quarta-feira, 29 de abril de 2015

Trailer - Cena de Poltegeist 2015




Mad Max Fury Road - Os veículos do filme










Vi aqui

Morgan




Por Jason

Morgan era um jovem corredor e competidor de corridas de bicicletas. Um dia, numa ultrapassagem, ele se envolveu em um acidente, o que lhe deixou paraplégico e dependente de uma cadeira de rodas pelo resto da vida. Morgan quer voltar a competir, mas o trajeto é o mesmo que ele sofreu o acidente e ele não consegue encarar novamente a situação. Um dia, ele conhece Dean, um corretor de imóveis, que perdeu a mãe para o câncer e o pai, policial, num tiroteio quando tinha doze anos. Os dois se apaixonam e Dean começa a ajudar Morgan a se exercitar e a mudar de vida.

Morgan, aliás, se empolga com a ideia de voltar as competições, mas há um conflito entre eles. Dean é mal resolvido, o outro é convicto de suas preferências sexuais. A mãe de Morgan não quer que ele volte a correr, nem a melhor amiga, mas ele continua insistindo na ideia do desafio, pois para Morgan será uma forma de amenizar a sua condenação à cadeira de rodas. Sem o apoio da mãe e da amiga, nem o médico, que o proíbe, Morgan tenta recorrer a Dean, mas ele escapa de sua responsabilidade. Morgan percebe que os outros tinham razão e tudo termina bem finalmente.

A produção tem cara de filme barato, a química entre os atores não é lá essas coisas e o próprio desenrolar da trama traz um certo ar de superficialidade. Superficial também são as questões mais profundas, como o preconceito vivido por um paraplégico e por homossexuais - o filme não se preocupa com isso. É um filme leve, que passa rápido, nenhum dos dois protagonistas é um exemplo de atuação, muito menos os coadjuvantes. E se há algo de bom no filme é que ele traduz muito bem para o espectador a ideia de que a vida deve continuar, independente da condição física e das limitações.

Cotação: 1,5/5

terça-feira, 28 de abril de 2015

Romeos - 2011




Por Jason

Recrutado para um serviço comunitário, Lukas é colocado num dormitório feminino por falta de vagas na ala masculina. Para o diretor, não há nada de errado em colocá-lo lá nesse primeiro momento afinal, Lukas nasceu, na verdade, uma mulher e se chama Miri. Só que Lukas não se sente mulher e sim homem, fazendo de tudo para se tornar um, tomando hormônios, praticando exercícios físicos e desejando que seus seios desapareçam. Está também obcecado com a sua transição sexual, em como encontrar uma forma de eliminar qualquer vestígio de sexo feminino de seu corpo. 

Essa situação, por si só complicada, é o mote central de Romeos, filme alemão sobre despertar da sexualidade, identidade sexual e aceitação que foge dos padrões dos filmes do gênero ao trazer um protagonista trans e seus dilemas pessoais em busca de sua transição - algo que seria também explorado, por exemplo, pela excelente atuação de Felicity Huffman em outro filme do tema, Transamerica ou por outra atuação magnífica, a de Hilary Swank em Meninos não choram, filme que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz. Aqui, a situação de Lukas fica ainda mais complexa quando ele se apaixona por Fábio que, obviamente, não sabe o que ele esconde. 

Fábio também se apaixona por ele, mas sabe que há algo errado, já que o rapaz sempre que sai está cheio de camisas (para esconder seus seios) mesmo no maior calor do dia. Sem poder se expor e assumindo a forma de um rapaz, Lukas vai adiando o contato íntimo com Fabio, até que sua irmã expõe a verdade para todos. A reação de Fábio, inicialmente é, óbvio, o afastamento. A insistência de Lukas o leva a momentos desastrosos com outros rapazes e por fim ao reencontro com o rapaz que consegue se encontrar e finalmente ser feliz ao lado dele. 

