sexta-feira, 29 de maio de 2015

Bob Esponja: Um Herói Fora D'Água - 2015




Por Jason

A trama de Bob Esponja: Um Herói Fora D'Água traz o pirata Barba Burguer (Antonio Banderas) que conseguiu encontrar um livro de histórias, contando a história de Bob Esponja (voz de Tom Kenny), um cozinheiro da Fenda do Bikini que faz o famoso hamburguer de siri que é um sucesso entre os habitantes. Só que Plankton (voz de Mr.Lawrence) tenta roubar a fórmula, já que seu restaurante é um fracasso. No momento em que conseguia executar seu plano, a garrafa some, levando ao apocalipse na Fenda do Biquini.

Para recuperar a sanidade de todo mundo e deixar as coisas como eram anteriormente, Bob Esponja e Plankton acabam se unindo e construindo uma máquina do tempo. A ideia dá errado, mas com a ajuda de um golfinho Bolha, ele e seus amigos são enviados para a superfície, seguindo o rastro do cheiro dos hambúrgueres, agora feito com sucesso por Barba Burguer. Depois de muita confusão, Bob consegue recuperar a fórmula com a ajuda dos seus amigos e deixar as coisas como eram anteriormente - não sem antes mandar o Barba para uma ilhota deserta com a ajuda de Plankton.

A maior parte do filme foi realizada como animação, seguido por um terceiro ato em que os personagens foram feitos por computação gráfica, nos moldes de filmes como Os Smurfs, mantendo, contudo, o mesmo tom de comédia do desenho tradicional. Trata-se, acima de tudo, de um filme infantil, com piadas metralhadas por segundo, algumas das quais não serão entendidas pelos pequenos, já que parecem ter sido elaboradas a base de LSD. Antonio Banderas, canastrissimo, como Barba Burguer, parece estar se divertindo e todos os personagens, aliás, são aloprados, como o grupo de gaivotas cantoras que gostam de ouvir histórias e o golfinho atirador de lasers. 

O filme foi um sucesso, custou cerca de 75 milhões, faturou no mundo mais de 310 milhões dólares, mas não se deve esperar muito dele. Por trás da mensagem escandalosamente apregoada por Bob, que diz que para realizar o impossível é preciso trabalhar em equipe, deixando o egoismo de lado, o roteiro é frágil e o esquema elaborado para o filme live action deixa a desejar. Deve agradar ao público infantil e adulto que não exija mais do que uma sessão da tarde para passar o tempo.

Cotação: 3/5

segunda-feira, 25 de maio de 2015

REC 4 - Apocalipse - 2014




Por Jason

Pode-se achar louvável o fato de que uma franquia de zumbis vinda da Espanha chegou ao quarto episódio, depois de gerar até uma refilmagem norte americana após o sucesso inesperado do primeiro filme, à época mais um representante do já combalido estilo found footage. O problema é quando ela chega ao quarto episódio já detonada e de uma maneira tão ruim quanto REC 4No filme, Angela Vidal, a jovem repórter que entrou no edifício do primeiro filme, consegue sair do local viva depois dos acontecimentos do segundo filme (o filme funciona como continuação direta deste). Os soldados que a resgataram não sabem que ela carrega a semente da infecção. Angela é levada para uma instalação provisória de quarentena, uma instalação de alta segurança onde ela terá de ficar em isolamento por vários dias que na verdade se trata de um navio adaptado para receber a aparelhagem laboratorial. 

Lá, um doutor tenta fazer um experimento nela acreditando que ela carrega o hospedeiro - um tipo de verme parasita ejetado pela boca do infectado - e paralelo a isso são mantidos alguns macacos que servem de cobaia numa suposta área de segurança máxima. De repente, uma cobaia infectada é solta por um traidor, parasitando o cozinheiro. O grupo se divide, com Angela sendo perseguida e recebendo ajuda de apenas um dos homens contra a horda de zumbis que se formam dentro do navio. Angela, depois de escapar de ser parasitada, escapa com ele em um bote salva-vidas, com a ajuda de um motor de popa - que vira uma arma letal contra as criaturas infectadas e isso inclui um macaco possuído pelo ritmo ragatanga. 

Há pouca coisa que se salve no filme, que parece uma versão perdida da série Resident Evil. A ambientação é o destaque, já que o navio é um ambiente por si só fechado e claustrofóbico, com seus corredores apertados e um problema de energia gerado pela sobrecarga dos aparelhos científicos que o deixa no escuro durante a noite. O problema é que nem a direção nem o roteiro sabem como utilizar esse ambiente a seu favor. Não há nada apocalíptico no filme como sugere o título, já que todo o tédio se passa dentro de um navio. A maquiagem nem sempre funciona como deveria e nunca nos importamos com a protagonista muito menos com os coadjuvantes. Sai o estilo found footage e entra o estilo convencional, mas a falta de criatividade da produção é absurda.

