terça-feira, 26 de abril de 2016

Trailer - Cell - 2016



baseado em fatos reais neam braseo, 
mei o que vai acontecer quando você perceber que sua franquia de netch fixa banda alargada acabou depois de um dia de Netfreak
e aquele fedor inconfundível de FLOP comofas? achei Guerra Mundial ZzzzZZzzz meets Fim dos Tempos. Saiadalama já pode ficar orgulhoso.

Trailer - The bye bye man




Carrie-Ann Moss (Matrix), Douglas Smith (Ouija: O Jogo dos Espíritos) e Faye Dunaway (Chinatown) estão no elenco. Doug Jones, que já está acostumado a passar por longas sessões de maquiagem – ele interpretou o Fauno de O Labirinto do Fauno e Abie Sapien em Hellboy, entre outros – vive o personagem título. Ou seja, SÓ FLOP NO ELENCO  BRASEOOOO KKKKKKKKKKKK
Breve, num camelódromo perto de você

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Stonewall - 2015




Por Jason

O cenário em que se passa "Stonewall" é sombrio para os homossexuais. Na década de 60, eles não podiam exercer profissões públicas e federais, eram classificados como doentes mentais, proibidos de se reunirem e consumirem álcool, eram caçados, presos e espancados pela polícia, enfrentavam um sistema jurídico que não os protegia, eram tratados com terapia de choque e se escondiam do preconceito da sociedade. Em 28 de Junho de 1969, uma revolta tomaria conta de um bairro de Nova York após uma batida policial no Stonewall Inn, um bar que recebia uma grande variedade de clientes e era conhecido por ser popular entre as pessoas mais pobres e marginalizadas da comunidade gay: drag queens, transgêneros, homens afeminados, jovens, lésbicas masculinizadas, prostitutos e jovens sem-teto. Essa rebelião marcaria o começo de uma série de movimentos que culminaria nas primeiras marchas do orgulho gay um ano depois.

Partindo desse princípio e com uma trama que poderia ferver, Hollywood se aprontou para dar sua versão do fato com o desastroso Stonewall, com direção igualmente desastrosa de Roland Emmerich. Homossexual assumido e conhecedor da causa, mas especialista em filmes catástrofes, Roland parece dirigir o filme completamente perdido, sendo incapaz de entender a essência do movimento e com um roteiro pessimamente desenvolvido e atolado de clichês. Na trama, Danny (Jeremy Irvine, de Cavalo de Guerra), morador de uma cidade do interior, é pego por dois conhecidos enquanto praticava sexo oral no seu amigo. Para Danny, o rapaz era o amor da vida dele, mas para o rapaz, Danny era apenas um caso sexual qualquer. Danny é expulso de casa pelo pai, um treinador de futebol americano, e vai parar em Nova York. Lá conhece Ray, um rapaz pobre e afeminado que se prostitui nas ruas desde os doze anos, acaba se misturando com o público homossexual, apanha e é obrigado a se prostituir para ter dinheiro. Após ajudar na revolta, retorna para sua cidade natal para sua família, mas o pai continua sem aceitá-lo e o amor de sua vida está casado e será pai - e continua sem admitir que gostava dele.

Rejeitado pelo público, homossexual ou não, e detonado pela crítica, o filme traz na figura de Jeremy Irvine o tipo de homossexual que o público geral deveria supostamente aceitar melhor - branco, loiro, bonito e sem trejeitos. A estratégia é tão absurda quanto escancarada - uma tentativa de ampliar o público e de vendê-lo ao público hétero "normal" - mas que não deu certo. Logo, por ser "perfeitinho", o Danny não pode se envolver com Ray - em determinado momento, Danny joga na cara que não o ama, considera como amigo, como uma irmã; Danny não consegue fazer sexo com homens mais velhos, que são tratados pelo filme como sendo seres asquerosos, interessados apenas em jogos sexuais. Para complicar ainda mais, fica difícil aceitar que Danny ainda ame o rapaz forte e viril para quem pagava boquete dentro do carro e só queira o rapaz branco e de melhor condição, interpretado por Jonathan Rhys Meyers, que o leva para cama, o usa e depois o descarta. O personagem de Irvine é burro demais para não entender como funcionam as coisas, mesmo sendo avisado o tempo todo por Ray.

Logo, a tentativa do filme de colocar o personagem Danny como sendo o pobre coitado gay com cara de bebê, que foi expulso de casa por causa de sua sexualidade e está passando provação pior do que a dos outros gays daquela região, afunda tudo. Seu sofrimento nunca é palpável e sua jornada de autoconhecimento e de aceitação é completamente forçada. Essa falta de conexão do personagem com o público faz o filme flutuar completamente. Tudo é superficial, da textura da fotografia às atuações péssimas - Jeremy é horrível - tudo conspira contra o filme. Não ajuda em nada personagens que são jogados na trama sem qualquer desenvolvimento, como um casal homossexual mais velho ou o agenciador de rapazes, interpretado por um desinteressado Ron Perlman. O saldo não poderia ser pior e o público se esquece do filme dois minutos depois de acabar.

Cotação: 0/5

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Trailer - Rogue One - Uma história Star Wars - 2016




Mas já pode dizer que é Star Wars Presença de Paquita, com a Mel Lisboa, 
é só ew que acho essa minina, a Felicity Leeshones parecida, braseo?

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