Todos os atores defendem bem seus personagens, mas cabe a Rick Okon, o principal, a tarefa mais árdua de interpretar uma mulher, que quer se transformar em um homem, está apaixonada por outro e não é capaz de se aceitar. Identidade aqui é a palavra chave e Miri não possui uma. Sua busca é árdua, mas seu problema maior é querer que os outros aceitem - ela quer ficar no vestiário dos meninos - quando nem ela mesmo é capaz de aceitar seu corpo. Assim, Miri-Lukas procura nos outros uma aceitação que ela mesma deveria ter. Até conseguir se aceitar e aceitar seu corpo, Lukas vai passar por todo tipo de desmoralização mas o filme, contudo, não atinge o peso dramático nem o ápice dos outros filmes temáticos citados.

A produção também escorrega nos coadjuvantes, que incluem uma amiga lésbica meio cômica que não funciona na tela, um grupo de meninos que passam a perturbá-lo (e que somem da tela pouco depois) e a falta de profundidade e de foco na esfera familiar de Lukas e de Fabio, já que pouco ou nada acabamos sabendo nesse sentido, o que deixa os personagens um tanto soltos. Falta arrojo em cenas de cunho sexual, como se a própria direção estivesse com medo de apostar no tema, mexer na ferida e ir a fundo. De qualquer modo, é mais um drama diferenciado dentro do gênero, que merece ser conferido. 

Cotação: 2/5 

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Primeiras imagens de XMEN - Apocalipse



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ADOOOOORRROOO esse clima ultra brega desse filme, como num amar os anos 80 neam gente...

Morreno de priguissa dessa Jean Grey... Apenax

E essa Jubilation Lee já fazeno essa cara de boolseta como num amar essa diva, produssaum?

Num precisarra nem de muita maquiage pro minino né, porque te contar.... vá ser tebofera assim longe, exorciza esse exu Padre Merrin kkkkkkkkkkkkkkk


Vai ter uma mistura do Braseo com Egito viu gente... vamo ralar o tchan aí

E esses cenarios gente que me fais me alembrar minha infanssia comolidar braseoooo já quero tudo indo pelos ares, obrigada


Essa daqui é só pra mostrar que Singer tarra a caminho da piscina com as aliciada...


Trailer - Ted 2




Jurassic World - Fotos revelam mais do filme




Miga, iscova esses dente, gostei de tu não... kede os espinossauro pra dar cabo dessa proletária com esse olhar de quem fumou aquele baseado, neam gente... repare se ela num parece que tá doidona


- Oi quem é você?

- Vou dar um oi aqui pras camera riariaria

PULA! PULA! PULA!

SQN

Cena final do filme, quando o tiranossauro chega e mata a miserenta. Pronto, não precisamos mais ir no cinema. BRINKS
Look pras cara super expressivas desses guri.... Tem que morrer, sim ou com certeza?

domingo, 26 de abril de 2015

Vingadores - Era de Ultron - 2015




Por Jason

A ação desenfreada de Vingadores: era de Ultron começa numa floresta coberta de neve, base dos experimentos da HIDRA, liderados pelo Barão Wolfgang Von Strucker (Thomas Kretschmann, um desperdício). Os Vingadores, depois de explodirem metade da floresta, recuperam o cetro de Loki e acabam tendo o primeiro contato com os irmãos geneticamente modificados Pietro (Mercúrio, o ator Aaron Taylor Johnson) e Wanda (Feiticeira Escarlate, a atriz Elisabeth Olsen). É através de uma experiência mal sucedida com a gema do cetro (uma das tais Joias do Infinito) que Tony Stark, o Homem de Ferro (Robert Downey Jr), visando fazer um programa de defesa global, acaba criando o carnavalesco Ultron (voz de James Spader). 