Atuações terríveis se disseminam mais rapidamente do que a infecção, situações ridículas se propagam pelo roteiro com suas reviravoltas e o filme aposta na ação e nos clichês de maneira desengonçada - o vilão arma uma bomba com vinte minutos para mandar tudo pelos ares, mas o filme passa muito mais tempo que isso para finalmente o navio explodir. É o clichê em detrimento de qualquer suspense ou terror - ou, ainda, quem sabe, no humor. Para encerrar, o filme deixa uma brecha para continuação que, a julgar pelo que foi realizado nessa produção, é melhor não acontecer.

Cotação: 0,5/5 

domingo, 24 de maio de 2015

Especiais - Mad Max Estrada da Fúria: cenas dos bastidores




Especiais - A arte de O vingador do futuro 2012



Especiais - A arte de O vingador do futuro 1990



Algumas não forma utilizadas no filme. Confira abaixo.


Artbook - Dracula A historia nunca contada



Quando o conceito visual é melhor que o filme pronto.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Magnífica Presença -




Por Jason

A trama dessa produção italiana é meio batida. Pietro se muda para uma casa, tentando a vida como ator, fazendo uns testes em que arruína tudo. Enquanto isso trabalha numa padaria, e está esperando um homem, que ele teve uma relação três anos atrás, mas nunca esqueceu. Esse rapaz aparece e, quando Pietro acredita que ficará com ele, o homem o esculhamba, deixando-o arrasado. Pietro não sabe, mas a casa para onde se mudou é mal assombrada. Nela vive um grupo de atores mortos durante a Segunda Guerra Mundial e que está procurando uma mulher.

 Eles nao sabem em que ano estão, acham que ainda estão escondidos da guerra. Dentro desse grupo há um fantasma que era o roteirista da peça e acaba apaixonado por Pietro, mas claro, a coisa não se concretiza nem pode se concretizar. Pietro então vai atrás da mulher para ajudá-los, descobre que ela entregou todo mundo para os nazistas porque queria brilhar sozinha no espetáculo. Ao final, o atrapalhado Pietro consegue levar os fantasmas de volta para o teatro onde eles iam encenar a ultima peça. Paralelo a isso tudo, o vizinho demonstra interesse em ficar com ele, mas Pietro, estabanado, não consegue enxergar, mesmo depois que ele salva Pietro durante um desmaio. 

Magnifica presença é um filme alegre, leve, mas não divertido como deveria ou poderia. Também é raso, superficial, e a coisa toda funciona como um romance escrachado, entre as aventuras sexuais da amiga de Pietro e os homens que ela encontra pelo caminho - incluindo um médico que o atende como louco por ver os fantasmas. A parte do romance mais sério, fica por conta da aparição do roteirista e Pietro, mas o filme não fecha e essa relação, assim como a do vizinho, não se desenvolve (o homem chegou, ficou duas cenas, e sumiu da trama). O excesso de gente prejudica o desenrolar e o filme não parece preocupado em desenvolver personagens e suas personalidades. Gente entra e sai rapidamente e o resultado lembra um filme do Almodôvar que não deu certo. Vale só como curiosidade.

Cotação: 1,5/5

terça-feira, 19 de maio de 2015

Trailer - Pan



NA TELA DA TV NO MEIO DESSSSSEEEE POOVVVVOOOOO

Trailer - Maze Runner - Prova de fogo



Interessante....

Projeto Almanaque - 2014




Por Tia Rá

Eu já disse que ADOROOOO esses filme lixosos de foda footage, aquele tipo de filme que acaba com suas vista de tanto que a camera sacode de um lado pra outro, aquele filme que te deixa com labirintite e me deixa xokada de ver tanto ator leesho, aquele filme que vem de presente um roteiro bombardeado por uma tonelada de tolete e é A CARA DA POBREZA. 



Agora me submeti a essa tortura apenax pra dizer pra voceis FUGIREM ENQUANTO AINDA DÁ TEMPO dessa bomba de leesho atômico porque sou muito boa com os meus babies lyndos e num gosto que eles sofram como eu né meus phophos! Mamãe Rá ama vocêis, se eu pudesse pegarra cada um e darra até de mamar!


Mar voltano ao filme... Eu num guento com essas trama cagadas que me faz alembrar dos filme maravilhuosos que a gente amarra quando era pequena e agora a gente continua amano porque era tudo muito bão mermo, mais o tempo passou e ao inveis dos filme ficar melhor, ficou essa merda toda. Porque já terre na nossa vida De volta pro futuro né gente, mais hoje a gente tem que se contentar com essa maravilha da podrera, Projeto Almanaque Abril. Um grupo de jovens atores teboferas ruins pagos com marmita e um vale transporte discobre um projeto de uma máquina do tempo no porão de casa e aí resolve construir e pronto, volta no tempo e talzzzZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZzzz...



Aí eles ficam voltano no tempo pra resolver as coisa e as pendencia, pra ganhar na loteria e ficarem RYKASSSS! Eu merma faria isso, voltarra no tempo pra ganhar umas cinquenta veis na loteria e ficar RYKA, comprar uns iate, viajar o mundo, pegar os melhor home do mundo, ficarra toda metralhada de tanto dar, SOU DESSAS! 


