa incrusão aí...

Vou lançar o bolsa sexo e o bolsa salão de beleza, acho que a mulé moderna e pensadora contemporania como eu merece ter um vale compra home objeto e passar uns fim de semana no salão de beleza. Vou dar o vale carro zero km, pra gente sucatear as arabaca da rua, todo mundo de carro zero charlano, com muitas opção de rosa pras mulé escolher e só branco pros home que home num sabe porra nenhuma de cor. Abaixo os verde cega olho e os laranja sinalizador de aeroporto que eu num mereço isso!

Todas mulé terão direito aos vale "tô munita", nossa parceria com o boticaro, Ivo Pintaguy e com Adobes Photoxops pra todas as mulé ter as maquiage, os cabelo arrumado e os peito silica, e cada foto no face ficar superproduzida porque tem uns exus no feice que só um exorcista pra dar conta. Num guento....

Vamo dar entrada de sinema 3D de grasa e fazer uma parceria com os camelô de todo os braseo, que tem as manha do fornecedor e da venda, pra gente vender burray original nas loja de 1,99 de todo braseo. Anote aí... nunca na história do Braseo se viu coisa igual!

Vamo criar a comisão da verdade, muito importante isso... temo que acabar com essa coisa de filme ruim estreano e o publico perdeno umas hora de vida em fila de cinema pra o filme num prestar. A comisão vê o filme, num preshta, a gente diz a verdade, num vai ter site recebeno dinheiro pra dizer que presta se naum é cadeira elétrica, pronto, o filme num estreia, manda de volta a bomba pros inferno !

Vamo reduzi jornada de trabalho né gente... domingo é dia de discanso, sabado também. Os proletario vai ter direito a trabalhar que nem no senado, uma veiz por ano tá bão. Os rico umas 24 hora por dia, de segunda a sexta, pra num matar tambem os coitado. Menos eu, que vou a ser a dona do país. 

Vamo acabar com o funk nos busão da maneira mais simples. Acabano com os busão. O probrema num é o funk nem as pessoa, elas tem direito de ouvir o que quer na altura que quer sabe gente... Ruim mermo é a suvaquera e a murrinha de catinga de final do dia com busão lotado e você tomano aquele VAPORETO ni sua cara. Num dá... Vamo modernizá os transporte público disponibilizano jegue e mototaxi pra transporte alternativo a um real. Mototaxi quer vinte conto pra levá tu daqui pra ali, é muito roubo. Num sou obrigada.

Nas iscola vamo insiná macumbaria, buzios, cartas, ispiritishmo, mediunidade, como falar com os morto, como fazer leitura de borra de café e os módulos intensivo de como preparar despacho. Isso é muito importante, é cultura, é vida, isso nunca na história do Braseo houve uma proposta como essa!

RÁ! (SOBE FUMAÇA)


Mar o que é que eu ia falar mermo? OHWAIT, o filme.... sim... tarra falano de macumbaria e acabei lembrano desse despaxo. Agora falaremos aqui do que interesa.Nesse filme que eu cabei de ver o Reri Pobre num é só asediada secsualmente (ói a nova regra gramatical aí) por Valdermorta, a bruxa pedofila tebofera. Depois de um banho intimo que tal nóis dois numa banheira de espumaaaaaa, Reri quase é estoporada por um exu de uma guria, que tá doida pra dar. Mas tem o Cedric, nosa querida Roberta Patason, dano aquela dica que a gente quaze morre só de rir. Chega lá no ouvidinho do Reri e fala: vem tomar um banho de espuma que eu te mostro os segredo das sereia!

Naum, falano sério... Gosto mais dese filme que dos outro depois. Agora o Reri acabou entrano na disputa das três bruxa mais poderosa. Era três, mas o Calise da macumbaria, que também quer o Reri (mas todo mundo quer pegar o minino, meldelssss) cuspiu o nome dele e disse EU QUERO ELEEEEE e virou quatro minino disputano! Na primeira luta, eles tem que lutar contra uns dragão pra pegar uns ovo. Aí rola umas cena bem legal do dragão quereno... comer o Reri. Gente... q q isso? Muita subjetividade da J K Rola viu! TEM QUE VER ISSO DAÍ!