Ultron quer, claro, destruir a raça humana. Até aí nada demais, afinal todo vilão megalomaníaco que se preze quer vaporizar o planeta. Porém, os problemas do filme e seu roteiro, que já vinham capengando até aqui, estouram a partir daí. Ultron, depois de causar na festa da vitória dos Vingadores, foge para a base da HIDRA onde planeja o seu exército de robôs, enquanto os irmãos se juntam a ele, e tenta criar um corpo melhorado - e é daí que nascerá o vingador sintético, Visão (Paul Bettany). No meio do caminho, claro, em sua vontade de explodir o mundo, o vilão constrói uma máquina que levantará uma cidade inteira para transformá-la num tipo de meteoro, com a finalidade de mandar tudo pelos ares. Os Vingadores, obviamente chegam para salvar a humanidade a passam a contar com a ajuda dos irmãos (péssima ideia para Mercúrio aliás...), que percebem quais os planos reais de Ultron e são incorporados rapidamente ao grupo por Capitão América (Chris Evans), mesmo que alguns reclamem inutilmente. 

É incrível como o roteiro do filme dispara uma piada a cada minuto, a ponto de tudo se tornar insuportável. Não há um momento melhor trabalhado no filme em que os atores possam atuar - porque ele é rapidamente cortado por uma explosão, por uma piada imbecil ou por um ataque do vilão vindo sabe-se lá de onde. Reparem na sequência em que estamos para conhecer um pouco mais sobre a Viúva Negra (Scarlett Johanson) quando Wanda, a Feiticeira Escarlate, lança sobre ela um feitiço telecinético: a confusão que se segue destrói qualquer tentativa de drama genuíno e qualquer lampejo de interesse naquelas figurinhas de papel. Na cena da nave, em que Banner desabafa e ela tenta consolá-lo, o Thor aparece soltando piadinha, quando ela vai fazer o processo para que Hulk volte ao normal, Ultron chega metendo bala. Parece que Whedon foi coagido a fazer uma coisa maior, maior, e cada vez maior, mas esqueceu que deveria fazer melhor e perdeu completamente a noção do que estava fazendo. 

O próprio plano de Ultron é absurdo, afinal, super desenvolvido como ele é, não foi capaz de destruir a humanidade de um modo mais simples (uma Skynet, a exterminadora de humanos de Terminator que o diga...). Ultron parece saído de um filme velho dos Trapalhões onde as piadas não funcionam mais, destinado a crianças que certamente ficarão enlouquecidas para comprarem os brinquedos e quinquilharias baseadas no filme. Não é um vilão que mete medo, não é um vilão interessante, muito menos inesquecível. Mais absurdo ainda é a forma como Visão entra no filme, aos quarenta e cinco do segundo tempo, com sua parcela de Frankenstein que acabou de se levantar da mesa, mas que em dois segundos se situa e já veste sua fantasia verde e rosa para desfilar na Mangueira no carnaval do Rio de Janeiro.

De atuações, ninguém se destaca. Robert Downey Jr roda no automático, os dois Chris (o Evans e o Hemsworth) estão ali pelo porte físico. Scarlett Johansson e Mark Ruffalo ainda tentam alguma intimidade dramática, soterrados pelo fato de que sua personagem é eternamente desperdiçada como uma ninja muleta de interesse amoroso de algum herói, aquela que roda de mão em mão - e ele passa mais tempo em sua versão verde digital urrando e destruindo tudo no caminho. O Gavião Arqueiro de Jeremy Renner ainda traz alguma surpresa mostrando seu lado pessoal e humano comum, mas em nada acrescenta ao todo. Some a isso o fato de que Aaron Taylor Johnson fala seus diálogos como se tivesse lendo um texto de formatura no colégio e Elisabeth Olsen parece mais perdida que cega em tiroteio, fazendo cara de quem está com dor de barriga toda vez que ativa um poder - e temos um panorama do desastre. Outros atores estão lá apenas para bater cartão, como Samuel L Jackson, Idris Elba e Andy Serkis, desperdiçados numa verdadeira bagunça e que em nada somam.