Mais só que tem umas regra, ninguém pode voltar sozinho porque começa a ter os efeito, e aí o marginal do minino volta e esculhamba a porra toda, depois quer consertar e num dá certo, aí ele volta no tempo pra incontrar o pai e detonar a máquina, mais até lá o filme fica voltano e indo e voltano e tem toda a mistura do Braseo com Egito com efeito borboleta e aquela coisa leeshosa, tem até Lolapalosa, aliás, fais muito sentido porque o filme é PALOSO, bora combiná neam! 



Sério gente, na boa, num guento maish esse negoço de camera sacudino que nem foliao de bloco de carnaval, PELAMOOORRR PAREM COM ISSO! Para que tá ridiculo. Num guento com os efeito da volta do tempo, quando começa a soprar um ventilador e o povo começa a jogar umas folha pra cima dos ator exalano toda a probeza da produssaum, eu ri demais de toda essa merda! E a traminha leesho de Malhação do casal principal? 


Estou véia demais pra isso, sorry.


Cotação: 0/5

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Ex Machina - 2015




Por Jason

Ex Machina é mais um daqueles exemplos em que a ótima ideia para o filme esbarra nas suas limitações e no seu desenvolvimento minguado. Na trama, Caleb (Domhnall Gleeson), um programador, ganha um suposto concurso em que foi chamado para participar da última criação de Nathan (Oscar Isaac), um especialista em robótica e inteligência artificial. Ela é AVA (Alicia Vikander), uma criatura robótica, com corpo translúcido, mas faces, mãos e pés com texturas de pele humana. 

domingo, 17 de maio de 2015

Maggie - 2015




Por Jason

A trama de Maggie se concentra na adolescente que dá nome ao filme, uma menina que vai à cidade destruída durante uma epidemia viral que transforma os humanos em zumbis. Maggie é levada para o hospital, mas é tirada de lá por seu pai, que a leva para casa. A partir daí começa o drama da menina e da família: ela se torna um perigo para sua própria família, pois, como eles sabem, começará a se transformar e poderá atacar seus familiares. Tanto seu pai quanto sua madrasta e sua irmã precisarão se adaptar a essa nova fase da vida - e a própria Maggie tem que se adaptar a sua nova vida, já que pode estar vivendo seus últimos momentos - até quando não haverá mais nada a fazer e seu pai terá que tomar uma atitude.  

Trailers - Jurassic World - Spots TV



Uma pena que aquelas children insuportáveis escaparão neam gente... mas eles num podia escorregar e cair na água e serem mastigados pelo... ok, parei... Mar enfim... adorei os dinos babies, comolidar com tamanha phophura braseo? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Requiem para um sonho - 2000




Por Jason

O filme traz Sara (Ellen Burstyn), mãe de Harry (Jared Leto), um viciado em drogas assim como seu amigo Tyrone (Marlon Wayans) e sua namorada Marion (Jennifer Connelly). Sara é uma viúva que passa o dia todo diante da televisão e após ser convidada para aparecer em um programa, fica obcecada em querer emagrecer para caber em um vestido vermelho, que usou durante a formatura do filho. Não satisfeita com uma tentativa de dieta, Sara procura um médico que lhe receita uma série de pílulas para emagrecimento rápido, o que começa a deixá-la transtornada. 

Paralelo a isso, Harry se envolve com gente barra pesada na mesma proporção que se vicia ainda mais. Sua intenção é modificar as drogas e ganhar mais adeptos, para juntar mais dinheiro e criar uma loja de roupas para Marion. O parceiro Tyrone é pego após um assassinato e vai para a cadeia. Para tirá-lo de lá, Harry acaba envolvendo a namorada, fazendo com que ela se prostitua e ele, viciado em heroína, destrua suas veias e o seu braço, que começa a apodrecer. Sara vai parar num hospital psiquiátrico para um tratamento de eletrochoque, Harry tem o braço amputado e Marion vai parar numa orgia em troca de drogas e dinheiro.

Aronofsky usa repetições e cortes de cenas, para ilustrar o vício dos protagonistas, o que depois de uma ou duas vezes acaba tornando a experiência visualmente insuportável e tediosa - se essa era a intenção, ele acertou em cheio. Mas não esconde closes, seja no rosto dos personagens, seja no braço podre de Harry recebendo uma injeção de heroína ou na bunda da dublê e seu consolo sexual, tudo para causar repulsa no espectador. O filme é eficiente em mostrar a deterioração dos seus personagens e a droga como um caminho ladeira abaixo sem volta, de forma que ele consegue traduzir em imagens o pesadelo e toda a piração daqueles personagens dignos de pena, cujos sonhos, por mais simples ou ordinários que fossem,  foram arruinados pelo vício. 