Aí os minino são convidado pra o baile de Natal só que Reri queria ir com a Chokito, uma minina inutil Made in China que tá lá só pra encher bucho porque num serve pra nada a inuteo, mas ela já tinha sido convidada. Aí todos dançam valsa e depois rock e talzzzzZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZzzzROINC...Nao, pera. Eu fiquei esperano a Carrie aparecer pra metralhar todo mundo com os poder da mente, mas ela num foi convidada, paciência. Depois vem a segunda prova, que é muito importante, das sereia maligna teboferas e dos polvo com cara satanica, um monte de sereia biskate. Eles tem que salvar os amigo que tá lá embaixo pronto pra morrerem com falta de ar. E as sereia querem comer.... comer o RERI GENTE!!! Eu só me perguntarra se tinha alguém nessa merda toda que num queria comer esse minino, PRODUSSAUM? 



Reri Pobre tem a ajuda do professor gordo caolho, adoro ele gente! Home já chega com aquele método maravilhuoso de educação de escola pública brasileira - dá porrada nos menino depois pergunta se aprendeu. ADORO o Siri Brega, num resisto aquela chapinha progressiva e aquele tom LOREAL que ele usa no cabelo. Chiquerrimo. Aí na terceira rodada, todo mundo vai pro labirinto dos inferno, só que depois que Reri e a Roberta pegam a taça, acaba chegano nos inferno e acham o bebe Valdermorta. O criado de satã faz aquela macumbaria violenta e o bb satânico mutante vira o cão em pessoa! Os dois luta mas com a ajuda dos exus, Reri Pobre volta! Aí rola mais vinte minuto de ladainha que ninguém merece e fim do filme. Detalhe PRESHTE ATENSSAUM para a hora que Reri confessa pro véio que terre um momento no cemitério que a vara dele se juntou com a de Valdermorta.... repare na cara que o véi macumbeiro fais! 

huahuauhaauhauhauhahuhuauhaa 

OK, parei.
ADORO aquele russo que as piriguete ficam tudo doida pra dar e a Siriema Watson fica com a pepeca piscano pra ele. Home entra mudo e sai CALADO como convem aos inuteis bom de boondas. Mar num consigo deixar de amar a Roberta Patanson, que já era dadeira desde aquele tempo e depois virou uma dadeira mundialmente conhecida e famosa por Prepucio com a shimbalaiê mais inexpressiva e querida do mundo, Crista Stewart. Roberta é muito amor, rola todo aquele drama da Reri com ele chorano porque ela morre, tadinha minha gente! Choray horrores. 


O ruim é que o triozin de teboferas é péssimo né gente, tem quem suporte os três meldels... só os fãs mermo. E tem mais de duas hora de filme, que porra é essa? Cortarra uns vinte minuto aí que num ia fazer falta mermo e tarra tudo certo viu! Mar óh... amiga, viu gente... beijos melosos de pus e cheios de reshto de comida pra os fãs da Reri.

Cotação: 2/5

sábado, 23 de agosto de 2014

Top 10 - 10 clones de Mad Max



No rastro do sucesso da trilogia Mad Max, uma série de filmes de baixo orçamento pipocaram de todos os lados nos anos 80, todos copiando descaradamente a estética, cenário e muitas vezes a trama do sucesso com Mel Gibson. Alguns apelavam para mulheres nuas, pornografia ou quase isso, sangue falso em profusão, plots absurdos e cenários desérticos para representar o popular mundo pós apocalíptico. Além do baixíssimo orçamento, alguns traziam gente desconhecida (ou não) pagando aquele mico em filmes que enchiam as prateleiras e o limbo das locadoras daquela época. Aqui vão dez exemplos - só para citar alguns!

Desert Warrior 1988









Dark City - Cidade Misteriosa - 1998




Por Jason

No estranho Dark City, John Murdoch acorda numa banheira e encontra uma mulher morta no quarto em que está. Ele não se lembra de praticamente nada de sua vida, nem sequer do seu nome. Aos poucos, ele procura entender o que está acontecendo enquanto um investigador de polícia, Frank, que está perseguindo um serial killer de prostitutas acredita que John é provavelmente este assassino. John guarda apenas lapsos de memória de sua infância e de Emma, sua mulher. Durante a sua fuga, ele acaba percebendo um padrão na cidade: é sempre noite e, a partir de meia noite, todos os habitantes adormecem e tudo para de funcionar. 