Se vale de consolo, há uma sequência bem elaborada de destaque, em que Homem de Ferro tenta conter Hulk com sua Hulkbuster depois que o verdão destrói metade de uma cidade (o Homem de ferro destrói a outra). Mas a sensação que se tem ao final de Vingadores - A era de Ultron é que acabamos de ver um filme nos moldes de Transformers: trama insossa, falta de estofo dramático e de importância com personagens, quantidade absurda de efeitos especiais em detrimento de uma boa narrativa, excesso de personagens, sequências grandiloquentes de ação desenfreada, buracos de roteiro e atuações ruins. Em resumo, tudo o que crianças e adolescentes, acostumados a encherem os cinemas com as produções de Michael Bay adorarão, mas que alguém, com um mínimo de exigência, só encontrará frustração. 

Cotação: 1,5/5

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Trailer - The visit



Postano em homenage ao nosso leitor Fabio que AINDA ACREDITA néam gente!
Será que agora o Saiadalama sai da lama meu povo? Apelano pra esse estilo vagaboondo de filmage que eu num guento maish... 
Quede os sexto sentido amigo? QUEDE OS SINAL? PODEMO FINGIR QUE AS OUTRA CAGADA NUM EXISTE?
Só orano pra Deus operá aquele MILAGRE!

Trailer - Area 51



Não gente.... Esse Oren Peste de novo, que num sabe fazer outra coisa na vida a num ser essas foda fotage.... Já deu né migs... E os atoresssssss? Nível escola Malhassaum, num sei lidar com tamanha proletariedade... só falta fracassar pra eu dar minha risada maligna! kkkkkkkkkkkkkkkkkk
melhora isso daí que ocê tá pagano mico! 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Jet Boy - 2001




Por Jason

Nathan é uma criança com uma vida complicada. Vive se prostituindo e é obrigado a dar parte do dinheiro que consegue para um cafetão. Na escola, vai de mal a pior, se envolvendo em muitas confusões. A mãe prostituta usa o menino para arranjar drogas e, após usar heroína, acaba morrendo de overdose. Depois de parar na delegacia e fugir de uma assistente social, Nathan se bate com Boon. A contragosto, Boon acaba dando carona para Nathan. 

A partir daí, Boon passa a servir como um pai para o menino, mesmo sem querer. A relação de Boon com seu próprio pai, aliás, é desastrosa. Ambos estão perdidos na vida, procurando por amor, carinho e atenção. Boon revê uma mulher por quem tinha um interesse romântico e cuja relação não é das melhores também. Nathan, com medo de ser rejeitado novamente, procura até mesmo oferecer seus serviços sexuais a Boon e, ao receber a negativa, foge, tenta voltar para a prostituição e fugir de Nathan, mas, quando o casal se acerta, Nathan finalmente encontra um lar. 

Apesar da premissa interessante, que renderia um senhor filme, Jet Boy não flui como deveria. Feito para a televisão canadense, a trama arrastada esbarra nas atuações horríveis e sem peso dramático, na falta de arrojo, na cara de novela das oito e na trilha sonora enfadonha repetitiva. Embora a relação de Boon com o menino seja bem desenvolvida, pouco ou nada nos preocupamos com os personagens ou torcemos por eles. A pá de cal é a reviravolta no final na vida de Boon, que se revela, apesar da aparência de fugitivo da lei, um policial disfarçado. O resultado não poderia ser mais insosso.

Cotação: 1/5

terça-feira, 21 de abril de 2015

Chappie - 2015





Por Jason

Chappie é o terceiro longa-metragem de Neil Blomkamp como diretor e, de cara, ao final do filme, temos quase a certeza de que Neil vem traçando o mesmo caminho de M. Night Shyamalan: de um cineasta promissor em sua estreia a filmes que fracassam em crítica e público com roteiros que trazem premissas interessantes mas que se perdem na própria ambição. Não temos nada ainda no nível de um Fim dos Tempos - ainda bem -, mas Neil, que escreveu o roteiro junto com sua esposa Terri Tatchell (que também co-escreveu o Distrito 9) já havia começado a descer ladeira abaixo com Elysium e agora dá mais um passo para trás em sua carreira.

