quarta-feira, 22 de abril de 2015

Jet Boy - 2001




Por Jason

Nathan é uma criança com uma vida complicada. Vive se prostituindo e é obrigado a dar parte do dinheiro que consegue para um cafetão. Na escola, vai de mal a pior, se envolvendo em muitas confusões. A mãe prostituta usa o menino para arranjar drogas e, após usar heroína, acaba morrendo de overdose. Depois de parar na delegacia e fugir de uma assistente social, Nathan se bate com Boon. A contragosto, Boon acaba dando carona para Nathan. 

A partir daí, Boon passa a servir como um pai para o menino, mesmo sem querer. A relação de Boon com seu próprio pai, aliás, é desastrosa. Ambos estão perdidos na vida, procurando por amor, carinho e atenção. Boon revê uma mulher por quem tinha um interesse romântico e cuja relação não é das melhores também. Nathan, com medo de ser rejeitado novamente, procura até mesmo oferecer seus serviços sexuais a Boon e, ao receber a negativa, foge, tenta voltar para a prostituição e fugir de Nathan, mas, quando o casal se acerta, Nathan finalmente encontra um lar. 

Apesar da premissa interessante, que renderia um senhor filme, Jet Boy não flui como deveria. Feito para a televisão canadense, a trama arrastada esbarra nas atuações horríveis e sem peso dramático, na falta de arrojo, na cara de novela das oito e na trilha sonora enfadonha repetitiva. Embora a relação de Boon com o menino seja bem desenvolvida, pouco ou nada nos preocupamos com os personagens ou torcemos por eles. A pá de cal é a reviravolta no final na vida de Boon, que se revela, apesar da aparência de fugitivo da lei, um policial disfarçado. O resultado não poderia ser mais insosso.

Cotação: 1/5

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