O elenco funciona e é coeso: Jared, ator do tipo que se transforma fisicamente, aqui não fugiu da regra e emagreceu mais uma vez para um personagem. Seu Harry parece um cadáver ambulante. Wayans se tornaria mais conhecido por suas paródias terríveis de filmes conhecidos e Connelly tira a roupa e defende seu personagem como pode, mas no todo é Ellen quem se destaca. A atriz, indicada merecidamente a todos os prêmios da temporada na época em que o filme foi lançado - incluindo o Oscar-, faz um trabalho excepcional como uma mulher solitária, amarga e cuja obsessão a leva a completa insanidade. Louca para entrar no vestido vermelho e aparecer na tv, Sara pinta o cabelo de vermelho e descabelada, engole pílulas como se tivesse tomando um copo com água, vê a geladeira andando sozinha  e imagina coisas que não existem na realidade, tornando-se incapaz, no auge do vício, de dissociar o que é real e o que é fruto de sua cabeça já deteriorada. É triste - e igualmente bizarro.

Cotação: 3/5

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Incondicional - 2012





Por Jason

Incondicional traz um personagem perturbado. Liam, um jovem agiota, acaba conhecendo Kristen e Owen, dois irmãos que estão com uma mãe doente em casa, através de Kristen, que quer um empréstimo de 500 dólares. No começo, Liam, um jovem charmoso, acaba conquistando Kristen, que acredita também que ele possa estar apaixonado por ela. Liam, na verdade, está apaixonado por Owen, um jovem de dezessete anos, e o convida para sair e aproveitar a noite - e é aqui que as coisas começam a desandar para o adolescente.

Owen não se aceita homossexual, nem Liam, mas ambos estão apaixonados. Só que Liam tem um gosto peculiar: ele quer que Owen se vista sempre de mulher, para então poderem sair durante a noite, em passeios, curtindo a vida como se fosse um homem e uma mulher, já que ele não consegue se relacionar amorosamente com Owen em seu estado normal. O que começa com uma diversão numa noite, vai se transformando em uma loucura, regada a possessividade e obsessão, com Liam se revelando na verdade um psicopata que é incapaz de se aceitar e que continua a exercer uma influência terrível sobre o menino.

Seu modo de operação é sempre jogar a culpa e fazer com que Owen se sinta envergonhado e diminuído, sempre dependente de Liam, colocando o adolescente num vínculo de destruição de sua personalidade e de sua identidade que beira a tragédia. Toda vez que Owen decide pular fora, Liam chora, faz o drama, seduz novamente o rapaz, para mais uma vez o colocar vestido de mulher e o fazer adotar o nome da irmã. O ápice dessa loucura é quando Liam deixa o rapaz sem roupa nenhuma num lugar inóspito e o obriga a decidir entre o amor incondicional dele (ao se vestir de mulher) ou voltar para a sua vida como um menino - e Owen, por mais absurdo que possa parecer, escolhe o amor e se veste de mulher. Liam logo em seguida decide se casar com Owen vestido de noiva e, após sessões de violência física e moral num quarto de pousada barata, Owen toma uma atitude decisiva e finalmente se liberta. 

O filme traz boas performances da dupla principal, embora ambos não sejam exemplares de excelentes atores, defendem como podem e embarcam nessa relação doentia. Quando mantém o foco na construção e destruição dessa relação, o filme se mantém interessante, com bom ritmo, mas não esconde as derrapagens do roteiro. A irmã de Liam, pivô de tudo no começo, desaparece no terceiro ato. Não se sabe nada mais de Liam, de seu passado, e a relação com a família é relegada a uma cena em que nada acrescenta a não ser mais humilhações para Owen. Pouco ou nada também é feito pelo personagem Owen e o seu núcleo familiar, de modo que personagens secundários acabam ficando ao vento. O filme termina um tanto de forma abrupta.  De todo caso, vale uma visita por ser, dentro do gênero, uma abordagem diferente do que estamos acostumados a ver.

Cotação: 2/5

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Trailer - Into the Grizzly Maze



ADOOORRROOOO esses filme flopado com elenco flopado direto pro SUPERCINE! Como num amar essa perola? Já posso querer o BEAR matano todo mundo, sim ou com certeza? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

The sea of trees - Clipe




Já estou na espera, quero ficar comida... digo, comovida pelo Ken Ryu Giraya Godzilla APENAX


The sea of trees, de Gus Van Sant, num tem data ainda pra istreia, podia istreiar (é i de iscola? meajudaqui Carla Perez) logo de uma veis kkkkkkkkkkk


Excalibur - 1981




Por Jason

A lenda do Rei Arthur gerou muitos livros, filmes, peças teatrais, desenhos e uma série de produtos em diversas mídias. Baseado no livro “Le Morte d’Arthur” de Sir Thomas Malory, essa lenda rendeu o já clássico Excalibur, que abre com um extenso prólogo. Durante a Era Medieval, o Rei Uther recebe do mago Merlin a mítica Excalibur, após negociar uma trégua com outro reino. Mas Uther, ajudado por Merlin, cai nas graças de Igrayne, mulher do rei e mãe de Morgana. Para possuir a mulher, Merlin negocia com Uther, pedindo o filho que nascer dessa união em troca. Ao nascer, Merlin vai buscar o menino, Arthur. Uther é morto em uma emboscada, deixando a mítica espada fincada numa pedra antes de morrer e o país sem um rei.