Contracorrente - 2009




Por Jason

Em Contracorrente, Miguel é um representante da igreja muito conhecido em uma vila de pescadores peruana. Ele vive com sua esposa Mariela, que está grávida do primeiro filho. O que ninguém sabe é que Miguel tem um relacionamento amoroso com Santiago, um pintor e fotografo forasteiro. Santiago quer que Miguel dedique mais tempo a ele, mas Miguel, que não se considera homossexual, não aceita a ideia - só que não quer também que Santiago o abandone.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Trailer 3 - Mad Max Fury Road



ADORRROOO toda essas apelações de estúdios ressuscitano franquias mortas e enterradas para não FLOPAREM e FALIREM! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
VAI QUE DÁ CERTO NÉ GENTE.... 

Trailer 2 - Jurassic World



Gente, vamo falar sério né... porque eu num sou obrigadaaaaaaaa!

Criaram um dinossauro geneticamente modificado. Ok, eu aceito. 
Uma nova espécie. Ok, eu aceito.
Maior que o T-Rex. Mas num já existiu uns dinos maiores? ok, vamos aceitar né....
Só que albina. Com cara de lagartixa. Hmmm.... já tão apelando...
Que é... uma psicopata e tá fazendo uma rebelião no parque em que vive? 


Será que ele vai exigir direitos trabalhistas e protestar contra os maus tratos no parque, minha gente? 



MORTA FEAT ENTERRADA E CREMADA NA FOGUEIRA DA INQUISIÇÃO com o plot ultra mega hiper vagaboondo desse filme! 



O que é aquela cena dela mandando os PTEROSSAUROS ATACAAARRR!!!??? E a psicopata arrancou o próprio rastreador porque....... se recordava aonde tinham colocado....



Não gente, CENA-DA-CABRA again...? Quede a criatividade, colega? E quem são esses guris insuportáveis e inexpressivos, já pode jogar essas oferendas no mar, SIM OU COM CERTEZA? Para que tá ridículo isso. A comédia do ano. 

RI HORRORES! 


Já falei que adoro o mosassauro neam gente... dá pra criar na piscina de casa? Por favor, por favor, diz que sim, diz QUE SIIIMMMM!!!ÇOCOOOOORRRRROOOOO FABIO VENHA ME SALVAR!!!

Cinderella - 2015




Por Tia Rá

sábado, 18 de abril de 2015

Trailer: Survivor



ADORO toda essa vibe flopada desse filme, tem como num amar Alice correno do James Bond aposentado meu povo? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Novo poster de Jurassic World



Melhorou néam gente...

Trailer novo em 48 horas. No aguardo.

Apenas uma questão de amor - 2000




Por Jason

Laurent divide um apartamento com Carole, que se passa por sua namorada sempre que possível para livrar a sua barra diante dos pais. Sim, Laurent é homossexual e não aceita o fato de que seus pais, preconceituosos, não ajudaram seu primo, também homossexual, quando ele mais precisava de apoio ao ser expulso de casa. Os pais de Laurent trabalham com uma farmácia do interior e queriam que ele desse continuidade ao ofício, mas Laurent optou pelo paisagismo e agronomia. Ele está indo mal na faculdade sem que os pais saibam e, ao arranjar um estágio, acaba conhecendo e se envolvendo com Cedric, um jovem que trabalha o tempo todo num negócio do ramo deixado pelo pai.

Cedric se assumiu durante o enterro do pai. Os dois se envolvem enlouquecidamente, mas há um problema: bem resolvido, Cedric começa a pressionar Laurent a parar com as mentiras e a sair do armário, enquanto Laurent precisa fazer malabarismo para lidar com os pais extremamente preconceituosos. Os dois acabam sempre se desentendendo por causa disso e a mãe de Cedric não vê alternativa se não expor a situação dos dois para os pais de Laurent. A pessoa de maior clareza de todas, no entanto, é a mãe do primo de Laurent, a mesma que perdeu o filho por causa de hepatite acreditando que por ser homossexual ele necessariamente era aidético. É ela (que surge do nada, injustiçada pelo roteiro mal elaborado) quem diz a mãe do menino como se deve proceder - amar ao filho incondicionalmente para não perdê-lo como ela perdeu o filho dela.

