quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Pra virar filme ou não! - 10 casos de psicopatas para virar filme



Me gusta muito todo esse sangue e todas essas tramas maravilhuosas pra virar aquele filme de horror com muita gente sofreno e morreno, né gente... fico até imaginano os ator pra atuar soudessas  kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk



10. Cordelia Botkin
Cordelia Botkin foi a esposa de um proeminente empresário em São Francisco, na última década do século 19. Ela tinha 41 anos e conheceu John Dunning, quando sua bicicleta quebrou no parque. Botkin o seduziu e conseqüentemente, Dunning (que era casado com a filha de um ex-congressista) entrou em um tórrido romance com ela.

Ele finalmente deixou sua mulher e caiu em uma vida de sexo, jogos de azar e alcoolismo – todos alimentados (e financiado) por Botkin. Ele finalmente decidiu terminar a relação e voltar para sua esposa, um fato do qual ele informou Botkin. Não querendo ficar sozinha, ela enviou uma caixa de bombons envenenados para a esposa Dunning.

Dunning, a esposa e cinco amigos e familiares comeram o chocolate. Quatro se recuperaram, mas a esposa e sua irmã morreram. Os chocolates restantes foram testados e foi encontrado arsênico. A trilha dos doces levou de volta para Botkin, que foi condenada e sentenciada à prisão perpétua.

Numa estranha reviravolta do caso, o juiz que mandou a mulher para a cadeia a viu fazendo compras na cidade algumas semanas depois. Uma investigação descobriu que Botkin estava trocando favores sexuais, a fim de poder deixar prisão sempre que quisesse. Ela morreu na prisão com 56 anos de idade. A causa da sua morte foi registrada como: “amolecimento do cérebro devido à melancolia.”

9. O Assassino do Machado de Nova Orleans
Em 23 de maio de 1918, um vendedor italiano chamado Joseph Maggio e sua esposa foram assassinados, enquanto dormiam no seu apartamento em cima da mercearia Maggio. A arma do crime, um machado, foi encontrado no apartamento, ainda revestido com o sangue dos Maggio.

Nada na casa foi roubado jóias e dinheiro que estavam à vista. A única pista que se descobriu foi uma mensagem que tinha sido escrita em giz perto da casa da vítima. Quase exatamente um mês após o assassinato dos Maggio, ocorreu um segundo crime. Louis Bossumer, um vendedor que vivia atrás de sua loja com sua esposa, Annie Harriet Lowe, foi descoberto por vizinhos, certa manhã, deitado em uma poça de sangue. O assassino do machado matou um total de oito pessoas antes das mortes pararem. Não havia nenhuma evidência que ligasse José Mumfre (principal suspeito) com os crimes. Os crimes nunca foram solucionado.

8. Thomas Cream


Cream foi um médico secretamente especializado em abortos. Ele nasceu na Escócia, educado em Londres e operava no Canadá e, mais tarde, em Chicago, Illinois. Em 1881, ele foi considerado responsável por vários envenenamentos fatais de seus pacientes.

Originalmente não havia nenhuma suspeita de assassinatos nestes casos, mas Thomas exigiu o exame dos corpos, aparentemente numa tentativa de chamar a atenção para si mesmo. Preso na Penitenciária do Estado de Illinois em Joliet, Illinois, ele foi solto em condicional em 31 de julho de 1891, por bom comportamento.

Mudando-se para Londres, ele continuou matando (principalmente prostitutas) e foi logo preso. Ele foi enforcado em 15 de Novembro de 1892. De acordo com o carrasco, suas últimas palavras foram como sendo: “Eu sou Jack …”, interpretada no sentido de Jack, o Estripador.

Ele teria sido preso na época dos assassinatos do Estripador, mas alguns autores têm sugerido que ele poderia ter subornado funcionários e deixado a prisão antes de sua liberdade condicional oficial.