O tempo passa e muitos cavaleiros tentam retirar a espada da pedra, sem êxito. Mas é um jovem humilde, Arthur, o filho de Uther, que consegue o feito. No meio do caminho, ele acaba se envolvendo com Guenevere com quem se casa e encontrando Lancelot, com quem trava uma luta que quase o mata. Arthur unifica o Reino da Inglaterra, cria a Tavóla Redonda, mas Morgana espalha seu veneno entre eles, usando um cavaleiro chamado Gawain como escudo, jogando Guenevere contra Arthur e criando problemas entre os cavaleiros. Arthur constrói a cidade de Camelot e Guenevere o trai com Lancelot. Morgana encanta Arthur, para engravidar dele e dar a luz a Mordred, que nasce para destruir o reino. Mas ainda tem mais... Para restituir a paz e a harmonia, e redimir todo mundo do pecado, Arthur explica que os cavaleiros precisam encontrar o Santo Graal. Na busca, todo mundo é morto e é Perceval, com sua persistência e esperança, que consegue achá-lo. Arthur luta com o filho, o mata e morre posteriormente, não sem antes se livrar da excalibur.

Apesar do certo esmero da produção nos figurinos - os cavaleiros brilham na luz com suas armaduras prateadas - e nos cenários, Excalibur, que ganhou até indicação ao Oscar de fotografia, é um filme desajeitado. Há alguns momentos de destaque - sua trilha sonora é bem lembrada, sequências são plasticamente bem elaboradas, como a floresta dos cavaleiros mortos, com seus cadáveres pendurados nas árvores. Mas nada esconde que o filme envelheceu mal. As cenas de batalha e de luta beiram o ridículo de tão mal filmadas e editadas. As atuações são todas canastrissimas e a total ausência de uma melhor direção de atores acaba vitimando até gente mais calejada, como Patrick Stewart. Gabriel Byrne parece querer rir nas cenas em que surge no prólogo e Nicol Willianson, o Merlin, tenta fazer graça sem conseguir, com suas falas e conselhos de novela das oito.

Some a isso o fato de que a Helen Mirren, de Morgana, pouco resta a fazer a não ser espalhar sua beleza e fazer sua macumba com asa de morcego e pele de cobra num caldeirão, quase uma Maga Patalógica. Seu melhor momento é quando Merlin tira dela o poder que a manteve jovem e bela por muito tempo e ela vira uma velha caquética bagaceira esganada pelo próprio filho. Um jovem Liam Neeson pouco acrescenta a trama. Nigel Terry, o Rei Arthur, não deslanchou na carreira - os motivos são óbvios ao se assistir a produção - tendo um último papel de destaque em Troia, de 2004, e falecendo recentemente de enfisema pulmonar. Excalibur também escorrega no ritmo: tem pouco mais de duas horas, mas a sensação é de se estar assistindo a trilogia dos anéis com nove horas de duração. É clássico, mas não deixa de ser cafona.

Há momentos em que nada acontece , há um excesso de personagens e de gente com as quais não nos importamos - e o filme dá saltos, seja no nascimento de Arthur, seja no nascimento e no crescimento de Mordred de forma que é impossível definir uma personalidade para este - se é que ele tem uma. Daquela multidão de cavaleiros, só Lancelot tem algum destaque, seguido por Perceval na última meia hora - os outros não servem para nada. Impossível não rir com Guenevere, que depois de dar para um e para outro, foi curar seus pecados num convento virando freira mas a parte mais bizarra do filme fica mesmo por conta da armadura de mamilos tortos de Mordred e de sua máscara que lembra uma fantasia de desfile de escola de samba. Um verdadeiro carnaval.

Cotação: 2/5

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Corrente do mal - 2015




Por Tia Rá

E aí negadan como vai vocêis? Tarra morreno de priguissa de ver filme por esses dia, pense numa vontade satânica de hibernar até as Olimpiada do ano que vem, meu povo... Ando muito ocupada fazeno um telecurso de manicure e de caberereira pra arrazar na comunidade com as amiga e fazer os mais lyndo penteado com as biska, já tão me apelidano de Tia Rá mao de tesoura, gente! Mais aí tarra sem nada pra fazer e resolvi arriscar esse leesho bombashtico que os povo da crítica tarra elogiano mais eu tinha que ver com os meu proprio zóio e meus oculo de 50 graus de miopia pra ver se era tudo aquilo mermo. Óh, falá uma coisa pra vocês... e é mermo viu gente.... A MAIOR COMEDIA DO ANO!

 


Nunca ri tanto in minha vida com um filme de supense com vadias papocadeiras leesho mais se vocêis ainda num viu, num tem pobrema, a gente já sabe, a tia conta tudo pra popar vocês dessa tragédia leeshosa de quinta categoria! Saca só a disgrassa... Uma menina tá seno perseguida sabe lá pelo que, aí ela aparece morta na praia como se tivesse feito aquele salto duplo twist carpado da Daiane dos Santos e se quebrado TODA.