No ano 2000, ainda de que de forma meio desengonçada mas corajosa, o filme estreou sendo considerado o primeiro a expor na televisão francesa, com clareza e eficiência, a problemática do jovem homossexual que não possui apoio em sua própria casa, com seus próprios pais. O filme tem boas atuações dos dois jovens e é notável como se entregam para as cenas em que estão juntos. Mas tudo é sepultado por um incômodo clima superficial de novela e a discussão em torno da aceitação é subtraída tão rapidamente do roteiro quanto surge, sem se desenvolver - talvez mais vinte minutos deixassem o composto mais sólido.

O terceiro ato, como muitos filmes do tipo, é tão apressado que o protagonista se afasta do namorado, volta, briga com a mãe dele, faz as pazes com ela, briga com os pais, e vai tentar fazer as pazes, se despede da amiga que some, decide ir embora, desiste, e fica com ele, tudo em menos de dez minutos de tela. Sem falar que a amiga e suposta namorada, Carole, é relegada a muleta dramática o filme todo. Ou seja, é bonitinho - mas ordinário.

Cotação: 2/5

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Poster de Jurassic World



Não. Não. E NÃO! Manda refazer que tá cagado!


Teaser Batman vs Superman




Devido a um rapaz - 2002



Por Jason

Vincent é um jovem bonito, ama sua namorada Noemie, é adorado pelos pais, tem um irmão problemático, e é uma referência no colégio por ser bom aluno e bom nos esportes. O problema é que Vincent esconde uma mentira: ele é homossexual e não sabe ainda como lidar com isso. Mantém um caso com um jovem rapaz que o trata mal, o ignora e se mantém distante, praticamente usando-o apenas para o sexo. Com a chegada de um novato, Benjamin, Vincent acaba sendo tirado do armário a força. É a partir daí que sua vida muda completamente. Para pior.

Os colegas veem Vincent se encontrar com Benjamin e espalham o boato. Todos no colégio acabam descobrindo sobre a sexualidade de Vincent e passam a hostilizá-lo de todas as maneiras, nos vestiários, no pátio, nos treinos, o menino é agredido verbalmente e até fisicamente. Os pais descobrem sua condição e não sabem como lidar com a situação. A diretoria também não e os professores se esquivam. O professor de educação física não é a pessoa mais indicada para conversar com ele, e ordena que se concentre nos esportes. Ele afasta seu melhor amigo, a namorada tenta ajudar e sua vida vira uma bagunça.

O filme cumpre bem sua ideia de mostrar os problemas e dilemas enfrentados por um adolescente homossexual. É simples e trata a situação de maneira natural. O protagonista é bem desenvolvido e o ator principal o defende bem em sua jornada de auto descoberta e sua tentativa de colocar as coisas nos eixos, dando um final feliz. Os problemas são outros. Personagens secundários são figuras de papel (o Benjamin é um deles), sem desenvolvimento e muitos saem do nada para lugar nenhum (note o personagem professor de literatura). Por fim, o filme é tão compacto que se apressa ao final, no terceiro ato, para fechar, resolvendo situações mais diversas das maneiras mais absurdas, como o colega preconceituoso e muda de atitude de uma hora para outra. Vale, contudo, para notar como os filmes europeus e a televisão - é um telefilme - oferece um bom tratamento ao tema.