7. Joseph Vacher
Joseph Vacher era um assassino em série francês, também conhecido como “O estripador francês” devido a comparações com o Jack, o estripador de Londres, Inglaterra, em 1888. Seu rosto era cheio de cicatrizes e usava um chapéu de pêlo de coelho, que se tornou marca registrada de sua aparência.

Durante um período de três anos, começando em 1894, Vacher assassinou e mutilou pelo menos 11 pessoas (uma mulher, cinco meninas adolescentes e cinco garotos adolescentes). Muitos deles eram pastores cuidando de seus rebanhos em áreas isoladas. As vítimas eram esfaqueadas várias vezes, muitas vezes, estripados, estuprados e sodomizados.

Vacher era um vagabundo, que viajava de cidade em cidade, de Normandia para Provence, permanecendo principalmente no sudeste da França, e sobrevivendo de esmolas ou trabalhando em fazendas como diarista. Ele foi capturado em 1897, enquanto tentava assassinar uma mulher.

Ele confessou o assassinato, mas alegou que ele era louco, porque ele foi mordido por um cão raivoso, quando ele era criança. Mais tarde ele mudou seu depoimento e disse que era um mensageiro de Deus. Vacher foi executado na guilhotina dois meses depois, na madrugada do dia 31 de dezembro de 1898. Ele se recusou a caminhar para o cadafalso e teve de ser arrastado pelos algozes.

6. Leonarda Cianciulli
Esta assassina não está na lista pelo número de vítimas mas pelo que fez com os corpos. Leonarda Cianciulli foi uma assassina em série italiana. Mais conhecida como a “A produtora de sabão de Correggio”, ela matou três mulheres em Correggio entre 1939 e 1940, e transformou seus corpos em sabão.

Ela foi fruto de um estupro, teve uma infância triste com a mãe cheia de ódio por ela. Ela tentou o suicídio duas vezes. Em 1914, casou-se com um funcionário do registro civil, Raffaele Pansardi, e se mudou para Lariano em Alta Irpinia. Sua casa foi destruída por um terremoto em 1930, e eles se mudaram mais uma vez, desta vez para Correggio. Leonarda abriu uma pequena loja e se tornou muito popular como uma mulher agradável, gentil, uma mãe coruja e uma boa vizinha.

Em 1939, Cianciulli soube que seu filho mais velho, Giuseppe, ia se juntar ao exército italiano, em preparação para a II Guerra Mundial. Giuseppe era seu filho favorito, e ela estava determinada a protegê-lo a todo custo. Ela chegou à conclusão de que sua segurança exigia sacrifícios humanos.

Ela decidiu matar três mulheres de meia-idade, todas as suas vizinhas. Depois de assassinar a sua primeira vítima com um machado, ela jogou os pedaços em uma panela, acrescentou sete quilos de soda cáustica que ela tinha comprado para fazer sabão e agitou toda a mistura até que os pedaços fossem dissolvidos.

Cianciulli foi apanhada por uma testemunha ocular e considerada culpada de assassinato. Ela foi sentenciada há trinta anos na prisão, onde ela morreu de uma hemorragia cerebral.

5. Henri Landru
Landru foi um assassino em série francês conhecido como o “Barba Azul”. Nascido em Paris, deixou a escola e entrou para o exército francês. Quando ele recebeu a liberação do exército, teve um filho com sua prima e então se casou com outra mulher, e teve quatro filhos com ela, antes de terminar o casamento.

Landru começou a colocar anúncios nas seções de ”corações solitários” em jornais de Paris, em que geralmente se dizia “viúvo com dois filhos, de 43 anos, com renda confortável, sério, desejando encontrar viúva para casamento.” Com o decorrer da Primeira Guerra Mundial, muitos homens foram mortos nas trincheiras, deixando muitas viúvas as quais Landru fazia de presa sempre que podia.

Quando as mulheres vinham à sua casa, Landru as matava, estripava e queimava partes de seu corpo em seu forno. Seus apelidos eram tão numerosos que ele tinha que manter uma lista de todas as mulheres com quem se correspondia. Ele acabou sendo preso, graças aos esforços da irmã de uma de suas vítimas, e foi considerado culpado graças as evidências encontradas nos diários.