Mais depois a gente conhece uma piriguete loira que vai dar uma papocadinha com um minino dentro do carro. Depois de papocar, o minino dá um good night piriguetela na minina e leva ela lá pros predio abandonado. Aí ele diz que tem um exu que tá perseguino ele desde que ele papocou uma piriguete e agora ele tá passano esse exu pra ela. Aí mostra uma mulé pelada andano atrás deles, ele diz a ela que ela tem que papocar com outro pra coisa ir atrás de outro logo e deixar ela em paz! É o Exu da DST PRODUSSAUM!!!!



Eu merma num teria esse pobrema né minha gente...


Brinks... Já darra logo nas isquina pra passar logo o exu pra outra pessoa!!!!


A piriguete pede ajuda aos amigo, conta o que terre com ela, que tá veno até uma véia caquética perseguino ela. Mais dentro da casa já tem uma exu com os peito de fora quereno pegar a minina. Mais a minina é burra né gente, porque se você tá veno uns exu, o que cê fais?

A) procura logo uma medium, parapsicologa, tarologa e jogadora de buzio cartomante e o padre Merrin pra acabar com a baixaria 
B) sai correno pra o parque ficar sozinha né gente... porque tá toda comovida e dramática!


Disisperada, a minina quer procurar o minino que papocou ela pra devolver a encomenda (a policia tarra procurano também, mais tipo, ela sumiu do roteiro, vamos fingir que não vimos isso né povo....). Porque nesse mundo de hoje é mais faceo o cara que tá fugido de uma tentativa de estupro, do que achar um disconhecido nas isquina que queira lhe papocar, né amiga... Mais depois de achar ele (A MININA ACHOU E A POLICIA NAO), ele isplica que quem passou o exu foi uma poota num barzinho e que a minina num pode morrer se nao volta pra ele, então ela que se dane com o biskatismo dela e as DST! 


Aí eles vão pra praia se refugiar, mas a piriguete satânica aparece pra pegar a minina. Depois de um acidente que loka foge disgovernada, a minina vai parar no hospital e dá pro outro na cama mermo toda metralhada, pra passar o ebó adiante. Mais num dá certo e os exu matam ele, aí eles tramam de novo pra pegar os miserentos, mas num consegue! Aí ela dá uma papocadinha com um amigo que era doido pra comer ela e FEEN DO FILME!


Num guento gente, com os exus tomando tiro! porque exu bom é exu metralhado né gente! Eles tão invisivel, tão morto, e se machucam com TIROSSSSS!!!


Porque os exus querem matar quem papocar? Onde eles vive? De que se alimentam? Porque num vão dar maish no além? Pra onde foi a policia que tarra investigano o rapaz? 


E esse elenco gente, comofas com essas ramperas que tarram nas isquinas, aí a produssaum tarra passano e ofereceu aquela ismola e o prato de comida pra atuar? Só posso dizer uma coisa pra esse elenco leeshoso...


BJS PRA TODOSSSSS!!!

Cota da tia: 0/5

domingo, 10 de maio de 2015

Feliz Dia das Mães!



Tal mães tal filhas!
Elas seguiram a carreira das mamães e viraram atrizes!


Diane Ladd & Laura Dern


Ingrid Bergman & Isabella Rossellini


Blythe Danner & Gwyneth Paltrow


Janet Leigh & Jamie Lee Curtis


Debbie Reynolds & Carrie Fisher


Goldie Hawn & Kate Hudson


Judy Garland & Liza Minnelli


Demi Moore & Rumer Willis


Tippi Hedren & Melanie Griffith

Melanie Griffith & Dakota Johnson

Mais aqui

From the Edge of the City - 1998




Por Jason

Sasha, de 17 anos, fugitivo da Russia com sua família, tem uma relação péssima com seu pai e sua mãe, vivendo num subúrbio de Atenas. Ele está trabalhando numa obra, mas a abandona, o pai vive lhe esbofeteando e, atrás de dinheiro fácil, o menino se prostitui nas ruas da cidade desde os 13 anos, ora com mulheres, ora com homens, oferecendo seus serviços enquanto se envolve com drogas e gente de um esquema de prostituição. Sasha não faz sexo passivo, e não se aceita, não se considera homossexual e sente nojo deles, mas é cada vez mais requisitado e reafirma sua postura de manter distância de seus clientes, aproximando-se só pela satisfação sexual em troca de mais grana, como um trabalho qualquer. 

Sasha mantém amizade com Panagioti, um jovem como ele, mas homossexual assumido, que entrou no mundo da prostituição e que corre o risco de se apaixonar por um cliente, já que é mais romântico que Sasha e mais resolvido sexualmente. Como se não bastasse, Sasha se envolve com um cafetão, Giorgo, que lhe apresenta a prostituta Natasha para que ele se divirta com ela. Em determinado momento, Giorgo tenta vender Natasha para outros cafetões, já que ela dá conta de cinquenta a sessenta homens por dia. Sasha, no entanto, entra no meio da confusão com um plano de ficar com a mulher, sem saber se está apaixonado por ela ou se é pelo dinheiro fácil que pode fazer ao alugá-la para o sexo. O plano de fuga, obviamente, dá errado. 