Cotação: 2/5


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Clapham Junction - 2007





Por Jason

No telefilme Clapham Junction, acompanhamos a vida de alguns homossexuais em Londres durante algumas horas e como as vidas deles são mudadas quando elas se cruzam. Robin, solitário, acaba se encontrando com um gay casado e enrustido - que por sua vez faz sexo com desconhecidos num banheiro público enquanto mantém seu casamento de fachada. Mais tarde, ele descobrirá toda a verdade, ao perceber que tem ligações com o homem através de amigos em comum. Em outra ponta, temos um casal homossexual que acaba de legalizar a união, formado pelo doutor Gavin e o empresário Will. Ambos são usuários de cocaína e Will, na festa de casamento, não se incomoda em traí-lo com um garçom da festa, combinando um encontro a dois posterior que não ocorre.

Isso porque o garçom é assassinado por um homofóbico, próximo de onde está Robin e seus amigos. Entre os presentes, está a mãe preconceituosa de um jovem de 14 anos, homossexual, que está apaixonado pelo vizinho Tim (Joseph Mawle), um homem solitário e mal falado na vizinhança. O adolescente o persegue na biblioteca da cidade, tenta se fazer notado até que Tim acaba cedendo as investidas desesperadas do menino e mantendo relações sexuais com ele, para desespero da mãe do adolescente. Quanto ao homofóbico, trata-se de um homossexual enrustido, mal amado, que vive com a sua avó e que atrai gays apenas para espancá-los. Até o dia em que se mete com a pessoa errada e é vítima de seu próprio modo de agir, sendo socorrido no hospital por Will.

O filme traça um panorama não muito bonito da sociedade GLS londrina, mostrando o lado B de ser homossexual. Todos os homossexuais da trama procuram por algo, seja por sexo, seja por carinho, afeto, realização ou união, mas o destino parece mostrar que essa busca constante não resultará em nada. A trama é, grosso modo, amarga, e no fim das contas todos os personagens são infelizes ou tem destinos infelizes. Nesse sentido, o filme desperta interesse, por não glamorizar o mundo homossexual, mesmo entendendo a importância das suas conquistas - como a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo exposta na figura do casal bem-sucedido e com relacionamento feliz de aparência. 

Contudo, mesmo que o seu ápice seja a sequência de sexo quase explicito entre o adolescente e o vizinho, e todos os atores defendam bem seus personagens, o filme tem problema de ritmo e de excesso de personagens (repare na trama capenga do menino negro e homossexual que quer aprender a tocar violino e é perseguido). Falta também profundidade em todas as tramas, de forma que pouco nos importamos com os personagens e não nos envolvemos com eles. De toda forma, dentro do tema, vale conhecer.

Em tempo: o nome se refere a uma estação de trem que pertence ao sistema metropolitano de Londres. O filme está completo e legendado disponível no youtube.


Cotação: 2/5

terça-feira, 14 de abril de 2015

Refém da paixão - 2013




Por Jason

O filme traz Adele, uma mulher divorciada mãe solteira de um menino que 
está entrando na adolescência. Ela sai com seu filho para fazer compras no supermercado e é surpreendida por um homem que está sangrando e lhe pede uma carona. Como ela saberá mais tarde, ele é um prisioneiro fugitivo, que escapou do hospital do presídio após uma cirurgia. A polícia procura pelo homem, mas ele, escondido na casa, mantém os dois como reféns. O imprevisível, no entanto, acontece: apesar da tensão dentro da casa, Adele começa a se envolver amorosamente com o homem. Claro que isso tinha tudo para terminar da pior maneira possível - o que, ainda bem, não ocorre.

O passado trágico de Adele se junta a trágica vida do fugitivo, Frank. Ambos procuram a mesma coisa - uma família, para chamar de sua. Adele, depois de tentar engravidar novamente, havia sofrido três abortos sucessivos e, na quarta tentativa, deu a luz a uma menina morta. Traumatizada, foi abandonada pelo marido e viveu enclausurada dentro de casa com seu filho. Carente, sensível e fragilizada, ela vê em Frank -, um sujeito traído, acusado de matar a esposa - uma saída para o seu tormento, o homem que ela precisava para continuar vivendo, alimentando um sonho de se mudar e recomeçar a sua vida em outro lugar ao lado dessa paixão proibida. Na mesma proporção, seu filho enxerga em Frank o pai que ele não teve.