Ele foi guilhotinado três meses depois, em 1922. Durante seu julgamento, Landru traçou um retrato de sua cozinha, incluindo nele o fogão no qual ele foi acusado de queimar suas vítimas. Ele deu esse desenho para um de seus advogados. Em dezembro de 1967, o desenho tornou-se público.

4. Aniquilador de Garotas Serviçais

O Aniquilador de Serviçais, ou O Assassino do Machado de Austin, foi um serial killer que aterrorizou Austin, Texas, entre 1884 e 1885. Acredita-se que pelo menos sete mulheres, principalmente as meninas que faziam serviços domésticos, morreram nas mãos do assassino, que normalmente arrastava suas vítimas de suas camas e as estuprava e esfaqueava até a morte.

Os crimes se pareciam os crimes de Jack O Estripador. Alguns estudiosos em criminologia até tentaram provar que o Aniquilador e Jack, o Estripador, eram uma só mesma pessoa. Nada foi comprovado.

3. Os Irmãos Harpe

Micajah “Big” Harpe (1768? – Agosto 1799) e Wiley “Little” Harpe (1770? – Janeiro 1804) foram bandidos que operaram no Tennessee, Kentucky e Illinois, no final do século 18. Seus crimes parecem ter sido mais motivados pelo desejo de sangue do que o ganho financeiro. E alguns historiadores os indicam como os primeiros “serial killers” dos Estados Unidos.

Até 1797, os Harpes viviam perto de Knoxville, Tennessee. No entanto, eles foram expulsos da cidade depois de serem acusados de roubar porcos e cavalos. Eles também foram acusados de assassinar um homem chamado Johnson, cujo corpo mutilado foi encontrado em um rio.

Micajah foi decapitado. Sua cabeça foi colocada em cima de um poste, na localidade conhecida hoje como “Cabeça Harpe” em Kentucky. O outro irmão escapou, mas acabou sendo capturado e executado por enforcamento.

2. Earle Nelson
Earle Leonard Nelson, apelidado de “O Gorila Matador”, foi um serial killer. Com cerca de 10 anos de idade, Nelson colidiu com um bonde, enquanto andava de bicicleta e permaneceu inconsciente por seis dias, após o acidente. Depois que ele acordou, seu comportamento tornou-se violento e ele sofria de frequentes dores de cabeça e perda de memória.

Ele começou seu comportamento criminoso cedo. Foi condenado há dois anos em San Quentin State Prison, em 1915, depois de invadir uma casa que ele acreditava ser abandonada. Mais tarde, ele passou um tempo em instituições para doentes mentais. Nelson começou a participar de crimes sexuais quando ele tinha 21 anos.

As vítimas de Nelson eram principalmente jovens senhoras, a quem ele se aproximava fingindo que iria alugar um quarto. Depois que ele ganhava a confiança delas, ele as matava, quase sempre por estrangulamento e praticava a necrofilia. Ele costumava esconder o corpo, deixando-o a cama. O ‘modus operandi’ de Nelson, levou-o a ser rotulado de “O Estrangulador gorila”. Ele matou mais de 20 pessoas até ser finalmente capturado e enforcado, em 1928.

1. Bela Kiss

Bela Kiss foi um assassino serial húngaro. A ele é atribuído pelo menos 24 assassinatos de mulheres jovens. Ele as matava e desmembrava seus corpos e os colocava em tambores de metal gigante que ele mantinha em sua propriedade. Ele era um latoeiro que tinha vivido em Cinkota (uma cidade perto de Budapeste), desde 1900.

Kiss foi convocado para participar do exército de combate na primeira guerra. Durante a guerra, ele conseguiu escapar enquanto se recuperava em um hospital na Sérvia. Ele nunca foi apanhado, mas pessoas afirmaram tê-lo visto em vários lugares ao redor do mundo, inclusive deixando um metrô em Nova York.

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