A partir daí, as pessoas perdem suas lembranças, suas recordações, reiniciando a noite como se fossem outras pessoas. John, com a ajuda de Frank e de um doutor que o procura e o avisa que só ele pode vencer os criadores da cidade, descobre que a cidade não possui uma saída. Tudo é uma simulação do cotidiano. Ela foi criada e é controlada por uma raça alienígena desconhecida, vampiresca, que não pode ser exposta a luz solar. A raça desconhecida está morrendo e acredita que a única forma de se perpetuarem é com a humanidade, quando descobrirem o segredo da alma humana já que eles próprios, em suas formas originais, mais parecem criaturas saídas do filme Final Fantasy. Por isso o rapto de todos aqueles humanos e os estudos dos cotidianos em uma cidade que nada mais é que uma nave espacial gigante. As pessoas são dopadas com memórias falsas, de um passado que muitas vezes não pertencem a elas, e vivem suas vidas sem se recordarem de seus passados, robotizadas e acostumadas àquele padrão. Os desconhecidos querem na verdade descobrir o segredo da alma humana simulando a vida daquelas pessoas que parecem completamente vazias. E John é, por assim dizer, um defeito dessa Matrix, por trazer sentimentos que são desconhecidos a raça alien. 

A semelhança com Matrix, aliás, é gritante. Se lá Neo é o salvador da pátria e desenvolve habilidades como a das máquinas, aqui é John que se encarrega dessa tarefa, desenvolvendo habilidades mentais para rivalizar com seus inimigos. A ideia de que os humanos vivem em uma realidade paralela ou um mundo virtual também está presente. Pode-se pegar o confronto final de John com o vilão no ar enquanto a cidade vai pelos ares e colocar diante do combate entre Neo e o Agente Smith explodindo tudo e perceber semelhanças incríveis. Tem até personagem no metrô esperando por um trem para sair da... Matrix? - não dá, contudo, para saber se Matrix, lançado posteriormente, bebeu dessa fonte. O fato é que Dark City também pode ter sugado muito de Metropolis - é impossível não reconhecer na cidade os ares expressionistas do clássico e semelhanças na sua arquitetura moderna, clássica e futurista ao mesmo tempo. A cidade é escura, filmada em uma fotografia pesada de alto contraste, e parece trazer elementos de um filme noir, onde se diluem prostitutas, crimes, uma femme-fatale, locações exóticas, casa noturna, etc. Essa cidade também é criada e modelada como as cidades de Matrix e A origem, de Nolan (lançado mais de dez anos depois), com direito a prédios se mexendo para lá e para cá. Todo o conjunto, aliás, também soa como uma forma de pesadelo fantástico, com um cientista maluco e aparelhos estranhos, saídos de algum filme perdido de Jean-Pierre Jeunet.

Mas se o cenário é interessante e a trama curiosa, a coisa começa a degringolar a partir do elenco principal. Rufus Sewell deixa a desejar, William Hurt parece que está ali a pulso sem acreditar no projeto e Jennifer Connely, linda, parece mais perdida que cega em tiroteio. Kiefer Sutherland, como o Doutor Schreber, traz um personagem interessante, forçado a apagar suas próprias memórias e que acredita que John pode libertar todas aquelas pessoas e conduzi-las para a liberdade e para a verdade "fora da caverna" - o ator, porém, faz uma caricatura. Todos, aliás, capazes de performances melhores.  A direção de Alex Proyas (Eu, robô, O corvo) é frouxa que só. O final joga uma pá de cal, já que John ganha todos os poderes de controlar a cidade e ao invés de libertar as pessoas como se esperava, apenas tenta criar um ambiente melhor pensando em si mesmo e em Emma. Os próprios vilões em suas formas vampirescas, branquelos e carecas parecem ter saído de um filme de Star Trek. Esqueça os efeitos especiais: há momentos dignos de vergonha alheia, trata-se de um filme de baixo orçamento, mas nada supera John detonando tudo com o poder da mente. Quase um X-Men.

Cotação: 3/5

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Sem evidências - 2013




Por Jason

Os reais suspeitos e acusados pelo assassinato
Nos idos de 1993, em West Memphis, Arkansas, Pamela Hobbs permitiu que seu filho de oito anos fosse andar de bicicleta com dois amigos de mesma idade com a condição que eles retornassem no máximo às 16 hs e 30 min, já que ela trabalharia a partir das cinco da tarde. Os meninos nunca mais voltaram. Pamela deu queixa na delegacia e, após a investigação da polícia, os corpos das crianças foram encontrados num riacho no meio da floresta, amarrados nos cadarços dos sapatos que usavam quando foram mortos. 