Baseado no livro Fim de verão, de Joyce Maynard, o filme traz Kate Winslet no papel de Adele. Adele ganha vida na atuação detalhista e fantástica de Kate, apoiada em nuances que só uma atriz do calibre dela consegue construir. Ela consegue transpor toda a complexidade da personagem, toda a dor, confusão, sensibilidade, sofrimento e ao mesmo tempo esperança ao encontrar aquele homem que ela necessita. O espectador, ao se aprofundar na vida do casal, torce inevitavelmente para que fiquem juntos. É um alívio também, por exemplo, perceber que o filme, diante de um mote tão simplório, consegue construir certa tensão e passar uma mensagem sobre os valores familiares. Em apoio, Josh Brolin defende bem o seu personagem com retidão até o fim, a química entre os dois funciona - uma das razões também pela qual torcemos por eles - e o filme ainda tem a rápida participação de Tobey McGuire ao final, como filho já crescido de Adele.

Claro que nem tudo são flores. O filme cai no lugar comum do romance proibido e impossível, do casal que quer fugir e ser feliz para sempre em outro lugar, escapar de uma dura realidade etc, começando como um suspense e terminando como uma zona de clichês de filmes românticos, misturando dramas e gente que não diz a que veio (o ex marido de Adele, por exemplo, é praticamente ignorado pelo roteiro). Há os flashbacks, claro, inseridos para explicar o que houve com os dois até ali e para mostrar que ambos foram injustiçados pela vida - e eles vêm acompanhados da desnecessária narração em OFF, como se as atuações não fossem o bastante para sustentar o filme. E Refém da Paixão é, acima de sua trama um tanto ordinária, filme de atuação. Ao final, Kate está lá, em sua melhor forma, para salvar tudo.

Cotação: 2,5/5

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Trailer - A entidade 2



Adoro toda essa vibe colheita maldita e... 
quem tá assediano as children meu povo, é o exu do Michael Jegueson? Ma.... gente... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ok, parei.

Trailer - Centopeia Humana 3




quanta beleza num único filme, né gente... kkkkkkkkkkkkkkkkk
Já. Sou. Fã.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Bronson - 2008




Por Jason

Michael Peterson era problemático desde a infância e adolescência, quando arranjava problemas com todo mundo na escola. Filho de pais separados, uma mãe relapsa, Michael sempre teve um temperamento difícil. Mais tarde, já adulto, pulava de emprego e emprego, sempre arranjando confusões. Depois de se casar e ter um filho, foi preso por assaltar uma agência de correios a mão armada e pegou sete anos de prisão. Começava então sua odisseia passando por várias prisões da Inglaterra. 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Trailer - A entidade 2



Chama o Padre Merrin e manda esse exu prosinfernooooo! kkkkkkkkkkkkkkk

Fim dos tempos - 2008




Por Tia Rá

Esse filme é indicado pra você que passou uma ótima semana santa SQN atoladinho no sofá se empanturrano de chocolate e agora tem que acordar as quatro da matina de segunda pra trabalhar, olha que maravilha isso gente? Não é o FIM DOS TEMPO?

sábado, 4 de abril de 2015

Beleza Adormecida - 2011




Por Tia Rá

E na semana santa continuo trazeno pra vocês meus presentes de Pascoa, meus ovos achocolatados procês que num tiveram dinheiro pra pegar a praia no fim de semana e terre que se contentar em ficar em casa mermo pra economizar! A dica de filme pra você sofrer por perder o seu tempo é esse filme cagadinho com a Emilia Bronha, Lerdeza Aborrecida. Ainda num viu o filme? Tomou o boa noite cinderela e dormiu do começo ao fim? Num se preocupe que eu entrego tudo pra você fugir dessa porcaria enquanto é tempo!!!!! PORQUE A ZUERA NUM PODE MORRER!!! LOL
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