O diretor do filme é um ex comerciante de garotos de programa e seu esquema de filmagem prejudica a narrativa. Embora seja seco e cru, enquanto a trama avança, o espectador é bombardeado com os sonhos de Sasha que nada fazem a trama avançar, ao passo que uma trilha sonora corta o filme e o roteiro coloca uma entrevista de Sasha fraturando sequências que poderiam ser mais interessantes. Não ajuda em nada o péssimo e inexpressivo elenco, os coadjuvantes que entram e saem de cena sem necessidade alguma, e a falta de peso dramático em cena, pois tudo ocorre rapidamente, na maior correria (salvo exceções, as cenas da família e discussões com Sasha podem ser vistas como as melhores dentro do filme). 

Cenas gratuitas pipocam na tela, cenas de envolvimento sexual são picotadas em fotografias, a câmera roda em cenas e as corta na forma de flashes, como se o diretor não conseguisse ter um estilo definido de filme. Isso faz com que o filme vire uma mistura indigesta de documentário com um pouco de Transpoitting e Kids e torne a experiência completamente vazia e sem emoção.

Cotação: 0,5/5  

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Tudo por justiça - 2013




Por Jason

Tudo por justiça traz um elenco estelar. Na trama, Russell Baze (Christian Bale) trabalha em uma usina e mora com o pai (Bingo O. Malley), que enfrenta sérios problemas de saúde devido ao trabalho nela, e o irmão mais novo, Rodney (Casey Affleck), que lutou na Guerra do Iraque. Russell namorad Lena (Zoe Saldana), e ela planeja ter um filho dele. Numa noite, porém, Russell se envolve em um acidente de carro onde uma criança acaba falecendo, o que faz com que ele seja preso. Lá, o rapaz sofre humilhação e com a violência. Ao sair ele retoma a vida de antes, trabalhando novamente na usina, mas Lena já continuou com a vida dela, se envolvendo com outro rapaz e de quem está grávida. 

Esse não é o maior dos problemas para Russell. O problema maior é que Rodney se recusa a levar a mesma vida do irmão e do pai e está totalmente transtornado. Querendo ganhar dinheiro, ele passa a fazer lutas clandestinas monitorado por Petty (Willem Dafoe) e acaba se envolvendo com um homem violento e bastante perigoso: Harlan DeGroat (Woody Harrelson). Harlan é como o dono de um morro, comandando uma gangue violenta. É viciado em crack, maconha e heroína, e, mesmo sob conselhos de que não deve se envolver com ele, Rodney insiste em uma luta com um de seus comparsas. Ele e Petty, que devia a Harlan, acabam assassinados. Esperando uma posição da polícia, e percebendo o pouco caso, representada na figura de Barnes (Forest Whitaker), Russell decide armar para capturar Harlan e fazer justiça com as próprias mãos.

Como o visto, o material clichê parece ter saído de um filme de Charles Bronson. Porque nas entrelinhas, Tudo por justiça nada mais é do que uma história de olho por olho, dente por dente, com a diferença que aqui tem-se um elenco excepcional, que faz o que pode e até o que não pode na tela mas não consegue salvar o tédio que rola durante a produção. O filme ainda traz uma boa dose de violência, de mortes expostas e pancadaria, mas nada disso parece funcionar na tela porque acompanhar a trama é simplesmente massacrante. Arrastado, sem ação, seu primeiro e segundo atos demoram a passar e em determinados momentos nada ou quase nada acontece na tela. A fotografia e os cenários escolhidos, no entanto, são bem construídos: decadentes, eles fazem um paralelo -, com suas usinas, territórios abandonados, campos caquéticos, florestas escuras de difícil acesso e casas velhas -, com a personalidade do protagonista de Bale.

Há um pulo temporal que o roteiro dá, com a saída de Russell da cadeia, e buracos no texto: fica difícil acreditar que Harlan, líder de uma gangue e perigoso como era, aceitaria marcar um encontro com Russell do nada, sem nem saber quem ele era, para pegar um dinheiro que Petty estava devendo. Pior: ele viajou cinco horas apenas com um capanga, para outra localidade, sem supor nem que poderia se tratar de uma emboscada. Forest Whitaker tenta tirar leite de pedra, pouco ou nada ele faz, e enquanto a trama passa, alguns questionamentos morais pipocam, mas não se desenvolvem. Por fim, quando a coisa parecia ferver, com a caçada de Russell a Harlan, o filme rapidamente acaba, deixando uma sensação de que poderia ser melhor. 

Cotação: 2/5

Out in the silence - 2009




Por Jason

Joe Wilson, de Washington, onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado, se casa com seu parceiro. A nota de casamento é enviada para um jornal de sua cidade natal, Oil City, e a partir daí começa a receber cartas de ódio. Mesmo com as cartas publicadas no jornal, Joe recebe uma carta pessoal de uma mulher, Kathy, uma mãe de um adolescente de 16 anos que é homossexual e que está desesperada pelo sofrimento do filho. A partir daí, Joe e o marido partem para a cidade, para conversar com os moradores e investigar o caso.