A partir daí, começaria uma caça as bruxas. A polícia rapidamente acusou três rapazes - um deles, com deficiência mental - pelo crime e o caso passou a ser conhecido como The West Memphis Three. Os três eram taxados como tipos estranhos na comunidade, e segundo consta, praticavam ocultismo, ouviam músicas com letras satânicas, gostavam de heavy metal, se reuniam para assistir filmes de terror, e poderiam estar envolvidos com satanismo. No julgamento, mesmo sem provas que os incriminassem, eles foram culpados (dois a prisão perpétua, um sentenciado a morte), mesmo com os esforços de Ron Lax, um investigador que começou a observar coisas absurdas nas investigações policiais. Além do sumiço de provas e do descuido de evidências, a polícia ignorou a presença de um negro ensanguentado que apareceu pedindo ajuda num restaurante e nunca mais foi encontrado. Arranjaram um menino que alegava ter escapado da morte ao ser atacado pelos três rapazes, mas os relatos dele eram fantasiosos e claramente confusos.

As três crianças, vítimas do crime que chocou os EUA
O filme é baseado no livro homônimo de Mara Leveritt e não vai além, mas até mesmo o padastro de Steve (o filho de Pamela) chamado Teddy, é suspeito do caso, já que em depoimentos foi salientado o temperamento agressivo do homem e acusações de que ele molestava as crianças e era bissexual, com predileção para meninos mais novos. Segundo consta nos processos, amostras de DNA de Teddy foram incluídas e encontrados fragmentos semelhantes na cena do crime, nos cadarços de uma das crianças. Um objeto pessoal do menino Steve, um canivete do qual ele não se separava, foi encontrado nas coisas de Teddy, como se o assassino estivesse carregando alguma lembrança ou souvenir do fato. Nada, contudo, foi comprovado, porque os álibis de Teddy seriam mais fortes. Os defensores de que os verdadeiros assassinos foram os três jovens continuam argumentando que as crianças acabaram testemunhando algo que não deveriam ver - como um ritual satânico que envolveria a morte do negro, encontrado sangrando no restaurante - e seriam, assim, testemunhas de um crime, por isso pagaram com a vida.    

O filme foi massacrado pela crítica e com razão. Reese Whiterspoon interpreta Pamela, a mãe de Steve, um dos meninos assassinados. Reese bem que se esforça, mas não consegue passar o drama nem transmitir verdade acerca de toda a situação - e perde sua função em boa parte da película. Alessandro Nivola como Teddy tem pouco a fazer e a Colin Firth resta passar batido, numa interpretação completamente apática e automática como o investigador Ron. O filme ainda tem aquela cara de novela, rasa, superficial, não levantando dúvidas no espectador sequer dando novas pistas sobre o caso, ou seja, não acrescenta nada. Serve, porém, para apresentar o caso polêmico que moveu a opinião pública na época e mantê-lo aceso, como um veículo de demonstração da ineficiência da polícia americana e da justiça, quase sempre tão eficientes, mas que pecaram em coisas absurdas durante a investigação que comprometeram todo o julgamento. 

Depois de dezoito anos presos, os rapazes foram libertados mediante confissão do crime e pressão da mídia para retirá-los da prisão, por falta de provas. Não se sabe quem matou as crianças até hoje. De certo, mesmo, é que enquanto os verdadeiros culpados não são encontrados, os meninos de West Memphis continuarão a morrer.

Cotação: 2/5

Para saber mais: o caso The West Memphis Three (em inglês)

Bom dia, Vietnã - 1987



Por Jason

Em 1965, o DJ Adrian Cronauer é recrutado para comandar o programa de rádio das forças armadas norte americanas no Vietnã. Irreverente, ele agrada aos soldados, mas enfurece Steven Hauk, um segundo-tenente e superior imediato de Adrian, que tinha uma necessidade enorme de provar que era superior hierarquicamente. Movido pela inveja e ciúme, ele tenta prejudicar Adrian, mas a sua popularidade é tal que é protegido pelos altos escalões.

Paralelo a isso, Adrian acaba se apaixonando por uma civil e tenta de todas as formas se aproximar dela, inclusive se passando por professor de inglês em uma escola e fazendo amizade com o irmão da garota. Adrian, contudo, arranja problemas em brigas de bar e tem a língua ferina para criticar e fazer piadas contra o governo Nixon e a ocupação militar americana. Ele quase é morto em um atentado terrorista, quando fica ainda mais evidente a seriedade do conflito e a diferença cultural entre ambos os países, já que os EUA queriam maquiar a gravidade da situação, tratando a Guerra como um acontecimento isolado e distante. 

Toda informação sobre a guerra e tudo ligado a ela é filtrado por dois censores, que dizem o que deve ir ao ar e o que não deve. Adrian é muito popular, mas seu superior Steve consegue afastá-lo e voltar a transmissão contra todas as vontades. O público começa a reclamar enchendo a rádio de cartas e os superiores se veem obrigados a trazer Adrian de volta, que se recusa. Adrian vai parar nas mãos dos inimigos e escapa com a ajuda do jovem amigo, descobrindo que ele é um terrorista procurado pela polícia e fazendo com que ele vá atrás do garoto. 

Williams tem timing cômico e dispara suas piadas com agilidade e rapidez impressionante, improvisando e interpretando diversos papeis no rádio. Pela performance, ele ganhou sua indicação ao Oscar. Nenhum dos coadjuvantes se destaca, mas também não compromete. A produção traz ainda Forest Whitaker, como o soldado Edward que ajuda Adrian. Talvez uma das sequências mais marcantes do filme seja aquela em que cenas de guerra e morte se espalham pela tela ao som de What a wonderful world. Fora isso, a parte dramática do filme volta e meia deixa a desejar, com sequências de clichês, como aquela do protesto do garoto para mostrar quem são os verdadeiros inimigos do conflito ou a despedida de Adrian da sua turma de alunos. 

Bom dia Vietnã funciona ao final como um veículo para ridicularizar o conflito - e para vender Robin Williams à época, que vira aqui uma metralhadora giratória de piadas e de imitações incessantes, mesmo que a maior parte delas funcione apenas para o público americano.

Cotação: 2,5/5 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Arranha-céus flutuantes - 2013



Por Jason

O cinema europeu é muito mais avançado no que diz respeito a tramas com temáticas sexuais e neste filme polonês não é diferente. Arranha céus flutuantes traz a história de Kuba, um jovem atleta, que vive com a mãe e a namorada enquanto treina para competições. Nos intervalos dos treinos, pratica sexo oral com outros homens e esconde sua sexualidade. A relação dos três já é ruim por vida, pois as duas não se dão muito bem e os três dividem um apartamento pobre na cidade (a mãe não quer ficar sustentando a menina que trabalha como garçonete). Em uma noite, Kuba acaba conhecendo Michal, cuja mãe sabe de sua sexualidade e, embora não demonstre apoio, também não o discrimina. Embora seu pai não o aceite, a família é estabilizada, o que o ajuda a se assumir. 

Kuba e Michal começam a partilhar momentos juntos em que passam horas fumando maconha e se divertindo. A namorada de Kuba, no entanto, começa a suspeitar de que há algo errado com os dois. Michal está apaixonado por Kuba, mas este, apesar de também estar envolvido, começa a relutar pois tem medo de que descubram. A relação de Kuba se deteriora aos poucos até o momento em que ele se rende e decide seguir adiante com Michal. Sua namorada e sua mãe descobrem, mas há um empecilho: a menina está grávida, o que força Kuba a dispensar Michal. O final, como de praxe envolvendo o tema, não poderia deixar de ser mais trágico. 

O filme traz um elenco bem calibrado, todos a vontade dentro da trama e toda sorte de nudez, seja feminina ou masculina, com closes em genitais e cenas de sexo quase explícitas - que incluem masturbação, um oral na namorada de Kuba e uma sequência de sexo entre os rapazes que beira o bizarro, no fundo de uma garagem onde eles costumavam se encontrar - para desespero dos mais conservadores. É eficiente em mostrar o desespero de Kuba, que não sabe lidar com o que está sentindo, já que é um rapaz até certo ponto ignorante, que descobre que pode haver algo mais do que sexo entre dois homens mas não consegue aceitar a realidade dos fatos. 

Em contrapartida, o filme falha amargamente em desenvolver arcos dramáticos, incluindo a relação familiar de ambos, principalmente no que diz respeito a Michal. Sua conversa com o pai, relembrando o dia em que ele o surrou e justificando o título do filme, não vai a lugar algum. Os problemas do roteiro começam a surgir no terceiro ato: o filme demora a engrenar e quando engrena, simplesmente acaba. Quando o personagem Michal começa a demonstrar interesse no espectador já que se assumiu para a família, tudo se resolve rapidamente em dez minutos - não bastasse o final de tragédia. Os próprios personagens, aliás, que pareciam se amarem contra tudo e contra todos se afastam definitivamente com uma ligação de segundos (?), deixando uma sensação de que se o filme fosse um pouco maior e o último ato melhor desenvolvido, o saldo final seria no mínimo mais interessante. 

Cotação: 2/5
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