Esse é o mote desse longa documentário que apesar de simples trata de um tema áspero: o preconceito. Oil City é uma cidadezinha típica do interior dos EUA, no estado da Pensylvania, com suas casas vitorianas, clima gélido, ruas sem muito movimento. É um povoado de pouco mais de dez mil habitantes, que encontrou alguma glória no passado com a exploração do petróleo, e que ainda possui uma forte influência da igreja no local. A mentalidade de seus habitantes continua ultrapassada e estagnada como a cidade. As pessoas mais velhas, influenciadas pela igreja, não conseguem aceitar a homossexualidade, sugerindo ser algo anormal e considerando veementemente o que é pregado pela religião. Os mais jovens, da escola, segundo a mãe e o menino, atacam o adolescente com todos os tipos de agressões possíveis e a diretoria da escola não procura melhorar a situação. 

Joe acompanha Kathy com sua luta para reverter a situação. Sem ser ouvida na escola, ela recorre ao comitê legislativo estadual. Seu discurso é honesto, firme e tocante: Kathy teve a casa ameaçada de ser incendiada, pelos agressores do seu filho, que sofria e chorava com os insultos no colégio e que estava se transformando um potencial suicida. Por sorte dela, seu filho é um adolescente de clareza suficiente para encarar a situação e por sorte dele, ela tem o seu amor incondicional, o que faz com que consiga vitórias que mesmo pequenas, faz com que ela fique mais tranquila. O documentário ainda traz a posição de um pastor e sua mulher, ambos preconceituosos, um casal de lésbicas, que recupera um estabelecimento teatral da cidade e um membro da associação familiar americana, que continua espalhando seu ódio aos homossexuais e suas ideias preconceituosas ao invés de optar pela convivência pacifica. 

O documentário não é inovador, nem no tema, nem na estética. Também não se aprofunda na questão, pois não explora o conflito existente entre religião e homossexualidade nos EUA e de como muitos religiosos fanáticos e desequilibrados usam suas interpretações da Bíblia para estigmatizar e humilhar a população homossexual americana - o documentário "Porque a Bíblia me diz assim" é mais enfático, profundo e preciso nessa questão. Mas, por ser tão simples e objetivo, contudo, vale uma conferida.

Cotação: 2,5/5

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Prazeres Mortais - 2014




Por Jason

Cinco homens dividem um loft reservado para seus prazeres sexuais, todos casados. Para usá-los, cada um tem sua própria chave do local. Eles, no entanto, estão com problemas no casamento - e as mulheres estão cada vez mais desconfiadas que os seus maridos estão traindo. Um dia, um deles encontra uma mulher morta na cama e todos então são chamados para esclarecer o que houve. A polícia começa a investigar o crime e os cinco homens começam a depor, cada um retirando sua culpa. Até que o filme volta no tempo, traçando o perfil de cada casal e de como cada um chegou até ali. A suspeita é a de que alguém possa estar armando para o grupo, o que acaba confirmado - a questão é saber apenas quem foi a pessoa.

Prazeres Mortais tem cara de Supercine e de filme barato. O começo é até interessante, mas tudo é superficial. Os personagens, e o excesso deles, não permitem um desenvolvimento maior e melhor de cada um. Todo mundo entra e todo mundo sai sem que nos importemos com eles. O vai e vem do roteiro, naquela vontade terrível de confundir a cabeça do espectador e fazer com que ele suspeite de todo mundo, acaba sendo um tiro no pé - faltando meia hora, já dá para suspeitar da armação, principalmente quando o filme explica como a mulher foi parar daquele jeito, simulando um suicídio. Quando estamos começando a nos envolver com uma passagem de tempo, algo acontece e o filme muda de rumo, cortando para um depoimento de um dos acusados para a polícia e em seguida um flashback que muitas vezes em nada faz a trama avançar. É o típico caso de filme com uma ideia interessante, mas que é atropelada pelo seu desenvolvimento ruim. 

Os atores não ajudam, sem despertarem empatia, já que nenhum deles conquista o espectador - todos eles estão no automático, como era de se esperar de gente como Karl Urban e James Marsden. Rhona Mitra fica de cara fechada o tempo todo e pelo menos um personagem poderia levar o título de insuportável do filme - o gordo Marty, que trai sua mulher (e que é traído em seguida). Aliás, todo mundo trai todo mundo nesse filme. Há uma subtrama, de uma prostituta que se envolve com o personagem Vincent (Urban), que é um pegador e traiu todos os seus amigos. Após ir para cama com ele, ela se apaixona, mas é paga para servir a um político conhecido da cidade. Mais tarde, essa trama se resolve rapidamente sem que sequer nos interessemos em saber qual o nome dela. 

O golpe de misericórdia vem da trama policial que é capenga, está ali apenas para ilustrar o desenvolvimento do crime. Para completar, a resolução final, de que um deles conseguiu juntar todo mundo para armar contra o amigo motivado por ciúmes soa um tanto forçada e absurda. O resultado é esse: um filme que poderia render e se tornar algo digno de nota, mas que acabou morrendo no meio do caminho.

Cotação: 1/5
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...